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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Teoria nas salas de aula, prática na Feira Cultural

Equipe de Reportagem Quá Qué Idéia
Ana Paula Ribeiro
Crislaine da Silva Ferreira
Fernanda Aparecida da Silva Santos
Julliane Karla Silva Santos

Aconteceu em nossa escola no último dia 3 de setembro, a 6ª Feira Cultural.

Tivemos vários tipos de trabalhos sobre diversos assuntos. Alguns polêmicos e críticos como “Legalização das drogas” e “Bullying”, outros de história como, “História de Barbacena”, alguns também sobre curiosidades como “Fobia ou loucuras”, outros engraçados como “Você é pobre ou mala?” e também alguns sobre conhecimentos gerais e brincadeiras como o trabalho “Teste seus conhecimentos brincando”. Não tem como citar o nome de todos os trabalhos, mas todos ficaram muito bons.

Fizemos uma entrevista com a professora Paula, a qual foi uma das coordenadoras da Feira Cultural:

Fernanda: Qual foi a sua maior dificuldade para realizar esta Feira?

Paula: O tempo curto que tivemos esse ano, pois tivemos apenas um mês (agosto) para organizar tudo.

Fernanda: Você superou suas expectativas sobre a Feira?

Paula: Sim. Mesmo com o tempo curto, conseguimos fazer uma Feira organizada. Muito disseram ter sido a mais tranqüila de todas.

Fernanda: O que te motivou a coordenar a Feira?

Paula: Assumi a Feira em 2008 a fim de continuar o projeto iniciado pela ex-professora Milces que, infelizmente nos deixou há dois anos. Ela continua sendo minha motivação.

Fernanda: No próximo ano você pretende pegar a Coordenação novamente?

Paula: Não. Esse ano foi um grande sacrifício para mim. Tive pouco tempo para me dedicar a Feira, já que trabalho em três escolas. O ano que vem ficará impossível coordená-la novamente.

Fernanda: Para finalizar, você gostaria de acrescentar alguma coisa?

Paula: Gostaria de agradecer muito à Patrícia por ter me ajudado a coordenar, principalmente, as turmas da tarde. Quero agradecer também ao Maicon e ao Felipe, por terem nos ajudado no dia da Feira. E obviamente agradecer a participação dos alunos e parabenizá-los por mais uma Feira. Obrigada a todos.

Quem esteve na Feira Cultural pôde perceber a organização dos alunos, o conhecimento do tema de cada um e a interação dos alunos. Com certeza esta ficará para a História do “Henrique Diniz”.

Vejam agora algumas das fotos deste evento:

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Arte


Leonardo Franco Resende, 1B

Notas da Feira Cultural

Seguem as notas por grupos da Feira Cultural. As notas individuais serão entregues diretamente aos professores após análise dos relatórios feitos pelos grupos.


Professoras Paula e Patrícia

Deus está falando com você

Filho meu, estou aqui. Eu quero o seu bem. Eu amo você. O melhor que você quer para você, eu também quero. E os meus pensamentos e sonhos vão muito além do que você imagina.

Eu quero que ande comigo, esteja comigo sempre. Coloque suas preocupações, suas ansiedades, seus desejos em mim e Eu farei o melhor no momento certo. A minha vontade é boa, perfeita e agradável.

Amado meu, se você passa por momentos ruins na sua vida, é porque amo você. Não sou um Deus mal, vingativo. Sou um Deus que te ama, que quer o seu bem. Você só vai crescer, aprender, se passar por provas. É por isso que permito doenças, mortes, turbulências em sua vida, em sua família.

Filho, Eu tenho muito para você. É só me aceitar como Senhor, como dono da sua vida. Eu tenho sons que você nunca escutou, músicas que nunca ouviu, tenho cores que você não imagina existir, Eu tenho comidas com gostos melhores do que você imagina e Eu sou o dono de todo ouro e toda prata, mas tudo isso é só um grão frente à riqueza que há em mim.

“Eu sou o Teu Deus, Eu não falho. Tenho-te guardado sempre comigo em minhas mãos. Escreverei tua história e te escolhi para estares junto de mim no meu coração”.


Fernanda Aparecida da Silva Santos, 3.13

Notas da Feira Cultural


terça-feira, 6 de setembro de 2011

O “vivendo felizes para sempre” virou “nunca mais quero te ver”


Por Mariana Gomes Turchetti – 1.3

Por amar você enfrentei tudo, passei por cima dos meus pais, briguei com meu melhor amigo pensando que estava fazendo tudo certo.

Mas esse “tudo certo” acabou dando errado e aí do “vivendo felizes para sempre”, passou para “nunca mais quero te ver na minha vida”

O amor é como um transtorno bipolar. Cada dia está de um jeito, um dia está feliz de mais, no outro está triste. A cada dia um sentimento diferente. Quem não souber passar por cima disso não sabe o que é amor. Mas dia após dia se aprende a lidar com isso.

Na vida, todos nós amamos alguém, mas nem sempre esse alguém corresponde ao que sentimos. Quando amamos, fazemos coisas absurdas que até mesmo a gente duvida. Podemos enfrentar nossos pais, brigar com nosso melhor amigo, pensando que eles só querem nosso mal, mas, pelo contrário, tudo o que eles fazem é para o nosso bem.

“Dia após dia, vivendo e aprendendo o que a vida proporciona para a gente viver”.

Juscelino Kubitschek


Por Ana Paula Silva Dias – 2.7

Juscelino Kubitschek, conhecido popularmente como JK, mineiro formado em medicina, teve sua carreira política iniciada logo após seu casamento.

JK como presidente teve um traço mais marcante na economia brasileira, pois durante seu mandato a economia do Brasil cresceu 7% ao ano. Ele acreditava que era possível acelerar o desenvolvimento e crescer “cinqüenta anos em cinco”.

O grande emblema desse processo foi a construção de Brasília. Juscelino Kubitschek deixou o país renovado, mas também endividado com um déficit público enorme, e o índice inflacionário a 39,5%.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Jogos Internos Henrique Diniz 2011

Professor Marcos

Distribuição de salas e grupos para a Feira Científico-Cultural 2011



Professoras Paula e Patrícia

Henrique Diniz?

Equipe de Reportagem Alunos do 1º Ano 3
Sâmara de Fátima da Silva
Mariana Gomes Turchetti
Jéssica Cordeiro da Costa

Uma pergunta intrigante, que nos chamou atenção. Vários alunos que estudam aqui desde a primeira série não souberam responder uma pergunta simples que é uma obrigação de todos saberem. Por que a escola se chama Escola Estadual Henrique Diniz?

Após realizar uma pesquisa sem riqueza de detalhes e apenas com o essencial, revelada pelo nosso vice-diretor Felipe, organizamos uma enquete a qual não nos deu o resultado esperado.

O questionário foi o seguinte:

1 - Quem foi Henrique Diniz?

    R: Foi uma personalidade importante para Barbacena. Foi um dos responsáveis por trazer a luz elétrica para a nossa cidade.
    
2 - Algum professor já trabalhou esse assunto em sala de aula?

    R: Não.

Fonte: Vice-diretor Felipe

Jogos Internos Henrique Diniz 2011


Distribuição das salas na Feira Científico-Cultural 2011




terça-feira, 30 de agosto de 2011

Tempos modernos

Com as novas tecnologias cada vez mais avançadas no mundo globalizado, a modernidade tem facilitado ainda mais a vida do homem contemporâneo e o acesso à internet tornou-se algo importante.

Pelo grande avanço tecnológico, hoje as máquinas têm facilitado muito a vida das pessoas, sendo, por isso, indispensáveis para as donas de casa.

A internet é outra invenção que vem crescendo mundialmente e cada vez melhor, possibilitando às pessoas obter informações de qualquer lugar do planeta e ter acesso aos melhores produtos tecnológicos, podendo comprá-los sem sair de casa.

Neste século, a modernidade é fundamental na vida do cidadão, pois há um corre-corre enorme no dia-a-dia e é preciso ser prático para dar conta do recado.

Esse beneficiamento moderno, apesar de ter suas vantagens, faz com que as pessoas se tornem mais egoístas e se isolem em seu mundo, tornando-se mais dependentes das máquinas, incapazes de fazer a tarefa mais simples. Entram, então, em depressão, pois sua vida passa a ser monótona e, além disso, passal a ser mais capitalistas.


Isanete Marciana Ribeiro, EJA 3.5

Especial para mim

Eu amo tanto você. Foi tão especial tudo o que aconteceu.

Mesmo até antes de nos conhecermos, Deus já estava agindo em nossas vidas e planejando o nosso encontro.

Nem era para eu ter ido naquele Retiro. Estava acontecendo tanta coisa, mas, com certeza, hoje eu vejo que foi algo muito grande, muito forte, que me puxou para lá. Com certeza foram as mãos de Deus que estavam agindo sobre mim.

Agradeço a Deus por ter conhecido você, não só porque hoje você é meu namorado, mas porque foi graças a isso que consegui voltar para Deus. Foi o desejo de ter você como meu namorado que me fez orar, me fez buscar mais a Deus. E hoje posso falar que estou muito feliz, depois de tudo o que aconteceu, eu tenho você e principalmente, voltei a andar ao lado de Deus.

Hoje tenho medo de te perder, mas eu sei que se foi Deus quem me deu você, isso não vai acontecer.

Eu amo você!


Fernanda Aparecida da Silva Santos, 3.13

Os reis traidores e seus súditos modernos

Permitais derrubar caças inflacionários na travessia de nossos céus democráticos. Antes de assinar os papéis fantasmas de pacientes é preciso não calcular as filas dos mortos esperando a consulta no hospital.

Escrito no gás, à procura de criança desparecida. Talvez apenas fugiu, estuprada, seita em cima órgãos. O amor dependurou-se no vagão, em fuga. Grávidas vomitavam bebês demoníacos e leprosos. Amargou a boca com sangue ao receber o cuspe das armas. Os nossos reis bebem uísque gargalhando de humanóides. Humanos desfilando com seus crânios de tu.

Fugi aterrorizado, com a alma sedada e pernas pesadas. Meus olhos arregalaram-se e as veias trilhavam o mapa a caminho do medo. Surgiram mãos sob a terra, puxando-me pelas pernas: corpos sem cabeça caminhavam, corpos sem pernas cravavam as unhas no chão a se arrastarem, todos na direção do abismo. O pavor me conduziu a andar de costas perante o horrível. A areia movediça engoliu meu ser, que atordoado ainda abre os olhos e sente o inferno verde-amarelo.

Todos andando nus, acorrentados pelo pescoço, sendo seduzidos pelo ouro nos dentes do diabo. Sentando numa cadeira de peles e ossos, o diabo mastiga seus súditos e expira seus espíritos cinzentos.

Eis que surge um corta luz gigantemente robótico, esmagando numa só pisada o diabo alienador. Concretiza-se, no solo, aprova o ar poluído com carbono. Corre atrás da fonte, vê o horizonte de chaminés. Corre na direção da inteligência humana, Pisa em cima dos carros e casas, arranca o teto da multinacional e espanta para as ruas 100 mil trabalhadores que vão famintos com sua prole.

O monstro metálico produz a maior concentração de poluentes e os barões goleiam o uísque e tragam charutos. De repente, centenas de máquinas passeiam nas ruas. Os humanos que sobrevivem têm os olhos arrancados e a língua carbonizada. Mas tudo se esquece no jogo do poder.

Então o traidor ordena o lançamento de bombas nucleares. Não existe nada nem ninguém no local. Porém, tudo retorna, cada átomo se reagrupa tornando intocável como antes visto, nas mãos da águia, que destrói e vende a reconstrução do fraco. Mas, se não for o bastante, a película cinematográfica rouba a verdade e ilude a raça que surge novamente, a espécie humanóide, corpo humano, crânio televisor.


Renan Gustavo Almeida Braz Viveiros, 2.7