Gabriella Rayane Silva, 3.2
quinta-feira, 31 de outubro de 2019
segunda-feira, 28 de outubro de 2019
Sonhos
Sonhos
Glee é uma série musical adolescente que conquistou a
galera em 2009 na sua primeira temporada. A história tem seu pontapé inicial
com o professor Will, que quer a todo custo retomar o antigo e bem sucedido
coral da escola McKinley, onde leciona. O problema é que ninguém quer
participar do clube do coral da escola e, quando ele encontra alguns alunos
dispostos a participar, digamos que eles não são um grupo muito convencional:
Rachel, com complexo de estrela e potencialmente problemática; Finn, o atleta
bonito, mas não tão provido de inteligência; Quinn, a líder de torcida
infiltrada pra saber como destruir o clube (patético); Mercedes, a garota com
personalidade forte que diz a verdade na lata.
Já deu pra perceber que essa mistura não daria
muito certo, e esses são só alguns exemplos! Mas, por ironia do destino, as
diferenças entre eles fizeram com que esse coral fosse o mais curioso e chamasse
a atenção de todos.
Glee teve tanto sucesso que rendeu seis temporadas, e é
uma das poucas séries amplamente aclamadas pelo público e pela crítica pelo seu
excelente enredo.
Pode-se dizer que essa é uma daquelas séries que
você acha ser bem fraquinha e tem aquele preconceito velado, mas quando você
assiste se pergunta: "cara, por que não assisti a isso antes?" Sim,
colegas, já sabem o que vou dizer, não é?
Assistam a Glee!
sábado, 26 de outubro de 2019
Sufoco
Por Priscila Rebeca Siqueira, 2.11
Sufoco
As gotas
caem
Os olhos
marejam
Até quando
vou tentar ser
O que querem
que eu seja?
Sufocam
minha essência
Tiram meu
ponto de Fuga
O mundo é
doente
Mas ninguém
leva a culpa
Escrevo
poemas
Com versos
reais
Só entende
quem quer
Ou quem
finge de mais
Já li versos
clichês
Já escrevi
canções de amor
Mas os
versos que escrevo
São os
versos da dor.
Despersonalização
Por Vitória Maria Gava Ferreira, 2.14
Despersonalização
Tudo estava bem
Mas é assim que as coisas ruins
Começam
Os sentimentos se movem, eclodem, explodem
Se mesclam
E tantas linhas misturadas na confusão da minha cabeça
Me disseram novamente
Não vai entender até que cresça
Cresci?
Porque eu já não sinto nada
A solidão não me indaga
Uma mentira não estraga
E a voz da minha cabeça
Já não me maltrata
Mas fica calada
Então eu não sei
Por quem estou sendo controlada
Corri pela casa, toquei violão pelada
Não me senti envergonhada
Só quando me comove
A água me tocava
No banho que eu tomava
Escorria pelo corpo
A alma não ria de novo
E eu presa nos ladrilhos frios do banheiro
Paralisada, olhando a água jorrar do chuveiro
Naquele momento eu quase entrei em desespero
Mas juro, era só água percorrendo o corpo inteiro
Até me convenci de que eu estava morta
Que vagava pelo mundo como uma remota
Só via preto e branco, esqueci das aquarelas
Talvez eu tenha pensado em realidades paralelas
Depois fiquei orgulhosa, escrevi muito sentindo pouco
E cheguei à conclusão que meu banho é meio louco
Pensei que o monstro fosse “Ser ou não ser?”
Mas passei desta fase
Quando você está programado pra morrer?
segunda-feira, 7 de outubro de 2019
A canção humanamente modificada
Por Juliane Camilly Lasnou Costa, 2.13
A canção humanamente
modificada
Minha terra
sem palmeiras,
Onde é
extinto o Sabiá;
As árvores que
aqui queimam,
Sempre
queimaram como lá.
Nossos céus
escureceram,
Nossas
flores virou pó,
Nossos
bosques incendiaram,
Nossa vida
deu um nó.
Em pensamento, sozinha, sempre,
O desgosto
eu encontro cá;
Minha terra
sem palmeiras,
Onde é extinto
o Sabiá.
Minha terra
tem agricultores,
Que tais
querem a vida ceifar;
Sempre em
busca de seus valores
Sem se quer
na mãe natureza pensar;
Minha terra
sem palmeiras,
Onde é
extinto o Sabiá.
Não permitem
meus amores,
Que furtem
nosso lar;
De graça
recebemos primores
E de graça
estamos a dar;
À nossa
selva Amazônica,
Onde é
extinto o Sabiá.
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