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segunda-feira, 26 de março de 2018

Figura feminina

POR LETÍCIA DISCACCIATI SILVA, 1.5

A cada dia, a mulher derruba uma barreira contra o preconceito. Infelizmente, no Brasil, principalmente a mulher negra é muito desvalorizada. E o número de mulheres mortas e abusadas é absurdo.
O preconceito contra as mulheres está presente em vários lugares e, com muita dedicação e esforço, as mulheres estão em constante “batalha” para conseguir a igualdade de gênero.
As mulheres negras, não por todos, são altamente alvo de preconceito. O Brasil, por ser um país subdesenvolvido, digamos que influencia para tal fato ocorrer com certa frequência.
Inúmeras mulheres sofrem de abusos todos os dias, e muitas delas conhecem o agressor, que faz parte da família ou do convívio da vítima e, infelizmente, não é denunciado por medo (por serem tão próximas dos agressores) e também por receio de que algo pior ocorra com elas ou com a família.
No entanto, o Empoderamento feminino é essencial para derrubar essas barreiras. Lutar a cada dia para que nada disso ocorra e para que a mulher seja tratada com igualdade e, principalmente, com respeito é fundamental.

Um lugar a elas reservado

POR ANA LETÍCIA CAMPOS GAVA, 1.5


Nos séculos passados as mulheres não tinham seu lugar na sociedade, eram vistas como qualquer uma. Tinham apenas obrigações a serem seguidas.
Só ficavam em casa cuidando dos afazeres domésticos, eram usadas para procriação e por posse, porque a partir do momento que um homem tinha uma esposa era bem visto pela sociedade.
Mulheres tinham um padrão de beleza a ser seguido, tinham que ser vaidosas, bem cuidadas, que se preocupavam com sua beleza exterior. Eram submissas aos homens. Para conseguir um trabalho, tinham que ter a assinatura de seu esposo. O machismo dominava esses tempos.
O feminismo trouxe mudanças para os dias atuais, e se tornou um estilo de vida para muitas mulheres. Para isso acontecer, a morte de muitas delas foi necessária. Nos dias atuais, elas têm o seu lugar, têm seu reconhecimento na sociedade, ocupam cargos que há tempos não pensaríamos que elas ocupariam.
Elas estão em todos os cargos, dos mínimos aos superiores. Ainda existe uma diferença nos salários entre homens e mulheres, mas o lugar ocupado já é uma grande conquista.

A mulher

POR LUIZA COSTA NUNES PEREIRA, 1.3

8 de março, dia mundial da mulher. Mas esse dia de várias conquistas não veio de graça, muitos sacrifícios foram feitos para o reconhecimento dessa data.
A mulher tem um papel extremamente importante na criação da humanidade. Sem a mulher, não existiriam pessoas. Mas a mulher nunca foi reconhecida pela sociedade e foi tratada como subordinada por muitos e muitos anos. Algumas, até hoje.
A luta por igualdade vem sendo travada desde sempre e, alguns direitos foram conquistados, mas ainda falta muito para a total igualdade.
Em 2010, foi eleita a primeira mulher presidente do Brasil, Dilma Rousseff. Essa foi uma conquista enorme para as mulheres, já que há aproximadamente um século a mulher não tinha direito de votar. Até para trabalharem fora de casa, elas tinham que ter autorização do marido e a violência contra elas é algo que acontece até hoje.
Portanto, a mulher tem, sim, que ser reconhecida por todos, pois a luta não foi e não está sendo fácil para nenhuma delas.

Arte

Bruna Anacleto Novaes, 2.6


Arte

Lucas Emanuel Augusto Silveira, 1.4


Arte

Letícia Discacciati, 1.5


Arte

Gustavo Patrick da Silva Lima, 1.3


Arte

Isadora Ramos da Cruz Robertson, 1.1


domingo, 18 de março de 2018

O poder da mulher

POR NICOLLY LARA DUARTE BERNARDES, 1.5

As mulheres, em quase toda sua existência, foram usadas e vistas como um objeto, escrava de casa, filhos e marido. Elas eram vistas como objeto reprodutor, algo que servia somente para procriar, cuidar de marido, de filhos e de casa. Totalmente dependente do homem para tudo.
Ao longo do tempo, nós mulheres conquistamos nosso espaço na sociedade, claro que com muita dificuldade. Em meados dos séculos XX, as mulheres ganharam o direito de deixarem suas casas, o serviço do lar e a criação dos filhos, para ajudarem seu marido na luta e no seu ganha-pão.
Para chegarmos aonde chegamos, muitas mulheres tiveram que morrer, lutando por direitos iguais aos dos homens. Sem contar o preconceito que as mulheres que trabalhavam sofriam. Somos todos iguais e esse pensamento machista e desigual não nos diminui, pois nós mulheres poderosas e, de certa forma, muito mais fortes que os homens, os quais falam que devemos apenas limpar e cuidar de nossas crianças, conseguimos fazer isso e muito mais, como trabalhar fora, estudar e todo o resto.
liv

A luta pelo reconhecimento das mulheres

POR NARA BORGES, 1.2


Ao passar das décadas, as mulheres foram submetidas a diversas situações, as quais fizeram com que procurassem melhor convívio na sociedade e melhores condições de vida.
É notório que a mulher foi buscando aumentar seus direitos até os dias atuais, porém os resultados não eram como o esperado.
Muitas mulheres, ao buscarem seus direitos, eram rebaixadas, mortas, ou até perseguidas, pelo fato de quererem ter seus direitos reconhecidos. Somente no século XX, as mesmas conseguiram começar a ter seu empoderamento.
Em suma, a luta da mulher pela igualdade social, segue até os dias contemporâneos, pode-se dizer que a mulher já tem parte de seus direitos reconhecidos tanto no trabalho quanto na vida social, mas ainda há direitos a serem reconhecidos e preconceitos a serem terminados.

Mulheres

POR GISELI MARIA DE SOUZA, 1.2

As mulheres vêm ganhando cada vez mais lugar na sociedade.
O século passado foi marcado pela luta das mulheres contra o machismo. Conseguir conquistar lugar na sociedade foi uma tarefa difícil, mas as mulheres estão cada vez mais conquistando seu espaço na sociedade.
Os homens no século XXI estão começando a entender que as mulheres têm o direito, sim, de dar opiniões e questionar o que está errado, pois lugar de mulher é onde ela quer. Alguns homens ainda são muito machistas e não aceitam, mas as mulheres estão cada vez mais mostrando sua voz...
Muitas profissões antes não aceitavam mulheres; hoje aceitam. Agora elas podem seguir a profissão que querem e podem trabalhar sem medo; no passado, nem sequer podiam sair de casa.
Cada vez mais, elas estão lutando por seus direitos e estão conseguindo mostrar para a sociedade que elas estão dispostas a lutar por muito mais.

Sem título

POR ELISLAINE DE OLIVEIRA, 2.7

Uma alegria é a mulher
Mulher na vida
Mulher já foi maltratada
Mulher já foi destruída

Na sociedade a mulher era um lixo
Hoje ser mulher é um luxo
Fazer o que quiser
Sem o machismo contra, a impedindo

No século foram crescendo,
Fazendo-se e construindo-se
Então vamos marcar
Marcar para comemorar
As mulheres que lutam
As mulheres que amam
As mulheres que cuidam!

Vamos lutado por nossos direitos
Que nunca haviam existido
Mulher é carinhosa e cuidados!
Não importa o que falem,
Mulher é divina!

A luta feminista

POR GEOVANA PEREIRA DOS SANTOS SILVA, 2.7

As mulheres estão cada vez mais ocupando posições de destaque e cumprindo um papel importantíssimo na sociedade.
As mulheres são tidas como o sexo frágil, porém, quem pilota do fogão ao avião não pode ser conhecida como tal. A mulher é um ser divino, é guerreira e luta por seus direitos. Até séculos passados, mulheres não tinham o direito de votar, eram submissas aos maridos; hoje, as mulheres são independentes, dirigem e são donas de si.
A mulher, hoje, é eleita à presidência, tanto de países, como também de multinacionais enormes. A mulher exerce papéis como dar à luz, o que a faz ser muito amigável e amável. Ela consegue exercer seu papel de dona de casa e trabalhar em cargos de destaque com facilidade, porque a mulher é simplesmente e extremamente poderosa.
As mulheres já passaram por obstáculos dificílimos para conquistar o que têm hoje. Passaram por humilhações, rebaixamentos e por falta de respeito. Por isso, hoje, merecem total respeito e mérito por serem, com certeza, o sexo forte. Mulheres pilotam aviões e, ainda assim, conseguem com facilidade exercer seus deveres domésticos.
Falar que a mulher é um ser frágil é completamente inadmissível, pois a mulher é o ser mais forte em toda existência humana.

A batalha de todos os dias

POR K

Dia oito de março não é um dia de comemoração e sim de reflexão. Todos os dias, milhares de mulheres são vítimas de assédios, relacionamentos abusivos, pressões da sociedade sobre como devem se comportar, vestir e agir.
Cotidianamente somos vítimas de assédios nas ruas, na maioria das vezes por homens muito mais velhos. Certamente quando uma terceira pessoa perguntar o motivo daquela atitude, eles vão dizer que é um elogio. Porém, nós não nos sentimos elogiadas e sim desconfortáveis. Se alguma mulher der uma chance para esses homens que a “elogiaram”, eles irão julgá-la como “fácil”.
Relacionamentos abusivos, muitas mulheres não sabem que estão dentro de um. Uma relação em que o parceiro proíbe, obriga, manipula, chantageia, inferioriza ou bate é abusiva. O estupro também é feito por companheiros a partir do momento em que a mulher não quer e ele a força, nada é desculpa, não existe justificativa para essas atitudes. Não são só as mulheres vítimas desse tipo de relacionamento, no entanto, são a maioria.
Além disso, nós mulheres ainda temos que conviver com inúmeras pressões sociais. A mídia impõe um modelo de corpo, cor, cabelo e roupas, e a sociedade inferioriza todas as mulheres que não seguem esse padrão. É triste ver tantas jovens doentes por não aceitarem como são, e o verdadeiro vilão disso tudo é o povo, que não luta para acabar com esses modelos, que não existem, pois todos somos diferentes uns dos outros.
É inegável que o machismo já foi muito comprimido, porém ainda há muitas lutas para as mulheres enfrentarem a fim de conquistarem a igualdade de gênero. Precisamos nos unir cada vez mais, para que juntas possamos acabar com tudo aquilo que nos inferioriza. Empoderamento é liberdade de escolha.

Arte

Milene Carolina da Silva, 1.4


Arte


P. F, 1.4


Arte

Gustavo Patrick da Silva Lima, 1.3


Arte

Matheus Vinicius Julião, 1.4


Arte

Ester Andrade Martins, 2.7





segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Uma década

Uma década

Tribuna Estudantil... 
O nome foi escolhido para que os estudantes tivessem onde fazer suas vozes serem ouvidas. Numa época em que pouco, ou nada, podia ser falado, o jornal veio para que os alunos pudessem sugerir melhorias para a escola ou reclamar de algo que os havia incomodado. Ele foi criado também – e principalmente – para que os talentos escondidos pudessem ser expostos; e os sentimentos, externados.
Dez anos se passaram e muita coisa aconteceu. Hoje em dia, com o avanço da tecnologia e com uma direção presente na escola e aberta aos alunos, ficou bem mais fácil sugerir ou reclamar. No entanto, quando se trata de expor sentimentos, continua sendo melhor escrever, e nota-se bem mais fácil mostrar sua arte no mural da escola do que nas redes sociais. Houve anos em que a participação deixou a desejar; houve outros em que o jornal “bombou” e deu trabalho publicar todo o material; houve, inclusive, aqueles em que nem tudo foi publicado. Mas sempre pude contar a compreensão da minha equipe: os alunos.
Com o tempo, o TE passou a ser também a memória do HD. Através do blog, pode-se ver todo o material publicado desde 2008, além de todas as fotos e todos os vídeos dos eventos da escola (Feira Cultural, Festa Junina, Festival de Videoclipes...). Tribuna Estudantil – o jornal e a memória do HD! Os autores aqui convidados fazem parte dessa memória. Todos os textos deles estão lá (e, para quem não os conhece, algumas fotos também).
Eu, Paula, cofundadora e atual coordenadora do Tribuna Estudantil, agradeço pela confiança e pela ajuda dos alunos que escrevem e desenham, que leem e observam. Sem vocês, o TE não estaria fazendo aniversário. Agradeço também aos professores que incentivam a participação dos alunos (o jornal melhorou muito por causa de vocês) e à direção, pelo espaço e companheirismo ao longo dessa jornada.
Sinto-me orgulhosa de mim por ter conseguido chegar até aqui, sinto-me espantada com o passar acelerado do tempo. Não há reconhecimento financeiro em tal projeto, mas vê-lo fazer dez anos é o que preciso para saber que valeu a pena todo o trabalho. 
Convidei alguns ex-alunos para que escrevessem brevemente sobre a experiência deles como escritores aqui e me sinto honrada pela presteza, por terem dedicado um tempinho de seus atribulados cotidianos e, sobretudo, pelas belas palavras que, sei, vieram do coração.
Espero que gostem!
Que 2018 seja um ano de muito conhecimento, muito aprendizado e muita paz para todos nós!
Meu “muito obrigada”, sinceramente.

Paula Campos

tribunaestudantil.hd@gmail.com