Google+ Tribuna Estudantil - O Jornal do HD

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Fatos

Em meus olhos,
Em meus sonhos,
Em meus pensamentos aparece apenas você.

Por isso, não me abandone!
Fique aqui e não desapareça como o sol no seu crepúsculo,
Deixando lembranças intensas, outrora disseminadas pelo frio e pela dor.

Sombras do vale, não levem quem tanto amo,
Pois esse sentimento faz-me ver o que devo seguir.
Não a deixe com calafrios ou a corte,
Pois meu amor por ela é grande e forte.
Mas jamais irei resistir à visita da noite.
Não! Não visite-nos, ó noite!

Ou então...
Não restará nada em mim além de um corpo
Em meio às tristes árvores, esperando você...
Chegar e visitar-me.

Parley Lopes Bernini da Silva, 2.8

A perfídia entre as pessoas

Toda vez em que paro para refletir sobre a vida, o mundo e a sociedade fico cada vez mais frustrada, pois percebo que as pessoas são más, falsas e hipócritas.

Vejo que, hoje em dia, ou talvez desde sempre, é quase impossível confiar em alguém. As pessoas cada vez mais mentem e traem umas às outras como se isso fosse bonito e normal.

Percebo que não pensam no próximo. E que se tiverem de atrapalhar ou passar por cima até do próprio "amigo", fazem isso para conseguir o que querem.

Ninguém é amigo de ninguém. Aliás, só se consideram amigos quando um agrada o outro, quando um faz o que o outro quer. Caso contrário, não existe amizade. E a cada dia que passa a hipocrisia das pessoas aumenta. Falam uns dos outros como se fossem o exemplo.

Umas pessoas nascem assim, falsos e hipócritas. Outros acabam aprendendo a ser, de tanto conviverem com cobras. E outras, no entanto, de tanto serem inocentes e de certa forma "bobas", se transformam e ficam piores do que as causadoras de seu sofrimento.

Ana Clara

Apaixonado

Sempre me falavam dela, mas nunca a tinha visto pessoalmente. Sempre me diziam que ela era perfeita, que deixava um homem louco.

Quando fui conhecê-la, estava com um amigo numa festa. É, estava passando por momentos difíceis e ela me apoiava e me ajudava. Apresentou-me uma via que ainda não tinha nem percebido que existia.

Nossa vida era que nem um conto de fadas, um filme romântico com pequenas doses de ação e de drama. Ela me deixava feliz e alucinado, não podia e não conseguia mais viver sem ela. Deixei amigos, parei de estudar, briguei com meus pais e saí de casa.

Quando fui perceber a burrada que fiz, já era tarde. Muito tarde. Já não tinha nada na minha vida. E só percebi isso quando meus pais morreram e ela não estava lá como antes. Ela me deixou e eu fiquei louco, fiquei sem chão.

Hoje sou um cara, aliás, um senhor de 65 anos, solitário, não tenho nada, nem ela. Moro numa clínica de reabilitação e me arrependo muito de ter ido por este caminho. 

Paulo

Caminhando sem direção

Vivemos em uma realidade que parece não existir. Procuro o caminho certo, mas acho que vou desistir. Luto contra meus pensamentos que me deixam no tormento, por que será? É uma pergunta que deixo no ar, pois só agora me resta esperar, dúvidas e mais dúvidas, tantas perguntas mas não encontro as respostas.

Caminhando sem direção, sem destino, mas sigo em frente construindo meu próprio caminho. Tristeza logo passa, pessoas entram e saem, mas somente aquele em especial permanecerá.

Não procuro perfeição, pois não vou encontrar. São as imperfeições que completam. Não procuro atenção 24 horas por dia, mas sim alguém que me proporcione alegria. Não quero ser o centro das atenções, mas coloco seus pensamentos em confusão. Não preciso jogar indiretas, quem me conhece sabe. Não demonstro meus sentimentos, estão ocultos esperando aquele que tem a chave para abrir meu coração. Não tenho pressa, sigo tranquilamente, mantendo aberta minha mente. Só vou para no meio do caminho quando voltarem meus sentidos.

Crislaine Ferreira Paulino Dias, 3.14

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

VIII Feira Cultural do HD – Divulgação das salas

Tema
Série
Conselheiro
Sala / Espaço
A arte do grafite
6.2
Núbia
Sala 1
A origem da pipa
6.2
Núbia
Quadra
A sua vida em brasas
1.2
Cláudia Simone
Sala 14
Aborto
1.3
Lindalva
Sala 4
Anabolizantes
3.13
Patrícia
Sala 8
Anos 60
3.13
Patrícia
Quadra
Anos dourados brasileiros
2.5
Márcio Faria
Sala 13
Artesanato em geral
1.4
Sebastião
Sala 3
As diversificações da arte
8.4
Janaína
Pátio Interno
Barbacena
2.8
Felipe
Sala 6
Brincadeiras de criança
2.8
Felipe
Corredor
Cinema contemporâneo
1.1
Cimone
Sala 14
Comidas típicas
1.2
Cláudia Simone
Sala 3
Cultura celta
2.6
Márcio Batistele
Sala 6
Cultura indiana
8.4
Janaína
Sala 6
Diga não às drogas
7.3
Jovano
Refeitório
Esportes radicais
6.2
Núbia
Sala 1
Experimento químico
1.3
Lindalva
Sala 4
Fenômenos paranormais
9.5
Adairde
Sala 5
Funk
9.5
Adairde
Refeitório
Futebol
1.1
Cimone
Refeitório
Halloween
2.5
Márcio Faria
Sala 14
História dos jogos eletrônicos
2.8
Felipe
Sala 7
Lendas urbanas
6.2
Núbia
Sala 2
Meio Ambiente
1.2
Cláudia Simone
Sala 3
Moda dos anos 70 e contexto social
6.2
Núbia
Sala 1
O circo
2.7
Lúcia
Sala 10
O poder da mente
3.14
Paula
Sala 13
Os principais contos dos irmãos Grim
3.14
Paula
Sala 12
Os protestos populares
2.5
Márcio Faria
Sala 12
Os sentidos
8.4
Janaína
Sala 7
Playstation 1, 2 e 3
8.4
Janaína
Quadra
Primeiros socorros
3.14
Paula
Sala 8
Protesto
1.4
Sebastião
Pátio Interno
Reciclagem
7.3
Jovano
Refeitório
Sala do medo
2.6
Márcio Batistele
Sala 5
Skate
1.3
Lindalva
Quadra
Sobrenatural
1.4
Sebastião
Sala 2
Tabela periódica
2.6
Márcio Batistele
Sala 4
Terror
1.1
Cimone
Sala 2
Terror
9.5
Adairde
S. Multimídia
The walking dead
2.8
Felipe
Sala 11
Tráfico humano
7.3
Jovano
Pátio Interno
Vampirismo (religião - ficção)
2.7
Lúcia
Sala 5
Vícios da internet
2.5
Márcio Faria
Sala 8
Videogames e outras fontes de tecnologia
7.3
Jovano
Sala 7
Vocação
9.5
Adairde
S. Multimídia



Coordenação da Feira Cultural