Google+ Tribuna Estudantil - O Jornal do HD

segunda-feira, 16 de julho de 2012

sexta-feira, 13 de julho de 2012

O que as mulheres deveriam saber!


Por Jenifer Dominik Martins – 3.13

Talvez cobramos atitudes dos homens que nem nós, mulheres, conseguimos ter. Eles, assim como nós, são seres humanos, e, como já sabemos, somos cobertos de defeitos. Porém, temos algumas qualidades e características que nos tornam especiais.

Bom! Algumas mulheres cobram determinadas atitudes masculinas que não condizem com seu comportamento. Muitas dizem que os homens são iguais, mas tenho uma observação a fazer: eles não são iguais; você sim dá benefícios iguais a todos eles, os induzindo a agir da mesma forma. Lembre-se de que o cachorro só entra na igreja quando encontra a porta aberta!

Sabemos também que por sua vez conseguem nos superar com seu canalhismo. Outros nos enganam com suas várias faces. Mas as mulheres procuram príncipes encantados ou, na grande maioria das vezes, se entregam para aqueles rostinhos lindinhos que as outras mulheres desejam e que, por mais que o chamem de “galinha” e vários outros “apelidos carinhosos”. Mas, como sempre procuram um jeito de sofrer e depois acabam chorando pelas ruas encharcando os ombros de suas amigas de lágrimas. Poxa, mulherada, cadê o amor-próprio?

Lembre-se de que o homem não precisa ter um rosto lindo, um cabelo perfeito, um status social, carro, grana, não precisa ser maromba, porque a melhor capa é o conteúdo.

Se deseja realmente um homem que te trate bem, que te queira bem, mostre a eles que você pode ser a pessoa certa. Corrija sua postura perante a sociedade: seja uma verdadeira mulher e pare de cobrar dos homens aquilo que nem você mesma se dá: respeito!

O uso do celular

Se usássemos o celular para tudo de bom, iria valer mais do que vale.

Se usássemos a agenda para cumprir nossos compromissos sem atraso. Os números de colegas para desejar um bom dia. As mensagens para dizermos que amamos uma pessoa especial. A internet para pesquisar assuntos sadios e de entretenimento.

Se trocássemos as drogas, bebidas e festas por apenas ficar minutos a jogar jogos. Se usássemos a bíblia do jeito que usamos o celular, todos seriam mais felizes e teriam apenas pensamentos bons.

Se abríssemos a bíblia para ler do jeito que lemos as mensagens, iríamos no final refletir mais.

Daiane de Paula da Silva, 3.14

Doce juventude

Numa tarde tranqüila de verão, sentada na minha cadeira de balanço, estava relembrando os velhos tempos, quando eu ainda era jovem, cabelos longos, pele de pêssego e a vida inteira pela frente.

Aquele sítio era pequeno para gastar toda a energia que eu tinha. Acordava cedo, ia tirar leite das vacas, dar milho às galinhas e recolher os ovos, aguar as plantas, cuidar das hortaliças e depois preparar o almoço.

Logo depois de todo o serviço feito, podia aproveitar um pouco e andar a cavalo, descansar na rede, sair por aí só aproveitando a natureza, a paisagem mais linda de se ver.

Como eram bons esses velhos tempos em que em um dia conseguia fazer coisas que hoje não consigo mais. Como faz falta a juventude. Hoje tudo mudou. Não tenho mais meus cabelos longos e, o mais importante, não tenho mais a minha doce juventude. Só carrego comigo um grande vazio de uma vida que passou.

Andreza Lúcio Pacheco, EJA2.4

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Thamyres Wendy Silva Cândido, 7.3

Arte


João Victor Braga Silva, 7.3

Arte


Maysa Aparecida Peixoto Andrade, 1.4

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Leonardo Franco Resende, 1B

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Despedida

Sinto lhe dizer, mas é a minha obrigação. Sempre disse que a amava; falei certamente “amava”, ou seja, não amo mais você. Você sempre se achando a melhor por estar sendo bajulada, aclamada e embelezada, sendo que sempre demonstrou desprezo e saturação.

Mas abri meus olhos e enxerguei a minha volta o que antigamente não queria ver. Por isso estou indo embora e revivendo de novo as coisas que não sabia que existiam em mim; não queria te ver chorar, mas você mesma quis que fosse assim. Não minto, eu não tive pena, pois tudo que eu fiz por você, você não fez por mim.

Eu sei que agora estou feliz por estar feliz e estar fazendo feliz aquela que me quer e a quem amo. Não direi para você quem ela é porque não é de sua importância e, se quer saber, você, para ela, nunca existiu em minha vida.

Adeus!

Ítalo René Almeida Braz Viveiros, 2.7

Festa Julina – Arraiá do Henriquito

Venha curtir a quadrilha do HD! Muita farra e comida boa, sô! Esperamos por você!
Sábado, 14 de julho, a partir das 14h.
Professora Paula

terça-feira, 3 de julho de 2012

Plantão de História

Caros alunos,

O plantão de História acontecerá todas as segundas-feiras, das 17h30min às 18h30min, conforme acertado com a direção.

Mais do que apenas um espaço para tirar dúvidas, é destinado ao debate de temas ligados à História e está aberto a participação de todos os alunos do Henrique Diniz.

Abraços.
Professor Felipe

O viúvo

Francisco era um homem bonito, alto e magro. Era muito bem casado, mas sua esposa estava com uma grave doença e corria risco de morte. Passou um tempo e Francisco ficou viúvo, ficou arrasado com a perda de sua mulher. Então Francisco começou a se vestir sempre com roupas escuras. Andava meio de lado e tocava as coisas levemente. Passou a levar a vida sem entusiasmo, como se nada mais tivesse graça.

Francisco estava muito deprimido e solitário, então vieram alguns amigos para tentar animá-lo. No começo, não foi fácil, mas, como o tempo é o melhor remédio, conseguiram animá-lo novamente.

Ele até conseguiu ver a vida de outra maneira, mas nunca deixou de sentir o vazio e a saudade tamanha.

Jéssica Tamara de Paula, EJA2.4

Saudades

Quando gostamos de alguém, queremos essa pessoa o mais perto possível. Quando você pensa que ele sempre vai estar ali onde sempre esteve, descobre que ele se foi.

É como sentir o chão se abrir e ficar sem onde pisar. É se sentir sozinho no mundo mesmo que esteja rodeado de pessoas e pensar que não vai mais vê-lo onde sempre o via.

Dizem que a saudade foi feita para percebermos o quanto gostamos de alguém. Fato! Eu o considero a saudade dos piores sentimentos e o reencontro um dos melhores.

Mas tudo aquilo que é realmente nosso nunca se vai para sempre. E se for para esperar, esperarei o tempo que for preciso, porque para algo dar certo, é preciso dar errado primeiro. E o que me ajuda a ter sempre essa esperança de “voltar” é o mais belo sorriso que irei ver no seu rosto e saber que sempre vou vê-lo onde sempre quis.

Marília Samara Santos Guimarães, 2.7

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Eu e você

Por que devo chorar por você? Sinceramente, você me despreza, maltrata e me faz sofrer. Mas é porque você não tem amor-próprio e, assim, não ama a quem lhe oferece amor.

Eu sou aquele que lhe traz a crença na felicidade, o que lhe traz a paz na vida e o que tenta pregar o amor em seu coração. Mas já que você não aprendeu a dar valor para quem está perto, eu errei muito sobre essa questão. Mas agora eu estou mudando o meio jeito de ser e viver.

Com você, sempre cometi erros, gravíssimos erros. Você sempre perdoou, mas um dia se cansou desse sofrimento. Eu te amava, mas tinha medo de demonstrar e, então, cansada de sofrer, você me largou e se foi. Hoje eu assumo que a amo, mas você nem liga, finge que não gosta de mim.

Mas eu a espero sempre, pois sei que você ainda me quer. Tenho certeza que sim, pois de seu lábios ouvi você dizer que ainda me ama.

Ítalo René Almeida Braz Viveiros, 2.7

Sonho

Sonhei que tudo o que sonhei era um sonho, mas um sonho em que nele se sonhava. E a magia que o possuía tornava tudo uma realidade cheia de encontros, onde somente existia amor. Eram sonhos feitos de poesia... Sonhos feitos de magia, nos quais tudo e todos sonhavam em ter alguém um dia. Um alguém que surgiu do infinito como as estrelas que deslumbram o céu com seu brilho, alguém que tivesse um amor verdadeiro para que o sonho não terminasse nunca...

Queria fechar os olhos e viver o sentido real de um grande amor... Queria sonhar sem nunca pensar em acordar e viver a realidade desse mundo cruel e frio, onde as pessoas se destroem, se tornam amargas, se revoltam contra a própria vida, fazem com que ela se torne um pedaço vazio, no qual não há amor, no qual não há paz e dificilmente compreensão...

Mas às vezes a realidade da vida é um pesadelo, não um sonho e temos que lutar para que essa realidade não se volte contra nós. Temos que sonhar sim, mas um sonho vindo da alma e que nos ensine a viver como amantes da verdade e do amor... Porque sonhar não é impossível... Impossível é não sonhar.

Amo-te! Dedicado ao amor da minha vida!

Alice Regina Silva Assis, 1.4

Eu e meu avô

Sua nuca era gorda e macilenta e sobre ela se espalhavam cabelos esparsos. Movia-se pesadamente na cadeira de balanço.

Sempre toda tarde lá estava ele a fazer parte daquela linda e deslumbrante paisagem. E no vai e vem do balanço da cadeira meu avô contava para mim aqueles contos que jamais esqueci! Depois íamos compor histórias que nossa imaginação deixava rolar! No cantar dos pássaros, no latido dos cães, miados dos felinos, surgia sempre alguma fábula maravilhosa que vovô, tempos à frente venderia a alguma editora famosa, que certamente o faria ainda mais conhecido e respeitado como compositor que era.

Apesar da idade avançada, vovô era moleque como eu e, como tarefas, íamos nos deliciar com nossas histórias, brincávamos de pique esconde, cabra-cega, até de amarelinha! E quando a fome apertava, saíamos correndo para a copa. Depois, de banho tomado, eu ia sonhar e descansar, porque aqueles dias de encantamento e euforia se acabariam, pois com o raiar do dia, retornaria para a casa de meus pais. Mas levaria comigo a lembrança daqueles dias com meu querido vovô.

Alice dos Santos Rocha, EJA2.4

sexta-feira, 22 de junho de 2012

IV Feira Cultural do HD - Regulamento

Feira Cultural Milces de Queiroz Nogueira Amaral – Regulamento 2012


  • Não trazer bebidas alcoólicas e drogas de qualquer espécie para os trabalhos;
  • Expressamente proibido o uso de bebidas alcoólicas e cigarro de qualquer espécie nos recintos da escola;
  • Os grupos deverão ser formados por pessoas da mesma turma;
  • Os grupos deverão ter no mínimo três integrantes;
  • Os grupos que escolherem algum tema que necessite de música deverão trazer fones de ouvidos para mostrá-la ao público, evitando assim atrapalhar a apresentação dos demais grupos;
  • Os temas e os grupos deverão ser escolhidos e entregues à comissão de organização até a data estipulada, não sendo aceitas assim mudanças de última hora;
  • Caso o mesmo tema seja escolhido por diferentes grupos, serão sugeridos aos grupos sub-temas, evitando assim trabalhos repetitivos;
  • Todo o material necessário para a apresentação dos trabalhos (fios, extensões, TV, DVD, etc) é de inteira responsabilidade dos grupos;
  • Todos os trabalhos serão avaliados por jurados (professores da escola) sem horário pré-determinado de 10h às 14h e os estandes deverão ficar montados durante todo o horário da Feira;
  • Caso um jurado se apresente para avaliar o trabalho e não tenha nenhum integrante do grupo para expor sobre o tema, a nota do grupo será automaticamente 0,0 (zero);
  • Os alunos deverão se apresentar devidamente uniformizados no ambiente escolar. Os que desrespeitarem esta regra serão convidados a se retirarem para suas casas no intuito de se adequarem.
  • Todos os espaços utilizados pelo grupo (salas, corredores, pátio e ambientes externos) deverão ser entregues limpos e organizados, sob pena de que o grupo perca 1,0 ponto de organização.
  • São critérios de avaliação dos grupos: criatividade (1,0); conhecimento do tema proposto (1,0); painel, cartazes, fotos e maquetes (1,0); organização (1,0); interação da equipe (1,0).
  • Os orientadores dos grupos serão definidos entre a coordenação da Feira e o professorado de acordo com os temas dos trabalhos.
  • O período de inscrição dos grupos na Feira Cultural será de 27/06 a 17/07

OBS: O desrespeito recorrente às regras acarretará desclassificação de todo o grupo, ficando todos os integrantes do mesmo com nota 0 (zero). As notas não serão afixadas na parede, mas informadas diretamente aos professores.

Coordenação geral: Patrícia e Felipe
Coordenação de apoio: Sebastião e Cláudia Regina

Professores Felipe e Patrícia

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Guilherme Ponciano Nepomuceno, 6.2

Arte


Leonardo de Oliveira Rosa, 7.3

Arte


Júlia Santos Assunção, EJA1.3