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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Pela Paz

Registramos aqui nossa consternação pela tragédia ocorrida em escola municipal do Rio de Janeiro.
Que as famílias das vítimas possam confortadas e amparadas após as perdas imensuráveis.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Arte


Wagner Victor de Paula Oliveira, 1A

Axé


Por Ana Caroline Silva Carvalho – 3.14


O axé surgiu na Bahia (claro, onde mais?) em 1980. O uso do termo axé é usado para todos os ritmos de raízes africanas ou música de qualquer banda da Bahia, mas isso é errado, pois nem todos os ritmos de lá são axé.

Vocês sabiam que a palavra ''axé'' é uma saudação religiosa usada no candomblé e na umbanda? Pois é, e ela significa energia positiva, deve ser por isso que escolheram essa palavra para o ritmo, pois as músicas são muito animadas.

O axé é mais tocado nos carnavais e nas micaretas, que são mais conhecidas como carnaval fora de época. Outros ritmos que também são tocados nessas festas são muito confundidos com o axé, embora não sejam axé, tais como o olodum, o samba-reggae, entre outros.

O axé é sim um ritmo que coloca agente pra cima, que anima. Por esse motivo algumas boates, casas noturnas já estão colocando esse ritmo nas suas noites, para animar mais e chamar mais público jovem.

Gosto do axé. Acho um ritmo muito legal, mas minha preferência, minha paixão mesmo, ainda vou falar para vocês.

Então é isso aí gente, espero que vocês gostem e desculpem ter demorado fazer esse texto. Até o próximo.

Um futuro melhor

Espero que seja um ano bom, cheio de alegrias, saúde e paz. Cheio de amor para dar. Espero também que seja um ano sem violência, um ano calmo e tranqüilo.

Os anos se passam e a vida vai ficando cada vez pior, ligamos a televisão e só vemos tragédias, acidentes, desabamentos de casas, mortes. Que todos os sofrimentos acabem, porque a vida é bela para quem sabe vivê-la. Aprendi um ditado que não sai da minha cabeça: “viva cada minuto de sua vida como se fosse o último”, acho que o mundo está sendo muito injusto com algumas pessoas.

Se todos colaborassem uns com os outros, ajudassem uns ao outros, acho que a partir desse ano tudo ia mudar; se o povo deixasse de ser tão violento... O mundo precisa de pessoas boas, que pratiquem o bem, só que muitas pessoas boas partem dessa para a melhor; os ruins, que só praticam o mal, geralmente ficam aqui no meio de nós sempre fazendo o mal.

Só espero que este ano seja bom, tranqüilo, calmo, seja tudo de bom para todos. Que o amor uma as pessoas e que todos aprendam a viver, pois viver é bom, mas dá trabalho. Espero que todos carreguem um pouquinho de amor e paz no coração.


Erlaine de Fátima do Carmo Coelho, 3.14

Participação das equipes de reportagem (matérias entregues)

Vice-diretor Felipe e Professora Paula

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Aprofundamento - 2011

Caros alunos, estamos prestes a começar as aulas de aprofundamento no turno da noite. Recebemos hoje a confirmação de que as turmas formadas pelo Henrique Diniz estão inseridas no sistema em Belo Horizonte.

As aulas serão iniciadas na segunda-feira dia 11/04 e as matérias disponíveis serão as seguintes:

Português
Matemática
Biologia
Física
Inglês

Quando tiver maiores detalhes, crio outro post aqui no blog to Tribuna.

Abraços a todos.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

O progresso do Henrique Diniz

A escola está cada dia melhor, mais organizada. Apesar dos transtornos que uma obra causa, depois de acabada, ela proporcionará aos alunos mais conforto, com salas novas, refeitório, etc.

Pena que eu, assim como os outros alunos dos terceiros anos, não desfrutarei de tanta novidade por muito tempo, mas a escola agora reformada atrairá mais alunos novos e mostrará que o Henrique Diniz tem algo de bom para mostrar, pois para falar que uma escola é ruim, é preciso conhecê-la, conhecer os alunos que estudam nela, os professores que nela trabalham... Assim, é como tudo mundo diz: “quem faz a escola é o aluno”, e eu como aluna da escola falo com certeza que o Henrique Diniz tem alunos ótimos que fazem com que a escola ande para frente.

Portanto, fica aí a responsabilidade de todos os alunos que estão começando o ano escolar, aos que entraram este ano e aos que ficarão: cuide bem da escola, pois essa reforma foi feita não só no intuito de melhorar a estrutura física da escola, mas para melhorar a qualidade do ensino. Com respeito e educação, formamos uma escola cada vez melhor.


Tamara Shirley Natanaele dos Santos, 3.14

O carnaval

O carnaval é uma festa de que praticamente todos gostam. Assim que entra janeiro, as pessoas começam a se preparar para o famoso carnaval.

Todos se animam com o carnaval, só que com objetivos iguais, mas com formas diferentes de curtir. Uns vão para pular o carnaval mesmo, curtir a festa, dançar, extravasar, esquecer dos problemas; já outros vão para beijar apenas, principalmente os homens. A palavra carnaval para eles é apenas uma festa para beijar.

No carnaval, há desfiles de blocos e de escolas de samba do Rio de Janeiro, escolas de samba de São Paulo, as quais disputam entre si o título de melhor escola de samba do ano. São transmitidos os desfiles na televisão para alegrar as pessoas que não gostam de pular carnaval em suas cidades.

Carnaval é uma festa em que acontecem várias brigas. Pessoas se embriagam sem ter noção do limite, tomam atitudes por impulso, sem pensar nas conseqüências e acabam tornando uma festa que é feita por diversão, uma tragédia; dirigem alcoolizados, têm relações sexuais sem prevenção, acabam pegando alguma doença ou engravidando. Atitudes sem responsabilidades.

Carnaval é uma festa muito boa, mas para quem sabe aproveitar com juízo.


Gabriela Fagundes Badaró, 3.13

A nossa escola

No ano de 2010, a Escola Estadual Henrique Diniz iniciou a sua reforma.

A nossa escola estava uma desordem, uma verdadeira bagunça, pois não tínhamos verba e uma diretora presente em todas as atividades organizadas pela escola.

Depois que o governo mandou verbas para a escola, ela mudou completamente, e, com isso o colegiado escolar indicou um novo diretor e demos “viva à escola”. Contrataram pedreiros, compraram materiais, quadros novos e pintaram tudo com uma cor própria para uma escola.

Só que com essa reforma, parece que alguns alunos não respeitam o ambiente limpo. Sujam a escola toda, e quando chegamos para estudarmos de manhã, parece que ninguém limpou as salas de aula.

Concluímos que essa reforma em nossa escola foi uma coisa ótima e esperamos que os alunos e as outras pessoas que venham de fora vejam como a escola está e a conservem assim.


Crislaine da Silva Ferreira, 3.14

Pensamentos II

Sinto grande saudades lembrando do seu olhar. Saudades dos teus carinhos com vontade de te tocar. Quando ouço sua voz, vejo o seu sorriso, percebo como é fácil perder o juízo.

Estando longe de você não tenho vontade de nada. Não tenho nenhum prazer, pois você resume tudo o que eu quero. Às vezes, viajando com meus pensamentos, percebo que a melhor viagem que já fiz, foi ir do teu queixo ao teu nariz, parando no meio do caminho.

“Quando olho nos olhos teus, sinto o meu chão sumir. Fico imaginando, fico te namorando, apaixonada em tu desde a primeira vez que eu te vi. Sonho a vida ao teu lado. Eu sonho, adoro acordar risonho. Você coloriu meu mundo. Você é o amor profundo, desejo sagrado em mim. É luz que reluz no meu viver, é o sol do meu amanhecer.”¹

¹Autor desconhecido



Coração apaixonado

Prazos de entrega das reportagens

Atenção equipes de reportagem do Tribuna Estudantil, os prazos para entrega do material já foram definidos. As reportagens deverão ser entregues duas vezes ao mês. Seguem abaixo as datas:
1ª reportagem: até o dia 15 de cada mês
2ª reportagem: até o dia 30 de cada mês

As reportagens que não forem entregues dentro de cada prazo perdem a chance de concorrerem à capa do jornal. Sendo assim, entreguem o mais cedo possível cada reportagem para evitarem ficar de fora da disputa.

Lembrem-se de que as reportagens serão analisadas pela coordenação do jornal e a mais interessante e bem feita será a escolhida para ser capa do Tribuna online. E as equipes que mais tiverem capas terão vaga garantida nas excursões.
Professora Paula

Fim da escravidão no Brasil


Por Ana Paula Silva Dias – 2.7

O ano de 1850 é mantido como um marco histórico, pois foi quando fora assinada a Lei Eusébio de Queirós, que decretava o fim do tráfico de escravos.

Esta lei proibiu o comércio internacional de escravos, mas a escravidão e o comércio interno continuaram. Mesmo assim, extinguir o tráfico de escravos não foi tarefa fácil, pois havia duas forças que agiam em sentidos opostos. A Inglaterra, que defendia a proibição do comércio internacional de escravos e os escravocratas, que queriam a manutenção da escravidão.

Na legislação brasileira já havia uma lei que extinguia o tráfico assinada em 1831. A Lei Eusébio de Queirós foi apenas uma reafirmação, lembrando que o Brasil neste ano (1831) ainda estava no período da Regência.

A guerra do Paraguai (1864-1870) aumentou o sentimento abolicionista devido aos negros que foram usados como soldados no exército brasileiro e que não guerrearam pelo Brasil, mas sim pela liberdade que lhes fora prometida.

Devido a movimentação popular foram criadas leis abolicionistas que acabaram retardando a libertação total dos escravos. Foram feitas três leis: a Lei do Ventre Livre dizia que os filhos dos escravos nascidos a partir daquela data eram livres, mas teriam que permanecer junto a seus pais até os 21 anos, dessa forma, os senhores de escravos aproveitariam a fase produtiva deles. Outra lei que não rendeu grandes benefícios foi a Lei do Sexagenário, pois poucos escravos viviam até essa idade. Por último, a Lei Áurea foi assinada pela Princesa Isabel, regente do trono, e extinguiu a escravidão.

No entanto, a lei foi omissa. Não deu nenhum auxílio aos escravos nem a seus senhores.

Dedo duro ou cidadão?

Equipe de Reportagem Alunos do 1º Ano 3 
Redação: Sâmara de Fátima da Silva
Fotografia: Mariana Gomes Turchetti
Colaboradores: Melquisedeque de Aquino;
Marlon Brando Júnior dos Santos;
Werley Faustino da Silva
Orientação: professora Rose Viol

O Campeonato JEB - JOGOS ESCOLARES DE BARBACENA - foi realizado nos meses de fevereiro e março desse ano, em nossa cidade. Esse evento esportivo é muito significativo, pois mobiliza diversas escolas públicas estaduais, municipais e particulares a interagirem no esporte em diversas modalidades, de forma prazerosa e educativa.
Nossa equipe de reportagem esteve presente nos primeiros eventos realizados para dar cobertura total à atuação dos alunos da Escola Henrique Diniz. O primeiro jogo de que participamos realizou-se no dia 25 de fevereiro, sexta-feira, às 15 horas, no Ginásio Delmo Maria, contra a E. Municipal Embaixador Martim Francisco - CAIC. Logo no primeiro tempo, nosso time (Ronald, Leomar, Wallace, Lucas, Wagner, Dener, Denilso, Guilherme, Júnior e Wagner) abriu o placar, estreando no JEB com o “pé direito”, chegaram ao final da partida vencedores, com um placar de seis a um.


No segundo jogo, dia 28 de fevereiro, segunda-feira, às 17h 30min, o HD enfrentou os alunos da E. E. Alberto Vieira, porém a sorte virou-se contra nós, perdemos de dez a um. No entanto, segundo informações levantadas no ginásio, esse time adversário apresenta uma marca de bom preparo físico, organização e bastante prática de campeonatos. Registramos com muita admiração a organização da torcida adversária, o apoio técnico do Professor de Educação Física e a presença do Diretor durante toda a partida. O que, de certa forma, facilita a preparação psicológica dos jogadores e influencia no resultado final do jogo. Por isso, reconhecemos o merecido respeito que essa partida teve e o seu resultado.
Merece destaque também e os nossos sinceros agradecimentos o Júlio, ex-aluno do Henrique Diniz, formado no ano de 2007, que estava presente e sem ser solicitada a sua ajuda, de pronto ficou assessorando o nosso time.

A terceira partida foi crucial para nossa escola.  Foi dada a vitória à equipe adversária, Escola Municipal Oswaldo Fortini, sem mesmo o jogo ocorrer. Estando presentes, percebemos que, para a maioria dos nossos jogadores, a “ficha demorou a cair”. Quando os outros times entraram e eles foram retirados da quadra, ficaram sem saber o que estava acontecendo. 
 Apuramos o que se passava e infelizmente descobrimos que foi feita uma denúncia de irregularidade de dois membros do nosso time que apresentavam idade superior à permitida. A penalidade que caiu sobre nós foi, além da vergonha de ter que sair da quadra sem jogar, a proibição, durante um ano, de participarmos de qualquer modalidade esportiva.
Todos os alunos que formaram nosso time apresentaram-se em nossa escola para participar dos jogos, quando estava sendo feita a seleção. Disseram que foram aceitos e que não tentaram “burlar as regras”, ainda afirmaram que nem tinham conhecimento das mesmas.

Fica no ar a indagação: será que mentiram ou foi apenas um engano, uma falta de informação, fruto da falta de hábito de participarem desses eventos? No momento do ocorrido, os alunos do nosso time ficaram muito nervosos e revoltados contra o aluno do time adversário que passou a informação e o chamaram de “dedo duro”. Mas será que a postura dele não foi correta? E se nós é que estivéssemos sendo prejudicados pela falsidade de idade dos adversários, como agiríamos? Ficaríamos indiferentes? Sabemos que não!
 Interessante foi perceber como o JEB é um evento bem estruturado, a equipe organizadora realmente fiscaliza tudo e os que participam levam a sério esse evento. Até a polícia esteve presente e foi acionada quando a denúncia foi feita; conferiram as identidades dos nossos jogadores e a sentença foi dada. 

Sabemos que “os meios não justificam os fins”, mas queremos agradecer a todos os nossos colegas que foram lá e tentaram fazer o seu melhor para nos representar. Aprenderemos com esse fato e da próxima vez buscaremos uma melhor assessoria e organização. O que não podemos e devemos é desanimar. Devemos parabenizar a todos os jogadores e dizer-lhes que “tentar algo e fracassar é, pelo menos, aprender. Não fazer a tentativa é sofrer a inestimável perda do que poderia ter sido” (Geraldo Eustáquio).

Prazos de entrega das reportagens

Atenção equipes de reportagem do Tribuna Estudantil, os prazos para entrega do material já foram definidos. As reportagens deverão ser entregues duas vezes ao mês. Seguem abaixo as datas:
1ª reportagem: até o dia 15 de cada mês
2ª reportagem: até o dia 30 de cada mês

As reportagens que não forem entregues dentro de cada prazo perdem a chance de concorrerem à capa do jornal. Sendo assim, entreguem o mais cedo possível cada reportagem para evitarem ficar de fora da disputa.
Lembrem-se de que as reportagens serão analisadas pela coordenação do jornal e a mais interessante e bem feita será a escolhida para ser capa do Tribuna online. E as equipes que mais tiverem capas terão vaga garantida nas excursões.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Arte


Andin

Progresso

Progresso é tudo que uma escola espera, cultiva, mas que sem ajuda não tem como progredir. Uma escola só cresce com ajuda de alunos e pessoas que trabalham para a escola.

A reforma da escola é um começo de um espaço novo. A aparência traz animação, bem estar. Nossa escola era vista como uma escola de alunos sem visão para o futuro. Só pela aparência, as pessoas julgavam de forma irônica, mas dentro de nossa escola há pessoas que brilham como os professores que cultivam um ensino melhor. No entanto, logicamente, passaram sim alguns alunos que deixaram a escola com uma fama ruim.

Em minha opinião, os alunos são a cara da escola, pois são eles que fazem a escola. Se tivemos uma escola feia, é porque os alunos a fizeram assim. Por isso acho que nossa reforma é um progresso, pois vai chamar atenção e mostrar que os alunos que estudam aqui estão cultivando uma escola de boa aparência e de um ensino completo.

Concluindo, nossa escola está progredindo tanto na aparência como no ensino. Os alunos interessados vencem e chamam a atenção dos que não se interessam.


Daiane Araújo Ferreira, 3.14

O carnaval

Está chegando a festa mais esperada do ano. Onde todos ficam mais felizes, expõem suas emoções sem receio.

O carnaval é uma festa de rua que tem prós e contras. O lado bom do carnaval é que é uma festa em que todos se divertem, dançam sem se preocupar se está bom ou ruim, há escolas de samba, pessoas com fantasias, muita música, enfim, carnaval é realmente a melhor festa do ano.

Mas como em qualquer outra festa, onde há muitas pessoas reunidas, há também problemas.

O lado ruim do carnaval é que, como é uma festa na rua, as pessoas fazem mais confusão, acontecem brigas, a bebida alcoólica é mais consumida pelos jovens , o risco de uso das drogas aumenta e, principalmente, das relações sexuais sem proteção, aumentando assim o risco de DSTs.

Concluindo, temos que nos divertir com consciência, pular o carnaval, nos divertir, sabendo o que estamos fazendo, afinal, carnaval é só alegria.


Tamares de Souza Silva, 3.14

Reforma Henrique Diniz

Equipe de Reportagem Atualidade
Reportagem Adrielle Kellen Marta Martins Navarro
Edição: Julliane Karla Silva Santos
Fotografia: Bridne Ávila
Vídeo: Suellen de Oliveira Fernandes

Parece que o que tanto esperávamos aconteceu: 

A reforma do “Henrique Diniz” demorou, mas aconteceu; na época em que foi feito o pedido de reforma, esse pedido não foi atendido de imediato, com isso o estado do colégio se tornou deplorável, e mais desagradável ainda eram os comentários e a má impressão da imagem da escola. O ensino também acaba sendo prejudicado e cada vez mais duvidado e desacreditado, devido à imagem adquirida após a demora da realização dessa importante e significativa necessidade; que por ter sido negligenciada, foi desprezada e desmoralizada pelos pais. A visão geral da escola foi degradante pra quem não a conhecia, porém apesar do estado físico que não estava bom, a educação sempre se manteve em um processo de mudanças progressivas.


Mas, apesar disso tudo, a reforma veio e praticamente pôs a escola abaixo e a construiu novamente; nem parece a mesma! A reforma foi necessária e drástica, além de também ter contribuído para educação e autodisciplina de cada um que se policiou e se colocou em sua devida posição. Quem está em uma escola nova e que se deparou com ela totalmente destruída e aparentemente sem salvação,vê hoje em dia que ela tinha salvação, e resultado disso é que agora quando chegamos, deparamo-nos com outro Henrique Diniz...


O esperado:

Novo Henrique Diniz





























terça-feira, 29 de março de 2011

Piadinha básica e interessante

Havia certa vez um homem navegando com seu balão por um lugar desconhecido. Ele estava completamente perdido e grande foi sua surpresa quando encontrou uma pessoa.
Ao reduzir um pouco a altitude do balão, em uma distância de 10 m aproximadamente, ele gritou para a pessoa:
- Hei, você aí­, aonde eu estou?


E então a jovem respondeu:
- Você está num balão a 10m de altura!


Então o homem fez outra pergunta:
- Você é professora, não é?


A moça respondeu:
- Sim...puxa! Como o senhor adivinhou?


E o homem:
- É simples, Você me deu uma resposta tecnicamente correta, mas que não me serve para nada...


Então a professora pergunta:
- O senhor é secretário da educação, não é?

E o homem:
- Sou...Como você adivinhou???


E a Professora:

- Simples: o senhor está completamente perdido, não sabe fazer nada e ainda quer colocar a culpa no professor.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Reforma da escola

Desde o ano passado, foi iniciada uma reforma na escola a fim de melhorar por inteiro tanto a estrutura da escola quanto sua aparência.

No começo foi um tormento, pois o barulho era infernal, atrapalhava tudo e todos. Os alunos não conseguiam prestar atenção nas aulas, os professores, por sua vez, não conseguiam explicar melhor suas matérias. Foram várias reclamações contra os pedreiros. Havia, enfim, sempre pontos negativos. Os alunos só sabiam reclamar, mas nenhum enxergou um ponto positivo: a escola estava melhorando para eles. E, se queriam um resultado bom, então por que não deixar de se importar com os problemas e esperar pelo que estava vindo???

As férias então chegaram e, quando retornamos, nos deparamos com outra escola. Está totalmente diferente, nem parece aquela que um dia alguns reclamaram pelas paredes rabiscadas, rebocos caindo...

Agora cabe aos alunos conservarem a escola, pois se ainda não acabou a reforma e a escola já está assim, imagine quando acabar! Então só nos resta esperar o fim da reforma e conservar o resultado.


Criis Rosas