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terça-feira, 2 de julho de 2019

Não é brincadeira


Não é brincadeira

Uma série acusada de romantizar o suicídio e a depressão, boicotada por muitos pais e até rolou um abaixo assinado para sair do ar. Mas por que tanta revolta?
Sim, estou falando de 13 Reasons Why (Os 13 Porquês); baseada na obra de Jay Asher e adaptada por Brian Yorkey para a Netflix, está sendo encaminhada para terceira temporada. A série conta a história de Hannah Baker, uma adolescente que comete suicídio depois de vários acontecimentos cumulativos e trágicos que aconteceram dentro e fora do ambiente escolar. A morte dela choca a todos, principalmente os pais, que não faziam ideia do bullying que ela sofria. O mais bizarro é que alguns dias depois do acontecimento trágico, Clay Jensen, um amigo de Hannah, recebe em sua porta uma caixa contendo 13 fitas intituladas “Os porquês” e estariam ali os motivos de Hannah querer acabar com a própria vida. Nelas estariam revelações que chegam a ser macabras sobre os estudantes  e colegas de Hannah. Mas quem deixou a caixa com as fitas na casa de Clay? Seriam reais ou uma brincadeira de muito mau gosto?
 Bom, galera, a série é tão polemica que no início de cada episódio, os próprios atores fazem um apelo para as pessoas que têm problemas com depressão ou algo relacionado não assistirem ao conteúdo, pois tem cenas muito pesadas. Na minha humilde opinião, o motivo dessa série ter gerado tanto desconforto nos adultos e até em alguns adolescentes foi o tapa na cara que essa história traz. Os pais e educadores (sem generalizar) muitas vezes não compreendem o que está acontecendo com o filho/aluno, não existe aquela preocupação de sentar e conversar, insistir para saber o que está acontecendo, e quando, por algum milagre, um adolescente tem a coragem de chegar para os pais e dizer o que está sentindo, a situação é tachada de “frescura”, “falta de serviço”, quantas vezes ouvimos alguém dizer “na minha época não existia isso”, “falta de umas palmadas’, “muito mimado (a), por isso está assim”.
Mano, já está na hora de acordarem desse mundinho perfeito em que vocês vivem. Pai, mãe, esse mundo em que vocês vivem onde depressão é frescura e suicídio é uma forma de chamar atenção... ACORDEM! Seus filhos estão morrendo aos poucos todos os dias e vocês não percebem, o que é lamentável.
 Talvez essa série não seja apropriada para você que sofre com depressão e, se for esse o caso, procure alguém, um amigo próximo, alguém em que você confie. Desabafe, chore, bote tudo pra fora, mas não faça como a Hannah, não há nada impossível nessa vida, pra tudo tem um jeito se você ainda não enxerga essa solução, talvez ela esteja naquela conversa que você nunca teve com seus pais, ou naquele amigo que você vê todos os dias. Todo dia é dia de fazer campanha em prol da vida, não só em setembro, por isso valorize a sua vida! Ela é preciosa demais para ser perdida. Existe alguém que ama você!

Arte

Liliane Aparecida Trindade, 1.5


Arte

Arthur Ferreira de Oliveira, 3.3


Arte

Isadora, 1.5


Arte

Gabriella Rayane Silva, 3.2


Arte

Yasmin, 2.12


Arte

Milene Carolina da Silva, 2.13


Arte

Washington José dos Reis, 3.3


Arte

Isabela Fernandes de Andrade, 2.11


Arte

Vitória Maria Gava Ferreira, 2.14


Arte

Ariane Nathali de Campos, 3.3


quinta-feira, 6 de junho de 2019

Mundo Invertido


Mundo Invertido


Fala galera, hoje  estou aqui pra falar de uma série bastante comentada por causa do seu estilo diferente, anos 80 e tal. “Stranger  Things” (Coisas Estranhas).  A primeira cena já é superbizarra, um homem está num laboratório - que descobrimos depois ser uma área secreta do governo para experiências - e ao tentar entrar num elevador, é pego por um tipo de monstro. Logo no começo, uma cena assim transmite sensação de curiosidade e até mesmo medo, provando ser uma série eletrizante.
O elenco principal é composto pelos quatro amigos: Mike, Will, Dustin e Lucas, que vivem no porão de Mike jogando um jogo de RPG; um dia, o vilão do jogo “captura” Will na partida. Quando o Will está voltando pra casa, passa próximo ao laboratório e é perseguido por algo até sua casa, onde desaparece sem deixar pista nenhuma.  No meio das investigações, as crianças, amigos de Will, tentam buscar uma solução para o desaparecimento dele e é aí que surge uma garota misteriosa com habilidades um pouco improváveis: Eleven (Onze), que vira amiga do grupo e com suas habilidades tenta ajudar a encontrar Will.
A primeira temporada foi disponibilizada pela Netflix em 15 de julho de 2016 e  tem oito episódios, recebeu críticas bastantes críticas positivas pela sua caracterização, atmosfera, atuações, trilha sonora, direção, roteiro e homenagens a filmes do gênero da década de 80. Em 31 de agosto de 2016, a Netflix renovou a série para uma segunda temporada de nove episódios, que foi lançada em 27 de outubro de 2017. Em dezembro de 2017, a Netflix anunciou uma terceira temporada, que começou a ser produzida em abril de 2018 e tem estreia prevista para 4 de julho de 2019. Finalmente!!
Pra quem gosta de ficção científica, Stranger Things é a série perfeita, pois se passa num ambiente misterioso no meio de uma cidade alegre. Até para quem não gosta... Se eu fosse você, daria uma chance a esse enredo maravilhoso. Partiu assistir?!

Os controladores da mente humana


Por Juliane Camilly Lasnou Costa 2.13

 

Os controladores da mente humana


N
o filme “Tempos Modernos”, com Charles Chaplin, é retratado o avanço da tecnologia e o efeito disso para a vida da população mundial. Saindo da ficção, o mesmo ocorre quando consideramos que o uso da modernidade aliena-nos e tem relação direta à formação de opinião. É válido ressaltar também, que tal uso acarreta altas taxas de desemprego, substituindo a mão de obra humana.
Primordialmente, é importante destacar que os usuários dessas novas tecnologias estão cada vez mais expostos a uma bolha digital. Com forte influência de conteúdos midiáticos, suas ideologias estão cada vez mais voltadas ao senso comum, já que o mundo globalizado possibilitou uma certa limitação à mente humana.  
Ademais, é incontestável que, desde o início da primeira Revolução Industrial do século XVIII, as máquinas, em sua proporção, tomaram o espaço antes ocupado pelas mãos humanas. A produção vem se tornando cada vez mais mecanizada, como o modelo toyotista, desenvolvido até os tempos atuais. Em decorrência do dito anteriormente, o desemprego surge quando limitamos o poder humano e aplicamos o uso da programação logarítmica.
Em virtude dos fatos mencionados, é mister que o Ministério da Educação e Cultura tome medidas para superar o impasse. Para que a prática da inteligência artificial seja controlada, urge que o Estado, em conjunto com a sociedade, faça campanhas publicitárias por meio das redes de ensino. Conforme o pensamento proposto por Immanuel Kant, o “homem é aquilo que a educação faz dele”, portanto, a base para se construir uma realidade diferente de “Tempo Modernos” é começar pela educação.

Uma prisão tecnológica


Por Cássia F. Duarte, 2.13

 

Uma prisão tecnológica


O

bserva-se que vivemos em uma sociedade totalmente “presa” às redes sociais.
Existem diversos meios de interpretação quando nos referimos à expressão “presa às redes sociais”. A expressão “presa” foi usada para fazer uma referência ao alto nível de dependência exercida pelo uso da mesma.
Atualmente, vivemos para as redes sociais; à qual vamos, postamos, pomos diversas localizações; o que a pessoa está sentindo no momento... Quem nunca viu alguém postar “me sentindo triste ou feliz”?! Por meio das redes sociais, vemos pedidos de socorro contra diversos fatores, sendo eles: violência, bullying, homofobia etc. Perdemos momentos incríveis quando estamos preocupados demais em gravar e tirar fotografias para serem postadas ao invés de viver o momento.
Conclui-se que as redes sociais tomaram o espaço das diversões, e brincadeiras, como queimada, pique, bola foram trocados por jogos online; as conversas familiares e entre amigos foram trocadas por mensagens por meio do WhatsApp e assim elas ocupam a cada dia o espaço de momentos que deveriam ter sido vivenciados.