Google+ Tribuna Estudantil - O Jornal do HD

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Pensando em você

POR DAIANE APARECIDA LONGUINHO 3.3


Caro amigo, hoje resolvi escrever esta singela carta. Esses dias veio em meu pensamento como você está, como você é, como você lida com seus amigos no dia a dia, porém fico também muito pensativa tentando decifrar seu rosto, seu olhar, afinal, suas características. Mas tem uma coisa que me atormenta, que deixa meus pensamentos sem sentido, toda vez que penso em você, meu corpo se estremece e sinto que algo de ruim está te acontecendo.
Por isso, meu amigo, vim lhe dizer que, apesar da vida não ser perfeita e nunca será, não é por isso que vai abaixar a cabeça, haja o que houver, seja sempre você, nunca se deixe abalar, por mais que a vida te derrube, te põe lá embaixo. Somos fortes o suficiente para subir, pois a vida é estilo roda gigante. Então, erga a sua cabeça e siga em frente. Que esta carta possa lhe ajudar em seu problema.

Além dos nossos próprios olhos

POR ROSEMILLA PATRÍCIA DA SILVA OLIVEIRA, 3.2

Além dos nossos próprios olhos


Atualmente, as pessoas vivem em uma sociedade na qual o suicídio se transformou em uma coisa triste e comum. O suicídio sempre esteve presente, mas de forma menor e sem a devida atenção; nas décadas que se passaram, era considerado humilhante para os familiares terem um membro que cometeu suicídio, motivo esse para esconder isso da sociedade. Hoje, os especialistas, psicólogos e até quem não domina o assunto buscam caminhos para ajudar as pessoas e combater o suicídio.
Para várias pessoas, o ato de tirar a própria vida é covarde, são essas pessoas que dizem que a depressão é falta de serviço, de louça para lavar, de companhia, falta de fé. Poucos são aqueles que investem em estudar a morte de um suicida e é aí que entram especialistas, médicos e psicólogos. Para eles, está claro que não se trata de falta de serviço, até mesmo pelo fato de vários deles trabalharem; não é falta de companhia ou de fé, afinal, essas são as formas de eles buscarem motivação, em alguns casos. Trata-se de uma imensa frustração consigo mesmo, de um sentimento e uma sensação de impotência, falta de relevância, crédito, falta de forças. Um vazio que se transforma em conflitos mentais rapidamente como uma bomba no peito.
Como forma de escaparem dessa vontade, a maioria deles busca fazer terapia, tratamentos, utilizar remédios ou se abrir de diversas maneiras, como fazia o vocalista do Linkin Park, através de suas músicas. Mas várias vezes isso não é suficiente ou, ainda, o suicida não busca ajuda e, para que se possa ajudar, basta olhar alguns sinais e dar amor, seu tempo, carinho e dedicação. Os sinais variam e por ser um isolamento que parte do próprio suicida, automutilação, tristeza e desânimo constante. Assim, o Setembro Amarelo” tem o objetivo de conscientizar as pessoas sobre isso e mostrar que há maneiras de combater o suicídio com um simples abraço, um carinho e ser um bom ouvinte. Isso pode começar na nossa própria casa e em campanhas feitas por escolas e governo.

Arte

Juliane Camilly Lasnou Costa, 9.1


Arte

Maísa Oliveira, 3.3 

Arte

Bruno Henrique de Souza Silva, 3.2


Arte

Seven XD 707


Arte

Jhenyffer Luyse Ferrão Silva, 9.2


quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Encerramento


Devido à necessidade de contagem de material para devolução dos mesmos e entrega dos certificados, comunico que o prazo final para entrega de material para o jornal é a próxima quarta-feira, dia 01 de novembro.
Aproveito para agradecer a todos que participaram do TE, escrevendo, desenhando ou simplesmente prestigiando. O jornal não existiria sem vocês!

Professora Paula

Tarde demais

SÁVIO

Tarde demais
Os seus olhos escondem a sua dor
De estar vivendo uma vida diferente
É difícil esquecer o que já passou
E com a culpa seguir em frente

Mesmo que se arrependa do que fez
E procure esconder o fim
Não quero que tente outra vez
Seu erro foi se prender a mim

Às vezes seus erros são sua qualidade
E sua inocência é seu desespero
Da sua vida você viveu uma parte
E a outra parte é seu maior medo

Um dia você vê que errou
E vai pensar em voltar atrás
Mas vai perceber que isso acabou
E, querendo ou não, já é tarde demais...

Amazônia

JOÃO DANIEL, 9.2


Nossa Amazônia
Atualmente uma zona
Árvores caindo
Natureza indo...

Desmatando,
Matando
A natureza
Levando sua beleza

Animais sumindo
Índios indo
Para a cidade
Menor felicidade

Cabe a nós ajudar
E não só olhar
Amazônia não é zona
Não é assim que funciona...

Sobre flores

GABRIELA SIQUEIRA ALMEIDA, 3.1

Gostar de conto de fadas é comum
Perceber que são reais, nem tanto
Passar por um jardim é comum
Ver as mais belas flores enrustidas em peitos, nem tanto

Desejar um buquê é comum
Zelar por plantas, nem tanto
Procurar ser amado é comum
Procurar amar, nem tanto

Eis que corações são as mais belas rosas
Sejam elas espinhosas ou deslumbrantes
Atente à escolha do jardineiro

Digo-vos que contar quantas lágrimas caíram é comum
Usá-las para regar, nem tanto
O importante talvez seja a sabedoria de que só terás se cultivar

Por quê?

BRUNO HENRIQUE DE SOUZA SILVA, 3.2

Com tantas pessoas no mundo, por que você?
Sério, não consigo entender
Seu cabelo me dá raiva
Seu jeito de sorrir me deixa irritado
Sua respiração me aflige
Suas roupas me sufocam
Seu olhar…
Bem, esse me cega de nervoso
Por quê?
Por que você me deixa assim?
Com vontade de me afastar de ti
Será que o fato de não poder te ter influencia?
O fato de amar e não saber se é amado
Quero me afastar de ti, mas…
Meu coração não deixa, minha mente pede
Adivinha qual fala mais alto?
Viver por alguém que vive por outro parece ser…
Ridículo
Porém, prefiro te ver feliz, não importa o tormento que isso me cause

PS. “Como posso dar tempo ao tempo se meu tempo é dedicado a você?”

Arte

João Fernandes Antônio Henriques


Arte

Carlão da Biquinha

Arte

Juliane Camilly Lasnou Costa, 9.1


Arte

Isaías Pereira de Campos, 3.1



Arte

Marcos Túlio Piva da Silva, 3.2


Arte

Jhenyffer Luyse Ferrão Silva, 9.2


segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Diferenças



Mais de sete bilhões de pessoas habitando uma imensa "bola" composta por água, terra, minerais, flores, animais e alguns outros "ingredientes". Vários continentes, centenas de países, milhares de cidades. Tudo isso ilustra a vastidão da tão preciosa Terra, que orbita num sistema composto por outros imensos planetas, que está inserido na Via Láctea, uma galáxia que é miseravelmente pequena se comparada a outras no universo. Tudo é muito vasto e, ao mesmo tempo, muito minúsculo. Uma coisa é inevitável, as diferenças são inegáveis e prevalecem para o bem comum.
Homem, mulher, homossexual, negro, branco, pardo, alto, baixo... Tantas derivações feitas a partir de um cenário comum: o corpo humano. Infelizmente, numa sociedade tão evoluída e diversificada reina um problema sério, o preconceito.
O preconceito nada mais é que o julgamento anterior a algo ou alguém, que é expresso revestido de palavras ofensivas e maus sentimentos. Infelizmente, a todos os momentos essa situação pode acontecer; seja numa sala de aula, num transporte público ou até dentro de casa, o desrespeito pode acontecer. Embora existam leis que reforcem a igualdade (como a Constituição, que diz "Todos os homens são iguais perante a Lei"), a indiferença é constante e extremamente prejudicial. Seja na recusa de emprego para um negro, no discurso de ódio contra um homossexual ou nos xingamentos despejados contra um religioso, o preconceito está lá, intrínseco e prejudicial.
Não há uma receita básica para acabar com o preconceito de uma forma rápida, uma vez que ele é um mal social e que atravessa gerações. Cabe a cada um se policiar, os legisladores devem investir na igualdade dos seres, pode-se criar uma parceria entre família e escola, para que essas falem uma mesma "língua", criando uma forte unidade para extinção do impasse. Sobretudo, policie-se! Muitas vezes opiniões e achismos podem estar oferecendo ódio a seu semelhante.

A influência da mídia no meio familiar

POR ISABELLY CRISTINA PONTES, 3.2


A família de hoje em dia ainda se encontra com alguns resquícios do século passado, em que os integrantes da mesma tinham paradigmas ignorantes relacionados aos seus costumes, tradições, religiões e governo. As manifestações culturais dos anos 60 e 70 refletiram o espírito de uma época de intensa contestação dos padrões sociais, o que gerou uma reflexão de que não se pode ter uma opinião formada sobre tudo, e assim a família começou a mudar de rosto e, hoje, pode-se chamar isso de influência da mídia.
Uma das principais características da mídia é apresentar coisas novas a todo momento, mas se deve compreender que nem tudo que é novo é bom. Ela expõe ao público uma ideia própria e oportuna que induz o telespectador a ter somente um ponto de vista, isso de uma forma que dificulta a pessoa pensar por si mesma.
Apesar da implantação de antolhos, a mídia também tem um grande poder de influenciar na vida das famílias através de programações que prendem os telespectadores na frente da televisão em horário nobre, expressando opiniões e ideias que incitam os conflitos pessoais, brigas, agressividade, mentira, entre outros. Isso se dá através de rádio e computador também.
A sociedade deve estar atenta às notícias e às programações a sua volta, informando-se para evitar o pensamento induzido e tentar, ao máximo, desintoxicar-se desse meio infeccioso que deixa as famílias cada vez mais “doentes”.