Gilson Júnior de Paula (ex-aluno)
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quinta-feira, 6 de agosto de 2015
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Na jornada
Na jornada pela vida é preciso lutar pelos sonhos e persistir por eles quantas vezes for preciso.
Lá estava eu tentando repousar depois de um dia exaustivo, apaguei a luz do quarto e comecei a refletir sobre o que tinha aprendido ao final de mais um dia. Mais eis que de repente um ser minucioso ousa interromper meu descanso para literalmente iluminar minha cabeça com seu traseiro brilhante.
Já estava difícil me concentrar no escuro, agora me imagine pensando em carneiros pulando e um vagalume brilhando em meio os roncos da madrugada.
Eu realmente precisava me livrar daquele intrometido, então me coloquei de pé, e acendi a luz do quarto, ele se escondeu, eu abri a porta para ele sair e apaguei a luz do quarto, então me deitei na esperança de que ele tivesse passado entre a porta, despercebido aos meus olhares. Fechei os olhos, e voltei a pensar nos carneiros, mais ele ainda estava lá, coitado, encouraçado e é incrível está situação, pois ela também acontece com nós, humanos, às vezes as portas estão escancaradas para nós, os gigantes estão dormindo, e tudo contribui para que consigamos sair de nossas prisões, mas o medo de sair nos deixa empacados, com medo de nos mesmos, são portas gigantes bem abertas, mas ao longe parecem ser uma sombra gigante, a escuridão, mais é preciso sair da zona de acomodação e dar a face para o mundo, aprisionar os medos e liberar a criatividade.
E com isso eu aprendi que nem sempre o que atrapalha nossa noite de sono, é um obstáculo. Tudo depende da cara que damos as pedras no caminho. Por que ao invés de pedras, essas podem ser encaradas como degraus, para ir a um lugar ainda desconhecido por outros.
Sara Ster da Silva, 3.14/2012
domingo, 14 de abril de 2013
Texto livre
Aqui, estou protegida?
Dentre os quatro concretos?
O branco da tinta desgastada.
Objetos que observo e penso:
O que são, senão objetos?
Frios, parados, sem vida.
Há pessoas assim, eu sei.
Não agem, não amam
Estão mortas, frias...
Ali, bate um coração?
Talvez esteja congelado.
O que foi? Não sente mais?
O que a dor não é capaz, não é.
Por ela deixa de sentir e viver.
As pessoas...O que são?
Pessoas, objetos, pessoas...
Já me permito pensar:
Qual a diferença?
O fio de dor que leva
ao vazio.
O lúgubre e escuro lugar
da solidão.
Não! Não me deixe ca
ir.
Flor-de-Lis
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Proibido
Com os braços debruçados à janela
os olhos atentos e o coração à espera.
A alegria me possui ao te ver passar
e a vontade que tenho de te abraçar.
Pena ser um abraço o único jeito
e o desejo impossível em meu peito.
O castanho escuro desses olhos lindos
suas covinhas ao te ver sorrindo.
Contrapostos,desejo e contentamento
não querer esse sentimento.
Pretendo tirar isso de mim
mesmo que já não tenha fim!
Flor-de-Lis
terça-feira, 24 de maio de 2011
Curto-circuito
Fecharam a porta do carro a qual acertou em cheio quatro dedos meus.
Eu gostaria que o mundo acabasse amanhã para que eu não fizesse a prova da semana que vem.
São tantos cacos espalhados pelo chão da sala de jantar. Acho que minha irmã tentou matar o namorado.
Buscas indeterminadas atrás de uma única solução para os problemas obscuros dos golfinhos, quero dizer, macacos. Desculpem-me eu quis dizer seres humanos. O coração bate forte e a cada troca de gases conseguimos nos manter vivos. Circuitos elétricos vão em ondas e mostram a capacidade desestruturada de entender o romance. Dizem que somos melhores. Se somos, tenho vergonha da minha raça. Gostaria mesmo é de ser uma formiga, e quando a tempestade forte derramasse pelas seivas da terra outras seivas, uma formiga ensopada prestes a morrer reinaria a contribuição dada para o equilíbrio do mundo.
Carla Sheyesllen Ribeiro Alves, 3B/2010
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Fundo do poço
Há muito estou entre vocês e não consigo voltar para o meu antigo mundo. Eu fui expulso. Expulsaram-se para que eu visse um pouco mais de perto esse mundo que vocês dizem ser bom.
Eu conheci muitas coisas daqui e vejo que viver é muito difícil e incrível. Conheci o lugar e estava preparado para voltar, mas anjos que vêm para cá não podem chorar. Anjos não podem chorar porque senão ficam impuros. Eu chorei, tornei-me impuro. Mas o mundo antigo era muito mais impuro se comparado a este aqui de vocês. Não posso voltar.
As minhas lágrimas tiveram rosto e tive medo do meu próprio coração. A minha alma sem asas não suporta a queda de tantas lágrimas.
Aqui, neste mundo novo para mim, anjos são considerados bons demais. Eu fui sim, mas você, meu caro amigo, foi e será sempre o nosso anjo.
Agora, apenas quero sentir esse momento. Escrevo e penso. Não consigo conter o choro, não consigo viajar para a terra que vocês chamam de sonhos. Peço-te, Deus: "olhai por nós, os pecadores".
Carla Sheyesllen Ribeiro Alves, 3B/2010
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Gama
Não posso imaginar essa minha velhice. Falta pouco para a minha morte. O meu cansaço é histórico. Bem gratificante, sou um velho sim. E o que tem nisso? Estou pronto para morrer e deixar esse meu corpo para os vermes e para o fogo. Não irei me importar para onde ele irá. O mais importante é que com ele eu fui feliz.
Ah! Como era bonita a minha infância, juventude. Agora vejo o quanto amadureci. Quem nunca teve idéias erradas? Quem nunca pensou em ser hippie? Eu pensava muitas coisas e poucas delas me fizeram um bom velhinho.
Eu me lembro da grande banda Beatles – grande escândalo. Revolucionou a nossa juventude. Lembro também daqueles protestos, as ruas cheias de pessoas, bandeiras, faixas. Tudo isso me marcou muito.
Novas tardes de sol vermelho encobriram esses loucos. Reis da música surgiram, morreram, contribuíram para essas porcarias de hoje. Loucos todos éramos e somos. Tentem ver, sugar alguma substância dos tempos de hoje – principalmente nas músicas. Eu era louco; vivi numa época de esperança, descobertas. Mas hoje existem outros loucos por terem esperança demais; aceitam as descobertas sem ajudar a descobri-las. Para falar a verdade: ainda sou um louco. Veio essa porcaria, no meio de tantas pessoas esquisitas dizendo saber muito sem saber nada. Velhas tardes de sol vermelho não encobrirão a loucura.
Sinto-me cansado por ver tanta idiotice, e não me venham dizer que estou defendendo a minha época. Mentira! Ela também era ruim. Mas nessa não consigo ter palavras para expressar o meu asco.
Se eu morrer agora ou depois não me importo com o mundo. Eu vivi pensando ser rei e gostava. Morrerei sonhando em ser um mendigo que ao conhecer o mundo, esse imenso palácio; por ser velho e achar que tenho muita experiência, virei o rei da própria fantasia. Esse meu país é carnaval, vive ainda de fantasias.
Não faço histórias, nem penso na vida mais. O mundo interessante que eu achava, morreu por causa da estupidez. Sou estúpido e não me envergonho. Só que agora estou ficando com sono... Uma vontade de deitar... Ah! Como não quero levantar mais! Preciso sonhar, assim como esse povo, preciso da ilusão do sono eterno. E eu... Eu não sou velho coisa nenhuma. Certo desta vida complexa, sinto-me um bebê burro, indefeso e destruidor.
Boa noite!!
Carla Sheyesllen Ribeiro Alves, 3B/2010
domingo, 13 de março de 2011
Olhos
Os olhos imploram por comida. E daquele outro imploram pelo melhor vestido que os holofotes se adaptarão.
Bandinha medíocre sem tambor. O barulho dos tambores sucumbem, pois a desgraça se mudou para perto de quem os toca.
Os olhos refletem o Hemisfério Sul - eles não têm teto. A água gasta em banhos de séculos ao menos é muito valorizada por eles. Scarpin ou sanduíche de presunto? Os olhos salivam.
Enquanto uma moda morre eles nem viram um tecido bom direito. Que injustiça colocá-los como pobres coitados! Será que se defendem? Claro que os outros os defendem; está na moda.
Quais obtêm catarata? Os olhos imploram por igualdade. E daquele outro imploram pelo estilo que todos preferem... As grandes te desvalorizam... Os olhos imploram? Já disse que sim, esses olhos estão fracos, gastos - não têm brilho e os outros saudáveis brilham demais com o colírio d poder. Simplesmente, são quatro olhos atormentados. Quatro cavidades vazias.
Carla Sheyesllen Ribeiro Alves, 3B/2010
Amordaçados
Um minuto de silêncio não é um momento de respeito. É ficar calado querendo fugir do seu próprio pavor para trazer lembranças... Por que não gritam? Por que não arranham suas gargantas com as palavras que não gostam de sair da sua boca? É por causa do medo que se tem da sociedade? Ela pode achar ruim porque ela é ruim!
O silêncio é a ausência de sons? Dizem que o silêncio é o pior barulho que existe. Por isso imploro os seus gritos cheios de dor, raiva, surpresa, felicidade, amor, deboche, angústia. Gritem, por favor! E quero escutar e aceitar que todos nós temos força para gritar. Mesmo se for com gritos longos ou curtos. Gritem! Gritem pelo medo de perder o seu filho, o tão querido emprego, o bilhete premiado da loteria, pelas vidas de "Romeu e Julieta".
Um minuto de silêncio é a reflexão dos momentos em que não damos o verdadeiro valor a quem ou a quê, os seja, o silêncio proposto é a vontade de gritar. Então, gritem! Descontem toda a raiva nos gritos. Gritando assim imaginem estar combatendo a violência, desigualdade e fome para depois repensar nos assassinos que roubam nossas vidas, nas vidas que roubamos dos assassinos.
Gritem também pelo fato de todos nós estarmos errados. Pelo simples fato de que o nosso coração bate sem acelerar o ritmo ao ficarmos em silêncio.
Carla Sheyesllen Ribeiro Alves, 3B/2010
Pintores
Apalpável coração de tinta
Relevos da sina compulsiva
Das ondas dos meus dedos
Tão nervosos, transtornados
Coração de tinta sutilmente
Penetre a minha lucidez
Olhos, mente.
Coração de tinta
Bate as asas e voe para o peito em brasas
Da cor viva
E minta para o moleque que corre
Nas ruas
Coração de tinta
Bate no peito
Para que o moleque de mão suada sinta
Que sua infância nunca foi roubada
Moleque que pinta
Relevos da sina compulsiva
Das ondas dos seus dedos
Tão nervosos, transtornados
Bate querido, coração de tinta
Docemente nas palmas do moleque
Persista nos pincéis que
Desamargam os véus da sua vida..
Carla Sheyesllen Ribeiro Alves, 3B/2010
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Acertos, erros e visão
Mais um ano começou há pouco e com ele mais uma vez vem esse mesmo clima reflexivo, meditativo e analítico típico de começo de ano onde velhas questões vem à cabeça, tais como: "O que eu realmente fiz em 2010 ?", "O que eu deveria e queria ter feito ?", "Será que 2011 vai ser diferente ?"
As respostas a essas perguntas dependem de nossas ações a cada dia, é claro que nem sempre as coisas serão do jeito que a gente quer, mas podemos escolher ficar reclamando por as coisas serem imperfeitas ou agradecer por tudo que já temos e continuar lutando para que melhorem.
Por isso lute a cada dia para que as coisas melhorem. Procure agir da melhor forma possível com os outros, seja humilde e não se deixe alienar por nada e nem por ninguém, sejam que você realmente quer ser, mas avalie-se constantemente para ver se você não está se prejudicando.
Não se esqueça de seu passado, pois ele é reflexo do que você é hoje. Não cometa os mesmos erros, mas não ignore os que já cometeu, pois ás vezes é errando que se aprende.
Defina claramente o que você quer para esse ano, aproveite o tempo para que quando o final do ano chegar você não precise olhar para trás com o pesar de não ter feito tudo o que queria, mas sim com o orgulho e satisfação de ter feito tudo o que foi possível.
Diego Teruo Mendes de Souza, 3B/2009
Desafios e vantagens universitárias
A universidade é um lugar muito amplo onde o maior desafio é a organização do tempo para que você possa fazer tudo o que necessita de forma realmente eficaz.
Na Universidade Federal de Viçosa há todo o apoio que quem está realmente interessado em estudar poderia querer. Há uma biblioteca enorme com quatro andares onde há uma grande variedade de livros não somente didáticos, mas também de literatura.
Há também salas de informática com internet para que pesquisas possam ser feitas, além de professores e monitores qualificados para oferecer todo o apoio que os estudantes possam necessitar.
Além da questão didática a Universidade também traz uma ótima oportunidade de aprendizagem cultural, pois nela você pode conhecer pessoas de outros estados e até mesmo de outros países, o que faz com que possamos entender e compreender culturas muitas vezes bem distintas da nossa.
Com tanto coisa para se aproveitar é preciso ficar esperto, pois o tempo na Universidade passa muito rápido e há muita coisa para se fazer. Além disso, há também a questão da responsabilidade, pois você está aprendendo uma profissão para o seu futuro e agora você precisa “ser o dono do seu próprio nariz”.
Não obstante acredito eu que sabendo dosar bem as coisas é possível aproveitar o que a vida universitária tem a oferecer de melhor em todos os sentidos. Volto a ressaltar a importância do tempo, pois foi uma das coisas com as quais tive maior dificuldade aqui. Aconselho essa experiência a todos os formandos do Ensino Médio, pois garanto que irão aprender e crescer muito com isso.
Diego Teruo Mendes de Souza, 3B/2009
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Primavera
Era primavera quando o conheci
Nos seus olhos lindos quase me perdi
Faltou palavras meu coração disparou
Quando perto de mim ele se aproximou
E aquele cara tocando o seu violão
Com sua música deu ínicio a uma paixão
Aquela tarde eu nunca mais vou esquecer
Encontrei alegria ao olhar pra você
Quando o amor acontece não precisa ter dia e nem lugar
De uma hora pra outra você esta amando e não consegui explicar
E mesmo não correspondido você o tem como amigo e isso é o que importa
Passar o tempo todo ao lado de quem você realmente gosta.
Évilyn Caroline da Silva Costa, 1C/2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Efeito Grupo
Uma das coisas mais importantes na vida de qualquer ser humano é, sem a menor dúvida, a companhia de alguém, pois sem outras pessoas não teremos com quem nos expressarmos e nem teremos nada de interessante que não seja nosso para ouvir.
Atualmente, no entanto, a sociedade em geral prega que determinados grupos devem agir de determinada maneira e as pessoas, para não ficarem "sobrando", acabam aderindo a esse "Efeito Grupo" e acabam perdendo sua originalidade. Por exemplo, não é incomum um grupo de adolescentes gostar de músicas, filmes, esportes em comum, mas muitas vezes quando estão em outro grupo dizem que têm gostos completamente diferentes para não serem "diferentes" dos outros.
Devemos tomar cuidado pra não perdermos nossa originalidade e nos tornarmos pessoas mascaradas que não têm vontade nem opinião própria. Devemos sempre defender aquilo que pensamos, pois só assim saberemos quem nos respeita de verdade.
Diego Teruo Mendes de Souza, 3B/2009
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Dois terços de um semestre na UFV
O tempo na Universidade passa mais rápido do que a gente imagina. No começo parece que tudo será uma rotina, assim como foi na escola, mas não é bem assim que as coisas funcionam.
Quando você menos espera já chegaram as primeiras provas e, mal você se recupera das primeiras, já chegaram as segundas, sendo que durante o semestre são realizadas pelo menos três avaliações de cada disciplina.
O tempo na Universidade é muito precioso e não se pode dormir no ponto. O ideal é estudar um pouquinho todos os dias para não ficar desesperado no final.
Apesar de todo o aperto de tempo, a universidade é um local muito bom, onde além de você aprender muito sobre as matérias que você gosta, também conhece pessoas de diversas culturas e aprende muito com elas.
Recomendo a todos que se permitam essa oportunidade, garanto que não se arrependerão. As dificuldades de se realizar um curso superior são muitas, mas não devemos desanimar, pois quanto maior a provação, maior será a recompensa.
Diego Teruo Mendes de Souza, 3B/2009
segunda-feira, 8 de março de 2010
Time (Angra)
This time I wanna know what life means...... to live it againI'm looking forward, feel the light shine in my eyes And now I know, my instincts were not wrong And many things can be done I don't believe now That I'm dreaming aloneOh, we're searching for the lovethat everyone's got, but can't seeOh, beyond the flesh and bloodthere's so much hidden behindas so much more we've gotta give...Sanity brings up the sadnessthat keeps your illusions locked in a little box Fright comes, you find yourself lonely in a cage of conclusions crowding your mind You sit back bowing your head Every answer - yes Why don't you trust me and shed out your fears, Running over the tears you've contained now cover up your eyes- Is it good for you?I will be here when fire burns!Welcome on boardover here is the ship of your lifeSo rotten that will cast awayI'll be your sweet lullaby all nightAnd if you get lost you can hold my hand...And I'll be here when fire burns(Inside your heart)Climb up the hills and mountains,don't forget what you've learned!Life makes us feel the time we cannot hold Time makes us live a tale already told Time makes us heal a feeling inside a feeling that lies in our heart that we stole away...And I'll be here when fire burns(Inside your heart)Climb up the hills and mountains,don't forget what you've learned!Life makes us feel (life makes us feel)The time we cannot holdTime makes us live (time makes us live)A tale already toldTime makes us heal (time makes us heal)A feeling insidea feeling that lies in our heartthat we stole away...
Essa música sintetiza muito bem a sensação de fugacidade e impotência do ser humano diante do tempo que, como a própria música diz "we cannot hold".
Muitas vezes o passar dos tempos nos faz superar certos acontecimentos, no entanto não se pode mudar o que já aconteceu e algumas coisas jamais são esquecidas!
Por isso nunca arrependa-se do que você fez, e sim do que não fez!
Quem vive de passado é museu!, devemos olhar para o presente e o futuro e, do que já passou, guardar somente as sensações boas e as melhores lições que pudermos tirar!
Diego Teruo Mendes de Souza, 3B/2009
Vida universitária
A vida na universidade é o completo oposto da vida escolar em muitos pontos.Primeiro, os estudantes não têm sala fixa, a cada matéria diferente eles vão para uma sala diferente.
Outra curiosidade é que os alunos "não são cobrados pelos professores" de tal maneira como são na escola.O aluno tem plena liberdade para sair e entrar na aula o tempo todo, dede que não atrapalhe o que o professor estiver fazendo.
Apesar dessa aparente flexibilidade a Universidade não deve ser encarada simplesmente como um "mamão com açúcar", ela é um mundo de oportuniodades que, no entanto, só será acessível a quem dedicar-se de corpo e alma.
As Universidades, sobretudo as públicas brasileiras, são grandes responsáveisa pela disseminação do conhecimento desenvolvimento de tecnologias que melhorem a qualidade de vida, portanto em torno delas há muitas chances para ingressar em uma carreira de sucesso.
Além disso o curso superior já é escolhido com o intuito de dedicar-se às matéria que o estudante mais gosta e/ou tem habilidade, contudo o nível de exigência de cada disciplina é muito maior.
Portanto dedique-se aos estudos e conheça o mundo universitário, garanto que você jamais se arrependerá.Por fim cocluo que a Universidade não é a única opção de futuro, mas uma das mais excitantes!
Diego Teruo Mendes de Souza, 3B/2009
domingo, 7 de março de 2010
The Temple of Shadows
O "Temple of Shadows" é um álbum lançado em 2004 de uma banda de "Heavy metal" chamada Angra que, apesar de ter todas as suas músicas em inglês, é uma banda na qual todos os músicos são brasileiros.
O álbum é conceito, isto é, conta uma história e conta com várias participações especiais, inclusive a de Milton Nascimento. A história tratada no álbum é a de um cruzado conhecido como Shadow Haunter(Caçador das sombras) que durante a sua jornada começa a questionar os valores pelos quais luta.
Cada música do álbum conta um episódio diferente da história desse cruzado envolvendo muitos questionamentos sobre fé, salvação e razões pelas quais vale a pena lutar.
É interessante citar que o Shadow Haunter acaba se apixonando por uma mulher inimiga e forma uma família com ela e posteriormente essa família é morta pelos cruzados e, depois de uma profunda reflexão, ela começa a pregar a dignidade humana como forma de salvação, independentemente da religião, no entanto ele acaba sendo assassinado, sem certeza de que se converteu a tempo.
É uma história muito interessante e reflexiva, todas as músicas do álbum possuem ótimo instrumental e nenhuma deles pode ser entendida literalmente, sem conhece-se a mensagem do álbum.
Recomendo a audição do disco a todos os que gostam desse estilo de roque, e aos que não gostam também, e fazer uma reflexão sobre mensagem que ele passa, podem aprender mais coisas do que imaginam.
Diego Teruo Mendes de Souza, 3B/2009
Parusia
Amor, é tudo isso que eu posso dizer. Quando se tem amor tudo se torna grande. O seu amor, o meu amor, o nosso amor. Já pensei muitas vezes sobre isso. Você disse que iria voltar, ainda continuo à sua espera. Você não disse quando voltaria, apenas disse que voltaria. Ansioso continua a esperar por Você, espero que retorne logo. Nunca esquecerei daquelas noites em claro que passei ao teu lado, onde o frio tomava conta do meu corpo, mas o teu calor veio a me aquecer. O passado se foi, assim também como a solidão. Lágrimas de tristeza secaram, restaram apenas lágrimas de alegria. Alegria de sentir Você aqui ao meu lado. Dentro de mim, dentro do meu coração. Quando será que Você vai voltar? Espero que não demore muito, pois este mundo também precisa de Você.
A única vez que Você veio, mostrou à todo mundo o seu amor. Você foi o único que provou todo seu amor por mim, pagando com a própria vida. Obrigado por mudar minha vida. Obrigado por estar comigo todos os dias. Obrigado por me fazer sentir feliz. Você é quem mais amo neste mundo, mesmo sendo um mundo de caos. Você sempre transforma o caos em esperança. Nos momentos onde chorei, Você estava presente. Nos momentos de solidão, Você estava presente. Nos momentos de alegria, Você estava presente. Perdoe-me se algum dia eu machuquei Você, rasguei seu coração. Se algum dia fiz Você chorar. Talvez eu não estivesse em mim. Mas mesmo assim sei que me amaste. Exaltar-te-ei sempre, pois tu és a minha única esperança. Quando caí em teus braços Você sorriu.
Quando fiz algo de errado, vi meu coração na lama. E logo após vi Você limpando a lama dele. Sei que estás aqui agora ao meu lado lendo o que estou escrevendo. Mais uma vez me entrego aos teus braços, pois tu podes curar. Mas o meu amor, o meu amor, sempre será grande por Ti. Pois sei que seu amor por mim é maior ainda. Parusia, sempre que ouvir esta palavra lembrarei de Ti. Lembrarei que Você disse que voltaria. Mas mesmo que ainda não volte sinto Tua presença. Um calor intenso que não me deixa entristecer. Ansioso espero por sua Volta. Mas aqui está o meu muito obrigado. Obrigado por tudo. Pelas vezes que me fez sorrir. Pelas vezes que me fez cantar. Pelas vezes que me fez derramar lágrimas de amor. Pelas vezes que me mostrastes o caminho certo. Por todas as vezes que me fez dormir junto a Ti. Por todas as vezes que me acalmastes. Aqui está o meu muito obrigado. Peço a Você que sempre lembre, da eterna gratidão que aqui ficou. Você esfria minha cabeça e esquenta meu coração. Parusia, sempre lembrarei de Ti.
Vinícius José Resende de Souza, 3A/2009
domingo, 3 de janeiro de 2010
Mensagem de um ex-aluno
Olá pessoal, sou Diego Teruo Mendes de Souza, ex-aluno do HD até o início do 3º ano(2009), no entanto por uma jogada do destino vim parar em Carandaí.
Como todos sabem fiz Vestibular no final de 2009 e consegui passar na Universidade federal de Viçosa no curso de Engenharia Elétrica, fiquei em 10º lugar.
Escrevo não para me exibir, mas para lembrar que todos temos chances de passar em vestibular Federal e ter um curso superior de qualidade e gratuito.
Claro que não é fácil, mas tudo que é bom nessa vida exige esforço, pois aquilo que recebemos de graça geralmente não damos o devido valor.
Acreditem em seus sonhos e trabalharem por eles, se vocês acreditarem em seu potencial não haverá nada nesse mundo capaz de detê-los, acreditem todos vocês têm o direito de ser felizes.
Muito boa sorte e tudo de bom pra vocês.
Um agradecimento especial a todo o pessoal do HD que me apoiou e sempre acreditou em mim e um agradecimento especial ao ex-professor do HD Celi Hipólito Dutra que, ao contrário do que muita gente me dizia, de louco não tem nada!
Grande abraço e boa sorte a todos!
Diego Teruo Mendes de Souza, 3B/2009
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