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segunda-feira, 27 de abril de 2009

O gerador de Van de Graaff


Por Joseane Priscila de Sousa – 3A

A utilização de voltagens elevadas é necessária em alguns trabalhos da Física Moderna, seus valores chegam a alguns milhões de volts. As partículas atômicas eletrizadas são aceleradas e ganham grandes velocidades com voltagens.

O que ajuda a obter essas voltagens para que as partículas sejam liberadas contra os núcleos atômicos a fim de provocar reações nucleares é o gerador de Van de Graaff.

O gerador recebe esse nome em homenagem ao físico americano Robert Van de Graaff.

Esse gerador funciona da seguinte forma:


  • Princípio básico: quando uma carga elétrica se transferir totalmente de um corpo para outro havendo contato interno.
  • Observe o desenho:


“Ele é mostrado esquematicamente. Observe que é constituído por uma correia que passa por duas roldanas, uma delas acionada por um motor elétrico que faz a correia se movimentar. A segunda roldana encontra-se no interior de uma esfera metálica oca, que está apoiada em duas colunas isolantes”.

“As cargas transportadas pela correia ao interior da esfera metálica são totalmente transferidas para ela, acumulando-se em sua superfície externa”.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Física é difícil?


Por Joseane Priscila de Sousa – 3A
 
Embora muitos olhem para a física com uma cara de espanto, pensando que é um "bicho de sete cabeças", há vários motivos para fazer qualquer um mudar de ideia a respeito desse assunto.

Para entender a Física, primeiramente devemos prestar atenção só nela; sempre estudando o assunto que nos aborda, dividindo o texto em pequenos tópicos com títulos determinantes ao seu conteúdo.

Muitos dizem: "Ah, é muito difícil porque tem muitas fórmulas!" Isso é verdade, que tem muitas fórmulas, mas não é difícil memorizá-las, apenas devemos saber de onde a fórmula surgiu. É por isso que a leitura e a interpretação são passos importantíssimos no estudo dessa e de qualquer matéria.

Sempre após um estudo detalhado do texto, é importante fazer exercícios, não de forma rápida para se livrar da atividade, mas sim com calma e, se houver dúvidas perguntar ao professor ou até mesmo aos colegas. Os exercícios são importantes, pois nos ajudam a memorizar mais facilmente as coisas; e nunca poderíamos passar para um problema sofisticado sem antes resolvermos problemas mais simples, pois não conseguiríamos.

Não é correto criticar a física sem antes conhecê-la melhor, pois somo citei há um tempo a fala do professor Celi: "Não há nada no mundo que não seja feito através da Física!" Ela é muito importante e divertida quando estudada com prazer, pois há várias experiências curiosíssimas, todas detalhadas no livro, prontas para serem exploradas e explorá-las só depende dos alunos, afinal, do que adianta um bom livro se ninguém o explorar?

Pois bem, se a Física não é difícil, como eu disse, devemos abrir a mente e dar uma chance para que essa matéria entre para expandir nossos conhecimentos. Garanto que se todos olhássemos não só para a Física, mas para tudo, com olhos otimistas, certamente acharíamos mais facilidade e prazer de fazer qualquer coisa por mais desafiadora que fosse.

Procurando soluções para os problemas (em geral), você estará subindo mais alguns degraus em sua formação científica e social!

Boa sorte e procurem abrir as portas para novos assuntos, e lembrem-se: as provas estão chegando. Bastante atenção e confiança!

terça-feira, 24 de março de 2009

Para quê a Física?


Por Joseane Priscila de Sousa – 3A

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer ao Diego Teruo por confiar em mim, oferecendo-me a Coluna de Física. Isso ocorreu pois infelizmente ele teve de sair da escola.

Física, como todos sabem, é uma matéria implantada nas escolas, pois é de extrema importância o que ela tem para nos ensinar.

Ela nos ensina desde o surgimento dos primeiros físicos que começaram a estudar os fenômenos da vida. Antigamente, ela era conhecida como a ciência que se dedicava a estudar todos os fenômenos que ocorrem na natureza e era denominada “Filosofia Natural”.

Muitos consideram as experiências muito interessantes, o que é verdade, pois devido ao número de ramos da Física é que podemos saber qual o que mais nos interessa. Os ramos da Física são: a Mecânica, o Calor, o Movimento Ondulatório, Ótica e Eletricidade. Agora vejamos o seguinte. E se ninguém tivesse a curiosidade para estudar os fenômenos da natureza? Como viveríamos? Certamente não teríamos toda essa tecnologia.

Há um professor de Física que não trabalha mais na escola, mas gosta tanto dos alunos que vem à noite esclarecer qualquer dúvida que tiverem. Uma vez ele disse: “Não há nada no mundo que não seja feito sem base na Física”. Como ele mesmo disse, em toda parte há Física, nem que sua participação seja de 0,01%, mas ela nunca é inexistente. A Física é essencial em nosso mundo.

Se a Física for bem estudada, ela nos revela soluções para melhorar o nosso cotidiano. Basta querer usá-la e saber como fazer isso.

Em resumo, a Física é como o ar, está presente até em nossa respiração. Ela é indispensável.

terça-feira, 3 de março de 2009

Galileu Galilei: gênio ou herético?


Por Diego Teruo Mendes de Souza – 3B

Galileu Galilei é considerado um dos “investidores” da Física por seus grandes trabalhos. Vindo de uma família pequeno-burguesa, foi inicialmente encaminhado para a medicina, mas acabou interessando-se pelas ciências. Com base no método científico, Galileu examinou um grande número de fenômenos, revolucionando os conceitos físicos de sua época. Uma dessas revoluções foi a defesa do sistema heliocêntrico, publicada em sua obra “Diálogo sobre os dois grandes sistemas do mundo”, o que causou uma grande polêmica, pois na época vigorava o sistema geocêntrico de Ptolomeu.

O tumulto de sua obra foi tanto que, para não ser queimado vivo, Galileu foi obrigado a assinar uma confissão perante o Tribunal da Inquisição renegando suas idéias. Veja a seguir a carta escrita por Galileu, na qual ele nega suas idéias:

Eu, Galileu Galilei (...), sendo trazido pessoalmente a julgamento e ajoelhado diante de vós, Emerentíssimos e Reverendíssimos Lordes Cardeais Inquisidores Gerais da Comunidade Cristã Universal contra a depravação herética, tendo diante de meus olhos o Sagrado Evangelho, que toco com minhas próprias mãos, juro que sempre acreditei e, com a ajuda de Deus, acreditarei no futuro, em todo artigo que a Santa Igreja Católica Apostólica Romana mantém, ensina e prega. Mas, por ter sido ordenado, por esse conselho, a abandonar completamente a falsa opinião que mantém que o sol é o centro e imóvel, e proibido de manter, defender ou ensinar a referida falsa doutrina de qualquer maneira... Estou desejoso de remover das mentes de Vossas Eminências, e de todo cristão católico, essa veemente suspeita acertadamente mantida a meu respeito, portanto, com sinceridade de coração e fé genuína, eu abjuro, maldigo e detesto os referidos erros e heresias e, de modo geral, todos os outros erros e seitas contrários à referida Santa Igreja; e juro que jamais no futuro direi ou asseverarei seja o que for, verbalmente ou por escrito, que possa motivar uma suspeita similar de mim; (...) Mas caso aconteça, que eu viole qualquer de minhas promessas, juramentos e protestos citados (que Deus evite!), eu me sujeito a todas as dores e punições decretadas e promulgadas pelos sagrados cânones e outras constituições gerais e particulares contra delinquentes dessa descrição. (...)

Essas palavras forçadas do eminente cientista nos dão uma idéia da dor que ele deve ter sentido. Por trás dessas palavras pode-se perceber a dor e o sofrimento de alguém obrigado a negar suas próprias crenças. Apesar de ter assinado a declaração, Galileu foi condenado a degredo perpétuo em sua casa e morreu completamente cego, deixando-nos sua obra “Duas novas ciências”, na qual são expostas as bases da futura mecânica física.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

A física em nosso cotidiano


Por Diego Teruo Mendes de Souza – 3B

Certa vez, um renomado cientista disse que “o conhecimento só é significativo quando pode ser expresso em números, caso contrário ele é pobre e insatisfatório”. Essas poucas palavras simplificam razoavelmente como o nosso universo é matematizado e a física é uma das ciências que procura deixar bem clara essa evidência.

Inúmeros experimentos têm mostrado que situações comuns de nosso dia a dia obedecem a um incrível rigor matemático, por exemplo: se uma pessoa gasta um tempo t para ir a uma loja localizada a uma distândia d de sua casa, a velocidade média dessa pessoa será dada por v=d/t, logo sua energia cinética média será ½.mv² e nela atuará uma força média dada por F= m.a

Até mesmo outros campos do conhecimento humano utilizam a Física frequentemente, por exemplo: um professor de geografia ao dar uma aula sobre “ilhas de calor” faz menção aos fenômenos físicos da densidade, dilatação, aquecimento, etc.; até mesmo em uma aula de português os alunos só podem observar o quadro devido à reflexão da luz e ouvir as explicações do professor devido às ondas sonoras. Por sua vez, todos esses fenômenos obedecem a rígidas leis matemáticas.

A física estuda todos esses “fenômenos naturais”. Não somente em nossos simples atos como também as formas de aplicá-los industrialmente. Embora não haja uma definição exata para “a ciência física” desde já podemos perceber sua extrema importância. Diante dos exemplos dados até aqui e de todas as evidências que aparentemente apontam a linguagem matemática que constituí o mundo surge uma dúvida: será que no começo era mesmo o verbo, ou será que era o número?