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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Inovação e aprendizagem


Conexão Tribuna
Andreza Siqueira
Jacqueline Silva
Kássia Ingrid
Katryn Bernini
Lucas Paiva

O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) é uma proposta que objetiva incentivar a formação docente em nível superior para a Educação Básica, bem como inserir os licenciandos no cotidiano de escolas da rede pública de educação, proporcionando-lhes oportunidades de criação e participação em experiências metodológicas, tecnológicas e práticas docentes de caráter inovador e interdisciplinar.
Com as oficinas do PIBID, o aluno, além de reforçar o que aprende no ensino regular, possui a oportunidade de aprender algo novo, que normalmente o currículo escolar não oferece, ou seja, atividades extra-curriculares. No caso do Henrique Diniz essas atividades são as oficinas de: Análises de canções, libras e a mais recente, sugerida pelos próprios estudantes, a oficina de artesanato. 

Oficina de Análises de canções

Esta oficina traz a música como um objeto a ser estudado, analisando suas metáforas e significados, aplicando a letra de determinada música no cotidiano.

Oficina de Libras

Na oficina de libras os alunos aprendem como estabelecer uma comunicação básica, como se estrutura as sentenças, qual a diferença entre libras e outras línguas de sinais e a língua portuguesa; o alfabeto manual e como utilizá-lo, e muito mais, gerando uma maior integração social por parte dos alunos.

Oficina de Artesanato

Nesta oficina os alunos irão aprender a compor trabalhos manuais, com materiais recicláveis (garrafa pet, caixinha de leite, entre outros) e a expandir a criatividade e o empreendedorismo. Desta forma, os estudantes poderão ampliar sua renda e, além disso, aprender muitas coisas interessantes.

Segundo Vitor de Paiva Vieira, aluno da oficina de análise de canções, a oficina foi um modo de conhecer músicas diferentes e aprender o motivo da criação destas mesmas músicas.

“O PIBID é um programa da CAPES, do Governo Federal, e, como tal, é implantado nas escolas após um processo público de seleção. No caso da E. E. Henrique Diniz, a inscrição no programa foi feita via Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), instituição cujo curso de Ciências Sociais adotou o programa da CAPES. Como no ano passado, nossa escola desenvolvera com sucesso o PIBID, a coordenação do programa na UEMG (Prof. Renato), já sabia da seriedade da escola na condução do mesmo e na parceria com a instituição de ensino superior. Certamente, este fato contou pontos para que a E. E. Henrique Diniz pudesse novamente ser selecionada para o PIBID, cujas atividades estão em curso desde março deste ano. O PIBID é um programa de incentivo à docência, ou seja, seus objetivos maiores são de incentivar o exercício do ato de lecionar entre os alunos dos cursos de licenciatura. Atualmente, muitos alunos que cursam o ensino superior de licenciatura (voltado à formação de professores) não exercem a profissão de professor. O PIBID visa à correção desta distorção. Além disso, através do programa, as escolas têm a oportunidade de fazer uma parceria muito interessante com um a instituição de ensino superior, oferecendo oficinas e cursos ministrados por alunos bolsistas para a comunidade escolar.”, finaliza Felipe Souza Soares, coordenador das oficinas do PIBID no Henrique Diniz.





terça-feira, 3 de junho de 2014

Alteração no horário do Plantão de História

Caros alunos, estou alterando o início do Plantão de História por causa da mudança no horário da Oficina de Libras do PIBID.

Plantão de História

Como era
Quartas-feiras, das 18h às 19h, nas escola, após a oficina de Libras do PIBID

Como vai ficar
Quartas-feiras, das 18h30min às 19h30min, nas escola, após a oficina de Libras do PIBID

Agradeço a compreensão de todos.
Professor Felipe

A tartaruga invejosa

Por Maria Eduarda de Moura – 6.3

Era uma vez uma tartaruga que se achava a mais linda de todos os animais. 

Certo dia uma lebre estava procurando um abrigo, encontrou a tartaruga e disse:

- Olá, tem algum abrigo para que eu possa ficar?

A tartaruga respondeu:

- Se quiser pode ficar na minha casa! A tartaruga era metida, mas muito bondosa!

Dias depois a lebre estava se arrumando, ela era muito bonita. Quando a lebre saiu pela porta da casa da tartaruga vários animais vieram em volta da lebre e tiraram foto dela e ficaram impressionados com sua beleza 

A tartaruga com inveja colocou fogo nas roupas da lebre, e sem perceber o fogo foi se espalhando; A tartaruga ficou sem onde morar, e a lebre como tinha vários amigos recebeu ajuda deles e achou onde morar.

Moral: “O feitiço vira-se contra o feiticeiro”

O pingo de água

Vinha um pingo de água 
Eu ficava olhando sem entender nada!
Ele não tem cor
Parece uma alma de gente
Será que é pingo de detergente?
Quando ele batia no chão 
Rolava e rolava 
Parece até que ele dançava!
O pingo não era bonito 
Nem feio ele era
Ele era apenas um pingo,
Não era gente nem fera!

Maria Eduarda de Moura, 6.2

Tecnologia

A tecnologia pode ser utilizada para fazer coisas boas, mas também pode ser usada para coisas ruins.

A tecnologia pode ser usada no lazer, nos estudos, etc. Hoje em dia, o ser humano não vive mais sem ela, sem celulares, sem internet e sem computadores e muitas pessoas usam-na para fazer coisas boas, por exemplo, para aprender e ensinar algo.

Mas muitas pessoas usam a tecnologia para praticar coisas ruins, para falar mal de outras pessoas, para fazer ameaças, etc. O computador e a internet podem ser usados como um material de espionagem e certos países usaram isso para vigiar, saber das coisas que aconteciam nos outros países. Infelizmente, essa tecnologia está sendo usada para praticar coisas ruins.

Vargas

Justiça

A justiça no Brasil é falha, cheia de defeitos, espaços em branco. É algo estranho quando a justiça é injusta.

Uma vez, li em um livro que “a justiça não garante direitos iguais, mas que todos têm seus direitos”. É estranho pensar nesse tema. Já que todos os seres humanos pensam de jeitos e formas diferentes, a justiça é diferente para cada um.

Então, a justiça com as próprias mãos não pode ser errada, pois viver em um país de justiça falha é a única maneira de obter a própria justiça.

Mas, se o próprio homem julga e ele é falho, logo a justiça do homem também é falha.

Guto

Texto livre

Hoje infelizmente nós não vivemos sem a tecnologia. Crianças já tem seus iPods, seus smartphones. Criam dependência de tecnologia. São raras as pessoas hoje que saem de casa sem um celular na mão, que não ficam presas ao Facebook e de uma forma se esquecem de viver socialmente. Vivem virtualmente.

Existem pessoas, hoje em dia, que são totalmente viciadas em aplicativos e na vida virtual. Não saem de casa sem seu celular, sua internet. Não vivem. Muitas pessoas acabam tendo relacionamentos à distância e isso pode ser bem arriscado, porque existem fakes que muitas vezes, ao encontrar a pessoa, matam-na ou estupram-na. Já aconteceram vários casos de pessoas que se conheceram na internet e, quando foram se encontrar, acabaram mortos por seus supostos companheiros.

Hoje, o homem infelizmente ficou totalmente dependente da tecnologia. Não sabe viver sem ela. Infelizmente, ficamos assim. Tecnologia é algo muito útil, muito usado, mas temos que aprender a viver sem ela.

Melo

Tarde demais

"Deixo-te esta carta, a única e original, apenas para que tenhas a plena certeza de que foi o mais importante, enquanto estive viva".

Inúmeros momentos, gritos de socorro que jamais sairão da memória. Foi em uma simples festa de amigos quando tudo começou. Gente, dança, bebidas, gargalhadas e apenas uma única pessoa sentada na beira da piscina, agarrada como sempre àquele celular procurando notícias suas, quaisquer que fossem.

Embora não fosse a mais esperada, ela a recebeu. Uma amiga vinha lhe contar que havia visto uma batida entre um caminhão e a moto do seu amado, e ele não resistiu. Naquela mesma hora, seu mundo desabou. Nada mais importava. Ela só queria ficar junto dele e, para ela, esse seria o momento. Não ficariam juntos em via, mas em alma.

Foi então que ela lembrou que a parcos quilômetros dali havia uma cachoeira. Sem demora se despediu de todos, entrou no carro e foi-se. Ao chegar, pegou um pequeno papel, um lápis que lhe prendia as madeixas e deixou um bilhete para a sua mãe. Derramou algumas lágrimas ao lembrar do seu amado e se jogou do ponto mais alto.

Ao perceber a demora dela para chegar em casa, a mãe foi atrás de notícias. Pelo caminho até a festa avistaram o seu carro na beira da cachoeira. Os gritos de desespero daquela mãe agoniavam todos.

Mãe e filha, amigas inseparáveis. Assim elas eram definidas. Depois de se acalmar um pouco, a primeira pessoa que ela pensou para dar a notícia foi aquele garoto por quem sua filha era louca. No terceiro ou quarto toque ele atendeu o celular. Com voz de sono recebia a notícia e contava que sua moto havia sido vendida naquele mesmo dia.

Ele, com a consciência pesada chorava e clamava perdão a sua amada. Embora fosse tarde demais, ele ainda assim jurava amor eterno daquele mesmo jeitinho de que ela gostava tanto de ouvir!

TM

A tecnologia na educação

A tecnologia que está sendo aplicada na educação em alguns estados do Brasil irá beneficiar vários alunos em suas formações e também vai ajudá-los a entrar no mercado de trabalho ou em outra carreira que o aluno queira seguir.

Na Escola Estadual Henrique Diniz em Barbacena, Minas Gerais, os alunos não têm muito contato com a tecnologia. Eles apenas usam o computador da sala de vídeo para apresentar alguns trabalhos de determinada matéria. Eles também são monitorados por um sistema de várias câmeras espalhadas pelo pátio do colégio e as imagens são vistas pelo diretor no computador de sua sala. Fora essas coisas que eu citei, também há na escola uma sala de vários computadores para os alunos terem aula, mas acho que ela não é muito usada.

Mas, com o decorrer dos anos, isso tudo vai melhorar e a tecnologia na educação vai só aumentar e melhorar cada vez mais.

Wesley Safadão

A clareira

Em meio a uma floresta, havia numa clareira uma casa cujas características eram horripilantes. Todos já ouviram falar na casa mal assombrada de Rajaram, mas ninguém ousava se quer encostar um dedo naquela casa.

Certo dia, havia uma menina aventureira e seu nome era Clara. Ela, pensando em tudo sobre que se falava da casa, resolveu se aventurar pelas profundezas da habitação. Chegando lá, bateu na porta em que havia uma sineta, mas nada além de uivos do vento eram ouvidos, Clara, vendo uma janela com vidro quebrado e sendo destemida, pulou a janela cujos pedaços caíam e resolveu explorar o interior da mansão.

Na casa havia vários móveis antigos cobertos de poeira que pareciam não terem sido limpos há séculos. Um detalhe: não havia nenhum espelho naquela casa. Ao remexer em coisas velhas por ali ecoou uma voz que assustou a menina aventureira.

- Quem ousa entrar em minha moradia? - disse a voz.

Porém, Clara apenas correu e prometeu nunca mais voltar perto da clareira assombrada.

Kênia Kelly de Souza, 3.4

Arte

Júnior da Silva Araújo, 3.2

Arte

Wallace Lucas Alves de Paula, 3.2

Arte

Edvaldo Vitor Renan Ferreira Rocha, 3.2

Arte

Ântonny Daniel da Silva Moreira, 2.1

Arte

Kelly Cristina de Barros Bernini, 1.7

terça-feira, 27 de maio de 2014

Ponto de vista

Por Andreza Cristina Siqueira Coelho – 3.2

O cotidiano leva aos seres, pequenos muros invisíveis que se constroem a partir da alienação dos mesmos, resultando na falta de percepção de que existe um mundo ao redor desta vida corriqueira.

O tempo só existe para os meros mortais, pois para aqueles que estão do outro lado do muro, ele é apenas uma contagem de minutos e horas a mais, de fome, de frio e de dor. Do lado de cá, o auge é o dinheiro; do lado de lá, o privilégio é a vida. As pessoas não veem estes muros, porque não querem vê-los, mas eles estão aí, visíveis ou invisíveis, aos olhos de quem observa.

Você deve estar se perguntando a que este texto se refere. Então, observe estes exemplos. Um menino de rua pede uma esmola em um sinal de trânsito; os muros dividem uma cidade, separando bairros nobres de bairros populares; um homem não ajuda o cego a atravessar a rua; o adolescente discrimina a nova aluna de sua classe... Muros visíveis e invisíveis revelam a desigualdade existente em nossas vidas.

Quanto menos se tem, mais se pode ver. O mundo aos olhos de uma criança é apenas um grande parque de diversões, que dá asas a sua imaginação; já o mundo aos olhos de um adulto é apenas uma escada, onde quanto mais degraus se sobe, mais dinheiro e bens materiais se pode adquirir.

Vejo o mundo nos olhos de uma criança e ainda tenho a esperança que estes muros serão abalados.

Revolução Russa

Por Ramon Henrique Mendes de Matos – 3.4

O povo da Rússia estava insatisfeito com o governo do Czar, pois ele exercia os três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), e ele fazia o que quisesse no poder. A Rússia estava em um grande atraso econômico, havia uma grande situação de desigualdade social, a burguesia era fraca.

São criados grupos revolucionários a fim de mudar a situação do país, são criados os Mencheviques, um grupo de pessoas menos rígidas e mais tolerantes e defendem uma revolução burguesa inicial para só depois adotarem o socialismo, e os Bolcheviques, eram um grupo mais organizado e defendiam o governo proletário imediato.

São organizadas manifestações pacificas, mas em resposta o Czar manda intervir e os manifestantes são mortos no “Domingo Sangrento”. Para amenizar o Czar cria a Duma, um Parlamento, mas as medidas não contêm as manifestações e o governo passa a ser mais repressivo. Para piorar a situação o Czar coloca a Rússia na Primeira Guerra Mundial, os radicais bolcheviques se aproveitam da situação de crise do final da Primeira Guerra e se armam para um possível ataque ao governo.

Lênin assume o poder e a primeira coisa q Lênin fez foi acabar com os latifúndios, todas as terras foram tomadas para o governo e distribuídas para os camponeses, depois Lênin tira a Rússia da Primeira Guerra Mundial. Alguns anos depois o Lênin morre e começa uma disputa pelo poder: Trotski defendia a expansão do comunismo, vencendo as fronteiras da Rússia e Stálin defendia o fortalecimento do comunismo e o fechamento das fronteiras.

Stálin assume o poder, aumenta o poder militar e dá inicio ao culto da sua personalidade, o forte governo do Stálin impedia críticas e punia seus opositores.

Uma bela tarde

Um dia eu estava passeando numa bela tarde com minha cachorra quando aparece uma mulher com um cachorro bem grande e minha cachorra começa a correr atrás dele. Eu corri, corri, e nada da cachorra parar de correr. Eu gritei, gritei, mas a mulher não escutou porque estava com fone de ouvido.

Depois de alguns minutos minha cachorra parou de correr e eu falei: “Belinha venha aqui, agora!” Ela voltou, assentou-se no meu colo e começou a chorar feito gente de verdade.

Na volta pra casa eu parei na venda pra comprar água. E deixei minha cachorra com um amigo, e ele sumiu com ela. Lá em casa chamei minha filha para me ajudar a caçar minha cachorra. Colamos papeis na rua; gritamos por ela, mas nada adiantou. Ela não apareceu. Aí eu decidi não mais procurar pela Belinha. Quando voltei pra casa ela estava lá, bem deitadinha do lado de fora do portão e correu em minha direção. No final, não é que deu tudo certo? Ainda bem, não é mesmo?

Matheus Victor do Nascimento, 6.1

Preconceito

O preconceito é um problema que está aumentando cada dia mais. Existe preconceito que as pessoas nem percebem o que estão fazendo.

Tem aquele preconceito racial que é muito feio, pois não é a cor que nos muda. Somos todos iguais, independentemente da cor. Há também aquele preconceito de classes sociais. Uns acham que por ter mais dinheiro são superiores aos menos favorecidos. Isso é errado, pois classe social não muda o direito de todos serem tratados com respeito.

Há o preconceito contra deficientes. As pessoas às vezes não querem ficar perto ou nem ajudam quando se precisa. E existem muitos outros.

O preconceito é ter um conceito antecipado das pessoas. Devemos lutar contra este mal que não vai nos levar a nada. Independentemente de cor, religião, situação financeira, etc., somos iguais perante a lei e temos os mesmos direitos e deveres. O preconceito é antigo, apesar de ainda existir, e só faz nosso país regredir. Sem desigualdades, podemos conquistar muito mais.

Rafaela Victoria Fernandes Neves, 3.4