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terça-feira, 10 de agosto de 2010

Língua Linda


Por Carla Sheyesllen Ribeiro Alves – 3B

O Português, se não me engano, é a oitava língua mais falada no mundo, além de ser uma das mais difíceis também.

A nossa língua é derivada do Latim, mas o Português falado no Brasil é bem diferente do de Portugal. Há palavras no vocabulário que nós usamos aqui que eles não entendem lá e vice-versa.

Além disso, escrever, por exemplo, na forma culta da língua é muito complicado e muitos brasileiros não sabem fazer. 

Portanto, é uma língua muito linda, complexa e marca nossa cultura, pois no Português do Brasil também há a mistura da língua indígena e da africana.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Mim


Por Carla Sheyesllen Ribeiro Alves – 3B

É um erro frequente no jeito de falar e de escrever quando o assunto é o pronome MIM.

Muitas pessoas usam errado esse pronome porque acham mais fácil, ou mais certo, ou por desatenção, dizer e escrever "Para mim fazer", etc.

Quando se conjuga um verbo usamos os pronomes pessoais retos e não os oblíquos, por exemplo, "eu faço". "Para mim fazer" está errado, então, ficaria "para eu fazer".


ERRADO                    CERTO
Para mim comer           Para eu comer
Para mim ler                 Para eu ler
Para mim estudar          Para eu estudar

Usamos o MIM depois do verbo como objeto e se usarmos antes parecerá um índio falando.

OBS: Todos nós dizemos "pra", que de forma oral podemos usar, mas esta palavra na escrita é também considerada um erro grave.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Nova Regra Ortográfica


Por Carla Sheyesllen Ribeiro Alves – 3B

As pessoas, na maioria alunos, devido à nova regra ortográfica, acreditam plenamente que não se usam mais acentos nas palavras. Errados! Os acentos ainda continuam valendo, mas em certas palavras eles realmente foram banidos.

Algumas palavras que perderam os acentos são as palavras paroxítonas com ditongo aberto, as que têm hiato com vogais repetidas e as paroxítonas que têm o "i" e o "u" tônicos depois de ditongos. Ex:

Ditongo aberto

jibóia > jiboia

heróico > heroico



Hiato com vogais seguidas

vôo > voo

Lêem > leem



"i" e "u" tônicos depois de ditongos em paroxítonas

feiúra > feiura

bocaiúva > bocaiuva



OBS: Com relação ao primeiro e ao último exemplos, as oxítonas continuam como eram: Piauí, tuiuiú, herói.


Mas atenção! Os acentos foram tirados de algumas palavras, portanto não foram banidos completamente.

Vai aí uma dica para quem tem dúvidas: procure pesquisar mais essas novas mudanças da ortografia portuguesa. A internet é um ótimo lugar para isso.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

O texto dissertativo


Por Carla Sheyesllen Ribeiro Alves – 3B

O que é um texto dissertativo? Um texto dissertativo é uma exposição de opiniões e argumentos seus sobre certo tema. Embora seja sua opinião, em hipótese alguma se deve usar o tratamento da 1ª pessoa do singular (eu); às vezes, é até melhor também não usar a 1ª pessoa do plural (nós). Você deve expor seus argumentos para manter forte sua opinião e de modo algum se contradizer; mantenha sua opinião do início ao fim. 

Para se montar um texto dissertativo, precisa-se saber de três princípios: introdução, desenvolvimento e conclusão. Geralmente, pelo tanto de linhas que são pedidas, não dá para fazer o que um texto dissertativo pede tradicionalmente (1º parágrafo: introdução; 2º, 3º e 4º parágrafos: desenvolvimento; 5º parágrafo: conclusão).

Eis um exemplo de dissertação simples com um parágrafo de introdução, um de desenvolvimento e um de conclusão:

(Tema: Copa do Mundo)

A cartola preta

Neste ano, em junho, começará a Copa do Mundo na África do Sul. Os países que irão participar disputarão o prêmio e a maioria dos jornais não deixarão de falar na tão esperada Copa.

A maioria da população mundial será mais uma vez iludida, porque a mídia se encarregará disso, pois iludindo as pessoas ela sempre ganhará. Por exemplo, se o povo só se preocupar com os gols e as seleções, irá se esquecer do que os políticos fazem de errado sem serem punidos, irá se esquecer da fome e da desigualdade.

Enfim, a Copa do Mundo vai ser a notícia e a fome, os roubos e a desigualdade serão esquecidos por mais ou menos um mês. Mas a Copa passa e como é que ficam a fome e a pobreza do mundo? Elas estão aí e não são simplesmente euforia do momento.