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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Parágrafo

POR KETLEN CRISTINA DA SILVA, 2.4

Ultimamente, nota-se que o ser humano vive com pressa, ocupado, atarefado, e que, diante das correrias do dia a dia, ele não repara o que é realmente importante para a sua vida. Devemos sempre nos adaptar de modo que não prejudiquemos a nossa rotina e não comprometamos a nossa saúde mental e emocional, pois, afinal de contas, a vida é para ser vivida e não cronometrada desenfreadamente.

Arte

Aline da Silva Rocha, 3.3


Arte

Paola Fidélis Freitas, 3.3


Arte

Marcos Túlio Piva da Silva, 3.2


Arte

Jhenyffer Luyse Ferrão Silva, 9.2



segunda-feira, 8 de maio de 2017

Inscrição para o ENEM

As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio de 2017 já estão abertas! O prazo é de 08 a 19 de maio. As inscrições devem ser realizadas na internet, através do link http://enem.inep.gov.br/participante/#!/inicial

Não deixe para a última hora. Faça já sua inscrição!

As provas deste ano acontecerão nos dias 5 e 12 de novembro.


Professora Paula

quinta-feira, 4 de maio de 2017

O perigo na palma das mãos


     No mundo desenvolvido e tecnológico em que vivemos, são poucos os que não têm acesso a serviços ligados à comunicação (internet, TV, celular, PC...). É magnífico ter a comodidade de, na palma da mão, acessar informações do mundo todo, assistir a conteúdos de qualquer categoria na TV, através do notebook conseguir editar arquivos do trabalho... Porém, tal facilidade pode gerar danos terríveis e irreparáveis.
O famoso celular, chamado agora de smartphone, tornou-se indispensável, uma vez que os poderosos e compactos aparelhos facilitam a vida numa proporção incrível, atuando desde a simples comunicação até transferências bancárias, sendo também, fonte de lazer e entretenimento. Com preço relativamente acessível, os aparelhos estão presentes desde o berço até o asilo... 
Como dito, a exposição demasiada à tecnologia pode ser fatal. Recentemente, um certo jogo, intitulado de Baleia Azul, tem deixado mães, pais e autoridades em choque. Resumidamente, o tal jogo trata-se de uma série de desafios, feitos por um "ditador", que ao final levam ao suicídio. Para que as vítimas permaneçam fielmente no jogo, os ditadores usam de ameaças à família e pessoas próximas até mesmo à própria vítima, tornando a "experiência" terrível e irreversível. Tais episódios refletem a proporção que a tecnologia tomou, revelam o papel cruel que o homem assume. Todos se alarmam com o recente caso, porém, poucos entendem a magnitude do problema. Essa é apenas uma ponta do iceberg. A geração que cresce mergulhada na tecnologia se desenvolve sem limites, vivendo no mágico mundo virtual e agindo por si próprias. Carentes de atenção e necessitando de autoafirmação, os jovens encontram no mundo virtual a saída para os problemas, as redes sociais tornam-se palco da peça. Fotos, mensagens, vídeos e outros diversos conteúdos são expostos ao público, muitas vezes sem censura. Aproveitando-se dessas falhas, pessoas de má fé cometem crimes terríveis, os chamados crimes virtuais. 
O perigo é iminente e está, muitas vezes, na palma das mãos, é preciso cuidado com ferramentas tão importantes como essas. Limite é o segredo. Não se deve focar no mundo virtual e esquecer-se da realidade, o limite deve existir harmonicamente, fazendo com que se coloque na balança a real necessidade dos atos. Policie-se! 

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Parágrafo refletindo sobre a necessidade de o ser humano viver com menos pressa e mais atenção ao que realmente importa em sua vida

POR JÚLIA MARIA MENDES OLIVEIRA, 2.4

Às vezes, queremos tanto algo sem mesmo saber se é realmente importante e necessário e, pior, queremos em determinado momento, esquecendo-nos que há uma hora certa para tudo. Devemos saber esperar e ter mais atenção, porque, além de afetar a nossa saúde e o nosso emocional, pode prejudicar os nossos planos também. As coisas não acontecem no momento em que queremos, acontecem no momento adequado e temos que ser maduros o suficiente para compreender e aceitar isso.

Lembranças

POR KETLEN CRISTINA DA SILVA, 2.4

Eu poderia ficar aqui parada, imóvel nesse balanço só para poder admirar a natureza com toda a sua beleza. As árvores ao meu redor me transmitem uma paz interior em que o silêncio resgata em minha mente os meus sonhos mais profundos, a minha paixão mais antiga, a saudade de algo que já foi e que agora não é mais.
Sem dúvida, eu quero viver, viver livremente, sentir a brisa do vento e ter a certeza de que, acima de tudo, eu prometo ser feliz, e que, ao acordar todas as manhãs, vou me lembrar de mim balançando naquele balanço.

Um triste fim

POR IZABELA L.

Narrativa baseada no poema de Manoel Bandeira “Poema tirado de uma notícia de jornal”

João Gostoso era um homem esforçado e trabalhador, era um ótimo filho, marido e pai. Acordava todos os dias às quatro horas da manhã para ir trabalhar como carregador na feira livre. Com seu salário, mal podia pagar as contas e colocar um prato de comida à mesa. Fazia parte de sua rotina parar em frente ao seu barracão no morro da Babilônia e pensar em uma casa boa e confortável, a SUA casa boa e confortável, mas sempre alguém o arrastava de volta a sua sofrida realidade.
João nunca quis preocupar sua família, chegava mais cedo ao trabalho e era o último a sair. Tudo isso para ganhar “um extra” na esperança de fechar o mês, o que era raridade. Chegando em casa, não demonstrava o seu cansaço, colocava um sorriso no rosto ao passar pela porta da frente. A família nem imaginava o que estava por vir.
Em uma certa noite, João voltava do trabalho, com as mesmas dores e mesmo devaneios. Mas havia algo de diferente naquela noite. Mesmo depois de anos passando pelo mesmo caminho, andando reto e olhando os paralelepípedos da rua, não se sabe o que desviou sua atenção. Pela primeira vez em anos, percebeu que naquela rua, tão familiar, havia um bar, o Vinte de Novembro, resolveu parar e beber um pouco, mas ele não viu a hora passar. O cansaço e a tristeza deram lugar ao canto e à dança. Como saber o que se passa na cabeça de alguém embriagado? Se jogou na Lagoa Rodrigo de Freitas e nunca mais voltou para casa.

O milagre

POR DANIELA CRISTINA MADEIRA MOREIRA, 2.4

Olá! Meu nome é Ana, encontro-me há cinco meses participando do Grupo Grávidas em Superação (GGDS) e contarei a vocês a parte mais importante da minha vida.
Hoje me encontro com 30 anos de idade, sou casada e me formei na faculdade que sempre sonhei, fui criada por uma família humilde, em um lar onde meus pais prezavam por respeito, gratidão e amor. Formei-me em pediatria, optei por tal curso devido ao amor por crianças, sempre existente em mim, e a enorme vontade de ajudá-las juntamente com a frustração de não ter condições para isso. Tinha por objetivo me formar e poder fornecer aos meus pais o que eles sempre mereceram, mas de que abriram mão para investir em meu futuro e de meus irmãos; logo após, casar-me com o homem que me apoiou em toda minha trajetória e formar uma família.
Tudo corria como planejado: estudei, tenho um bom trabalho, mesmo contra suas negações (para conservar meu dinheiro), tive o casamento dos meus sonhos e com meu cúmplice construí nossa casa e conquistei tudo que tenho hoje. Foi tudo maravilhoso, como planejado, até, após várias tentativas de engravidar e não conseguir, procurar o médico a fim de saber o que estava ocorrendo. Após alguns exames, recebi a notícia que me chocou e, sem dúvidas, mudou minha vida sem que eu hesitasse: sou estéril. Convivi com isso durante 30 anos, fiz planos, sonhei sem saber que eles não se concretizariam. Entrei em uma depressão profunda, busquei ajuda e fui afastada do trabalho. Doía cada vez que me pegava observando famílias completas, revoltei-me e passei por um extenso período árduo.
Durante dois anos, lutei contra essa grande barreira imposta em minha vida e consegui controlar-me. Enfrento os pequenos períodos ruins do dia a dia com facilidade e não me deixo abater com esse fato. Porém, por mais que eu lute, a esperança em mim morre; a cada imprevisto, eu consulto o teste de gravidez e não obtenho o resultado desejado. Não obterei.
Dois anos se passaram, 730 dias de frustrações e os mistos momentos de conformidade e revolta, a loucura dos testes diminuíram. Faz três dias que ando tendo dores, falta de apetite, atraso e tonturas, porém as esperanças acabaram. Durante esses dias, luto contra a vontade de correr até a farmácia, porém no quinto dia, quando abro a gaveta do guarda-roupa a fim de encontrar meu termômetro, acho junto a ele um último teste. Não consegui me conter: deu positivo! Depois disso, apago. Acordo no hospital e o médico é o primeiro rosto que vejo. Ele confirma a gravidez e acrescenta ser um milagre.
Os sete primeiros meses de gestação foram acompanhados de extrema alegria, ansiedade e preparos para a chegada de Laura, nossa princesa.
Corria tudo bem até o dia em que fui acordada por um sangramento contínuo. Meu marido imediatamente me levou ao médico. Havia algum erro com a nossa bebê. Ouvi palavras como “retirada” e “sete dias”. Eu não podia deixar, ela fazia parte de mim, não podia aceitar... Quando voltei ao estado normal, fui explicada sobre o que estava acontecendo e, acompanhada de muito choro, consegui entender a tragédia. Minha filha estava com problemas, não resistiria e, juntamente com sua vida, se encontrava a minha em alto risco. Tive direito a sete dias para me decidir, sete dias difíceis, e eu optei por lutar por ela, pelo ser que então em mim habitava e era a razão de toda a minha felicidade. Tenho ciência de que seria em vão, que morreríamos, mas estava disposta a lutar por ela até o fim.
Foram dois meses de muita dor, eles disseram que era suicídio, mas consegui forças de onde não tinha. Foram dois dias, sessenta dias acrescentados à vida e tirados de nós duas, estávamos morrendo, eu tentei, juro que tentei...
Chegou o dia de partir, de provar o meu amor pela minha criança. Sobre a mesa de cirurgia, aplicaram-me alguns medicamentos que não consegui identificar. Era muito barulho, vultos e mais vultos. Eu estava feliz e a escuridão caiu sobre meus olhos. Morri? Não. Acordei sem saber o porquê de ter acordado, ouvi um choro, uma mocinha, era minha filha, minha bebê.
Hoje, ela completa seis meses, não desenvolverá a fala e não tem controle sobre seus movimentos. Ela é linda, perfeita aos meus olhos. Hoje, faz seis meses que obtive a melhor escolha da minha vida.

Arte

D.C.

Arte

Mateus Yoshiro Marteleto Nomia, 1.13


Arte

Marcos Túlio Piva da Silva, 3.2


Arte

Jhenyffer Luyse Ferrão Silva, 9.2


quarta-feira, 19 de abril de 2017

A diversidade é uma dádiva!


     Inegavelmente o Brasil é um país miscigenado, onde várias culturas se fundiram e formaram cada traço das diferentes regiões espalhadas pelo território, criando a inigualável identidade do brasileiro. Como cultura, compreende-se o conjunto de costumes, culinária, crenças religiosas e diversos outros fatores que juntos regem um povo.  Em meio a tanta diversidade, reinam os preconceitos e intolerância que se estendem às crenças religiosas, tornando o problema mais severo.
O Brasil é um país laico, ou seja, não tem uma religião oficial, logo, toda manifestação religiosa deve ser respeitada, desde que esta não interfira na manutenção dos direitos humanos. Porém o cenário é oposto e religiões que se diferem das mais tradicionais são injuriadas por pessoas que, sem precedentes, fazem afirmações revestidas de preconceito e intolerância. A exemplo, tem-se a religião afro-brasileira, que, desde o período Colonial, é vista com estranheza e muitas vezes associada às trevas, ao mal. Um fato histórico que merece ser destacado é que o país foi colonizado por uma nação católica e ao longo do tempo conquistou diversos seguidores. Aliando tal fato à errônea prática de discriminar o que é diferente, obtém-se um dos resultados que dificulta imensamente a resolução do impasse.
Não é preciso apenas um trabalho de conscientização, é preciso ação, e logo, mostrando quer o “diferente” não é ruim, pelo contrário, pode ser visto com extrema admiração. A quebra de estereótipos precisa começar, assim como no universo da sexualidade. Qual o primeiro passo para tal resolução? Respeitar, entender que há um limite entre crítica e ofensa, a primeira fortalece, a segunda oprime. A diversidade é preciosa, celebre-a.



Redação do Enem 2016 

Vida com qualidade ou julgamento da sociedade

POR GABRIELA SIQUEIRA ALMEIDA, 3.1

Atualmente, existem grandes discussões sobre o valor da junção entre um óvulo e um espermatozoide, que resulta em uma nova vida. Existem vários pontos de vista sobre se o aborto seria somente um procedimento cirúrgico retirando algo do corpo ou seria uma vida em desenvolvimento que compartilha sentimentos com a mãe.
A medicina afirma que até os três meses de gestação, o feto seria incapaz de sentir emoções e também dores por não ter o sistema nervoso desenvolvido para isso e, por isso, consideram o mesmo como um conjunto de células hospedeiras em um útero que poderiam ser removidas sem culpa alguma.
No entanto, existe a opinião, como a dos religiosos, e que é uma vida assim que o sangue percorre seu interior, tendo assim uma alma e o aborto seria um assassinato da mesma forma como matar alguém aleatoriamente na rua. Também trazem os dados de que mulheres que cometem o ato são mais suscetíveis a terem depressão e a cometer suicídio.
Quando se analisa a questão se seria certo ou errado, deveriam ser pesquisados os motivos e a vida da mulher em questão, pois ela pode não ter condição psicológica e não conseguir cuidar do filho. Há mulheres que sofrem estupro, garotas que não têm condição financeira alguma de criar o filho ou se sentiriam mal de ver o fruto de uma violência sofrida não conseguiriam amá-lo. 
Então, quem consegue julgar quando se vê tanta vida no feto e nenhuma na criança pedindo esmola na rua?

Crenças

POR ISAÍAS PEREIRA DE CAMPOS, 3.1

Hoje em dia, um assunto bastante polêmico tem sido a religião, não só uma, mas todas. Muitas pessoas são intolerantes com a religião alheia, às vezes não só uma pessoa, mas a religião inteira, como vemos no caso dos extremistas.
Não há somente o preconceito de religião para religião, mas também de pessoas religiosas fazendo críticas negativas a pessoas sem religião. Como a sociedade em que vivemos sempre teve muita influência pela religião, muitas pessoas não gostam da ideia de pessoas que não creem em um Deus onipotente com poderes sobrenaturais, do mesmo modo que descrentes criticam pessoas com esse tipo de crença, procurando provar que estão errados.
As pessoas têm que aprender a conviver umas com as outras, mesmo com suas ideias divergentes, parar de criticar umas às outras por motivos fúteis e começar a se importar apenas com a sua crença e não a alheia.

Feita pra mim!!!

POR SÁVIO

Desde que te conheci, meu mundo mudou
Após sua chegada, tudo em mim melhorou
Você transformou tristeza em amor
E coloriu tudo que não tinha cor
Quando eu te conheci, só tive a aprender
Você me ensinou que recomeçar faz parte de viver
Você, com sua presença, invadiu meu espaço
Depois de um tempo, viciei no seu abraço
Você não saía da mente
Eu esqueci o meu passado e você tornou-se o meu presente
Não sou capaz de te escrever nem em refrão
O que eu sinto por você não tem explicação
Quando eu estava perdido e sozinho
Você chegou e se tornou o meu caminho
Quando eu estava jogado e nada pensava
Apenas com sua voz você me animava
Amor não é à primeira vista, ninguém entende
Pois amor a gente não vê, a gente sente
Você não saía da minha mente, não demorou para perceber
Que eu ia dormir e acordava pensando em você
O brilho dos seus olhos aumentava sua beleza
Seus olhos brilhavam mais que as estrelas
Acho que você completou o sentimento que eu tinha
A gente combina porque sua loucura é a mesma da minha
Obrigado por estar comigo e insistir
Obrigado pelo simples fato de existir
Obrigado por você ser assim
Às vezes eu penso que você foi feita só pra mim...

Arte

Mateus Yoshiro Marteleto Nomia, 1.13