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sábado, 6 de março de 2010

Expresso Cidadania

Gostaria de parabenizar todos os alunos pela brilhante participação no Expresso Cidadania. É com ações como esta que poderemos elevar o nome de nossa escola.
Seguem as fotos que tiramos no evento:

quinta-feira, 4 de março de 2010

Verb To Be


Por Beatriz Cristina Cassemiro Teodoro – 3A

The translation of the verb “to be” in the simple present is “ser ou estar”. Its flexed forms in English are “am, is and are”.

In the affirmative form, we use the verb after pronouns: I, you, he, she, it, we, you and they. Ex: I am from Brazil. He is my brother.

In the negative form, we add “not” after the verb. Ex: I’m not so good. They aren’t friendly.

In the interrogative form, you use the verb before the pronoun plus question mark. Ex: Are you ok? Is he your brother?

Don’t forget that the pronoun “it” is used for animals and objects. Ex: It’s your book.

And the pronoun “they” is used for a plural of animals, objects, men, women, etc. Ex: They are my parents. They are your cats. They are his books.

O cigarro: uma riqueza que mata


O tabagismo está presente em nossa sociedade atual, mas ele teve início nas civilizações antigas do ocidente e da Ásia.

Muitos povos já utilizavam as folhas do fumo em rituais religiosos ou tribais.

Com a Revolução Industrial, o fumo passou a ser produzido em forma de charutos e cigarros e teve sua venda feita para várias partes do mundo.

O cigarro é uma riqueza, pois sua produção gera milhões de empregos, faz com que muitos governos arrecadem milionários impostos. No Brasil, a fábrica de cigarros Souza Cruz tem importante papel na economia brasileira. Essa mesma indústria, há alguns anos, propôs ao governo o compromisso de pagar a nossa dívida externa, o que, porém, foi recusado.

O cigarro tem em sua formulação várias substâncias tóxicas que levam o usuário a ter dependência química e psicológica. Entre essas substâncias está a nicotina, que é muito potente e que causa inúmeras alterações no corpo: diminuição da capacidade de respirar, destruição de neurônios, aumento da pressão arterial, etc.

Todos os governos gastam muito com a recuperação e o tratamento de pacientes com câncer. Ao mesmo tempo, esses mesmos governos não fazem uma boa campanha contra o cigarro. Talvez isso se explique porque, ao mesmo tempo em que se gasta com saúde pública, arrecada-se muito dinheiro com os impostos. Cabe, então, a cada pessoa evitar o primeiro contato com o cigarro.

Ana Carolyne Silva Carvalho, 2B

Jéssica e Neném


Sai da frente. Vem que vem.
Sai da frente. Vem que vem.
Esse casal lindo é a Jéssica e o Neném.

Vou mandando um papo reto, moleque, eu vou cantar.
Uma data, mano, eles vão comemorar.
Não é aniversário, Páscoa ou Natal.
Está chegando uma data especial.
Já faz um tempo, eu não deixo para depois.
Os dois anos juntos que completam os dois.
Vou mandando um papo reto, esse casal é sensacional.
Ô, “tá ligado” que não tem igual.
Vou dizendo e cantando: ela é da escola.
Fecha com bonde “Rola não Rola”.
O Neném é maneiro e está sempre por cima.
Se precisar, é só chegar na oficina.
Se seu carro está estragado, eu vou te falar,
É só o Neném, parceiro, procurar.
A Jéssica gatinha, eu vou te dizer,
Se “tá” contigo, procura fazer
Por onde, meu amigo, ela mereça.
Pense direito e não se esqueça:
Seja consciente, não pense em traição.
Que amor não é ilusão.
Vou ficando por aqui e vou me apresentar:
Humildemente, MC Drogba. Valeu.

MC Drogba

Um dia


Um dia eu ainda irei ouvir você dizer: eu te amo.

Um dia talvez você me ligue, apareça e se arrependa. Talvez um dia você me procure e pense em mim. E veja que está jogando fora um amor verdadeiro.

Quem sabe um dia eu passe por você e os seus olhos brilhem. Talvez você perceba que todas as estrelas do céu brilham a cada lágrima que os meus olhos derramam.

Um dia você pode acordar e enxergar tudo isso. Espero que esse dia não demore. E o meu amor por você se apague, pois aí você dirá “te amo” e eu não ouvirei. Talvez me ligue e eu não te atenda; apareça e eu não te veja; se arrependa e eu não te entenda. E então você irá me procurar e só achará meus sorrisos.

Talvez você pense em mim e jogarei fora seu amor, assim como você jogou o meu. Você passará por mim e me verá sorrindo, coisa que quando te amara nunca fiz; você derramará lágrimas e olhará as estrelas e nelas estarão escritas as devidas palavras: “não te amo mais”.

Um dia, se isso acontecer, não me chame de ingrata por não te amar, pois eu te amei, te quis e te esperei. Você não veio, então eu só aprendi a me defender dos sofrimentos do amor. Espere, pois assim como eu te esqueci, você irá me esquecer... um dia!

Jéssica Augusta da Silva, 3A

O fogo perpetuará os grandes leviatãs não fanáticos


Há formas mais fáceis de entender os corações negros dos seres humanos, pois todos têm um lado escuro, egoísta e chocante, cada um com sua forma de pensar. Cada um com seu coração roxo, manchado de sangue e ligado em grandes, pequenos tubos para a seiva passar.

A sombra fria, de machado à mão, não sente medo de nós; o fanatismo gera isso: há sempre alguém querendo outra parte do outro. As cabeças, nesses momentos de procura e obsessão, rolam juntas ao corpo, mais metálico do que carnoso. A nossa carne desintegra-se, pessoas, o nosso cérebro regride. Há muito estamos burros ou congelados; talvez, esperamos que coloquem pilha no controle remoto... mas quem as colocará?

O câncer é um tipo de revolta e erro que as células fazem contra o próprio organismo (onde elas vivem). Aí, a explicação dos corações negros, porque se juntarmos todo o ecossistema para o planeta continuar nos mantendo (numa viagem longa: se mantendo), tudo que é vivo ajuda num certo equilíbrio e deixa que a vida prospere. Seria mais fácil aceitar esta realidade: somos o câncer. O câncer que sabe que mata e será morto, mas, continua destruindo tudo. Um câncer vingativo, fanático, egoísta, obsessivo, nervoso, transtornado...

Querem achar uma missão? Todos não dizem que não é por acaso que viemos ao mundo? A nossa missão está longe de ser de paz. Além da destruição que causamos, pode ser que alguém veja os próprios atos, a própria inteligência e aceite que falhou, alguém que não perdoe o fanatismo, seja mais justo e... feliz.

Carla Sheyesllen Ribeiro Alves, 3B

quarta-feira, 3 de março de 2010

Sem diretor de novo...

Por Carla Sheyesllen Ribeiro Alves – 3B

A diretora Patrícia de Almeida Liguori deixará o cargo em março por questões pessoais. Não entrou em detalhes por que deixará o cargo, mas nós já sabemos mais ou menos o porquê.

Por que será que o Henrique Diniz ficou sem diretor de novo? A antiga diretora nos deixou com as mãos abanando, pois tanto fez que acabou colocando o colégio muito mais que mal tratado. Conseguimos tirá-la do cargo e o Colegiado teve que escolher um diretor; a Patrícia entrou, no entanto já está saindo.

Os alunos no começo não queriam que ela entrasse para a direção porque, convenhamos, ela é uma ótima professora de Matemática. E agora que ela estava ajudando a escola a melhorar, os alunos e professores não estão muito satisfeitos com a sua saída. Alguns disseram que ela não deveria sair de modo algum, ignorando os motivos ditos por ela.

O Colegiado entrou em ação de novo escolhendo outro diretor, mas dependemos de ordens superiores lá fora para aprová-lo. Com isso, talvez, em um curto período, o Henrique Diniz ficará sem diretor presente.

Esperamos que o novo escolhido ajude a escola, assim como a Patrícia, tenha fé e força para superar os buracos que a antiga diretora fez. Sabemos que será difícil, mas com a colaboração de todos os alunos, respeitando as regras e levando no peito o emblema do Henrique Diniz qualquer trabalho ficará fácil e, por mais tortuoso, tentando melhorar tudo o que estiver ao alcance, a batalha será vencida. Com isso, nossa escola retirará um pouco da má-fama e se mostrará a toda Barbacena um ótimo colégio.

Além da escola inteira necessitar de reformas, não precisaremos disso em primeiro lugar. Precisaremos dos bons professores que temos, e também dos alunos, a vontade de melhorar a escola para não deixarmos mais a nossa escola cair em mãos erradas, afundando-se de novo, principalmente em dívidas.

É melhor que sejamos onipresentes e conservadores com um bem que é somente nosso e que poderá fazer falta no futuro.

Em breve, a escola estará em transição, mas não faltarão os nossos agradecimentos à Patrícia por ter começado a mudança e uma imensa “boa sorte” para alguém que quer mudar a escola também.

Obrigada, “Tia Paty”, e parabéns!

Boa sorte, Maicon.

Mãos à obra, todos nós!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

É quando choramos


E quando choramos de ódio de sermos nós mesmos? E quando choramos de amor – sempre destrutivo e bom? E quando choramos de solidão; espaço vazio que é difícil de ser preenchido?

Varremos com o olhar vago as vastidões tridimensionais procurando algum sentido na vida. Esperamos, desperdiçando o nosso tempo na Terra com coisas que enrolam a maior sabedoria do homem. A sabedoria que corrompe e o faz fugir na maioria das vezes. É o grande saber dos seres vivos mais completos. Esses até fogem, mas sabem que o fim é inevitável.

O raciocínio é duro e não nos perdoa. A inteligência exemplifica a teia alimentar. Eis a questão familiar, a dura verdade: sabemos que a morte virá e a existência aqui acabará. Mas por qual propósito nascemos? Nascer, comer... Procriar?

E quando choramos por sofrimento? O sofrimento mostra que não existe... Vem o desespero aterrador que mata aos poucos os ligamentos da nossa mente e nos obriga a incitar a morte mais rápido.

É quando choramos de solidão! Ninguém nos ouve, nos sente, nos vê. É se sentir sozinho no mundo para vivermos igual a certos animais que os cientistas falam: “animais que nem sabem se existem”. Sentir-se um completo idiota enrolando o final...

Para quê destruímos, então, se queremos viver? Outros também têm as mesmas perguntas e vontades de enrolar a vida.

É quando choramos por mais que solidão. Choramos no vazio da mente incerta e revoltada. Melhor vivermos sem muitas perguntas, sem muitas convivências. A ambição cresce e vem tudo nas nossas costas para desistirmos. E desistimos lá no fundo. Contudo, há algo para que continuar pulsando. Por que tudo isso? Você irá conseguir. Você irá conseguir...

E quando choramos por desistirmos? Nascemos e outros nem tomam conhecimento de nós. Não somos nada, talvez, experiência de alguém mais inconformado do que nós.

E quando choramos... É quando choramos com Deus.

Carla Sheyesllen Ribeiro Alves, 3B

A economia do Brasil


Por Samara Chêirla dos Santos – 3B

Os militares, na época da ditadura militar, investiram em grandes obras no país e isso acarretou muitas dívidas e o descontrole da economia.

O governo Sarney foi um fracasso, pois ele tentou em vão melhorar a economia. Foram lançados os planos Cruzado, Bresser e Cruzado Novo, congelaram-se os preços e tentou-se reajustar os salários. Tudo isso não adiantou nada e a inflação aumentou.

Os governos Collor e Itamar Franco não resolveram o problema da economia, mas o ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, teve uma grande ideia e lançou o Plano Real. Com esse feito, ele ganhou grande apoio e candidatou-se à presidência em 1994.

Fernando Henrique assumiu com uma situação favorável. Para manter tudo em ordem, ele cortou gastos, vendeu algumas empresas, como a Vale do Rio Doce, e também cortou um pouco da verba destinada à educação e saúde. FHC se esqueceu de que só estabilidade econômica não basta; é preciso também investir nos direitos básicos do povo. Ele se candidatou novamente em 1998 e foi eleito outra vez, só que a situação já não era a mesma e a crise aumentou.

Hoje, a economia está controlada e o Brasil está se saindo bem em meio à crise.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Vende-se TV Panasonic

Vende-se TV Panasonic. 14 polegadas. PAL-M. Acompanha controle remoto universal. R$100,00.
Interessados, procurarem a professora Paula no 1º turno.

Finalmente!

Gente, finalmente conseguimos colocar o vidro no mural de novo. Depois de muita correria para encontrarmos uma vidraçaria disposta a fazer o serviço que se espera dela, conseguimos uma, que, depois de vários dias, entregou e instalou o vidro.
O Tribuna Estudantil versão mural está de volta!!

Agora é com vocês. ;)
Participem!
Abraços.

A situação atual do mundo


Tudo o que antigamente era considerado terror para a humanidade está acontecendo, pois pouco a pouco vem crescendo o índice de violência que hoje em dia é absurdamente alto.

A violência está em uma situação tão crítica que pessoas evitam até mesmo sair de casa à noite. Cada vez mais pessoas estão morrendo, roubos estão acontecendo nas ruas, drogas estão sendo vendidas à luz do sol.

Nem mesmo a polícia está conseguindo conter a ação dos bandidos, assassinos, traficantes, principalmente nas favelas do Rio de Janeiro, onde a criminalidade atinge os níveis mais críticos de nosso país.

Nossos líderes deveriam tomar uma atitude que pelos menos diminua a violência presente em nosso dia a dia. É preciso encontrar uma solução o mais rápido possível para que nossa sociedade possa viver com mais tranquilidade e proporcionar aos nossos filhos e netos um futuro melhor.

Jefferson de Oliveira Silva, 2A

Verdade ou ilusão


A televisão é o meio de comunicação mais comum atualmente, e por sua vez, induz e neutraliza as ideias da sociedade.

Nem tudo que é visto na TV pode ser considerado como verdade, pois as emissoras estão sempre querendo ser melhores, e criam uma competição em busca das altas audiências e da fama, e assim exageram nos conteúdos das programações.

A televisão também cria certa compulsão nos telespectadores, pois criam uma imagem fantasiosa dos produtos e assim gera um consumismo cada vez maior. Como se não bastasse, ainda apresenta conteúdos que não mudam em nada a intelectualidade das pessoas.

As emissoras só mostram fatos que prendem a atenção e que causam curiosidade e simplesmente omitem coisas que seriam realmente necessárias saber. Os assuntos mais recentes, catastróficos, ou até mesmo políticos perdem audiência quando estão próximos à Copa do Mundo, às Olimpíadas, entre outros, o que não é certo, pois o mundo não para.

Enfim, é preciso selecionar o que estamos vendo, saber se é realmente verdade, ou uma face oculta e mentirosa que as emissoras usam para lucrarem cada vez mais. Assim parece que o mundo piorou, mas é isso: foram as coberturas jornalísticas que melhoraram.

Thamires Diana do Nascimento, 3B

Violência: estamos todos acostumados


As notícias sobre violência já estão tão frequentes em nossas vidas que já as recebemos como quem recebe as notícias sobre o tempo. Mas isto não quer dizer que gostemos.

Mortes, estupros, sequestros, espancamentos, tudo isto está se acumulando em nossas mentes e em nossas vidas. E a situação está tão crítica que muitas pessoas deixam de levar uma vida normal por medo de sofrerem algum tipo de violência.

O que deixa algumas pessoas assustadas é o modo brutal como aquelas pessoas cometem os crimes e depois ainda ficam com a consciência tranquila.

Crianças, adolescentes, idosos... Com tanta gente entrando no crime, os nossos representantes, que estão ocupando cadeiras na carreira política, poderiam se mobilizar um pouco e tentar pelo menos reduzir os altíssimos índices de violência no país.

Por isso, devemos também fazer a nossa parte e cobrar dos políticos, porque esperar pela boa vontade deles, apenas, não adianta.

Mayara Helena da Silva, 2B

A influência da TV sobre as pessoas


Atualmente, a televisão tem sido uma grande manipuladora de pessoas. Isso vem acontecendo frequentemente e várias pessoas não percebem.

A mídia tem uma influência muito grande no dia-a-dia da população. Várias pessoas às vezes deixam de fazer algum dever para assistir televisão; já estão manipulados pela programação.

A mídia televisiva aliena porque pertence a poderosos aglomerados empresariais e de acordo com esses é que vão ser pautadas suas notícias, sempre manipulando de acordo com o interesse econômico. Ela não apresenta opções para o telespectador exercer seu senso crítico, pois apresenta a notícia como fato pétreo, numa atitude de que é a única dona da verdade.

Portanto, devemos reconhecer que a mídia é uma empresa, e que, como tal, visa ao lucro, ao capital. Para evitarmos sermos manipulados por essa visão empresarial, devemos sempre lançar um olhar crítico às notícias, às intenções da imprensa, o porque daquela notícia ter sido transmitido de tal forma. Somente assim seremos telespectadores e não mais uma massa de manobras ideológicas.

Paulo Henrique da Silva Barros, 3B

Abuso do poder


Quando tocamos no assunto de direitos e deveres, certamente pensamos em uma Constituição válida e firme, mas a realidade é totalmente diferente.

A lei é um tanto falha e equivocada em algumas situações, ou seja, ela não é totalmente justa, o que nos leva a entender que quem executa as leis erra e alguns permanecem nesse suposto erro por pura vontade cometendo mais uma injustiça que deixa o Brasil cada vez mais inconstitucional.

Não apenas os “marajás” do poder público abusam do poder. Vemos isso no dia a dia como nas ruas, por exemplo, onde muitos policiais praticam o abuso do poder para nos manter na lei, mas não percebem que eles é que estão sendo injustos.

Alguns pensam que ter o poder nas mão é ter a livre vontade de usá-lo, ou seja, fica bom para eles e o resto é o resto. Já não sabemos o que a polícia faz em rua, se preserva a ordem ou se dá a ordem equivocadamente.

Para os “vilões” do abuso de poder, podemos sugerir que usem o poder para tentar melhorar o país em que vivemos e não torná-lo novamente uma nação autoritária como nos tempos antigos.

Michael Douglas Rodrigues Costa, 3B

Ter fé


Muitas vezes nos afastamos de tudo, perdemos a esperança e deixamos de viver e de acreditar na vida.

Será que viver tem sentido? Para que continuar vivendo? Algumas pessoas já se perguntaram isso. E é então que algo não o deixa desistir, alimenta-o e o ajuda a continuar tentando; e sabe o que é esse algo? Esse algo é a fé. Mas, fé em quê? Fé na vida, fé em você mesmo e em tudo de bom que você ainda pode fazer por você e pelos outros.

Quando acreditamos em nós e nos dedicamos, tudo aquilo que queremos alcançar fica mais próximo. É assim que tudo acontece, portanto, se queremos algo, mas não acreditamos no que queremos, nunca vamos alcançar.

Às vezes é preciso que alguém nos acorde e pergunte o que estamos fazendo aqui. Nossa presença não é só para preencher um espaço no mundo, temos que fazem algo, mostrar que estamos vivos e não só mostrar que existimos. Temos que fazer a diferença.

Ter fé é tão importante que pode mudar vidas, afinal, tudo que conseguimos até hoje só existe porque alguém acreditou, tentou e não desistiu. Por isso, não devemos perder a fé nunca. Acreditar na vida é viver. Se você não acredita, não vive.

Lídia Maria de Oliveira Silva, 3B