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terça-feira, 13 de abril de 2010

Meu blog!

Gente, transformei meu site em um blog. Agora fica mais fácil comentar as minhas postagens.
Disponibilizo nele material de Português, vídeos, músicas e textos de minha autoria. Entrem lá e comentem!
Grande abraço.

http://profapaulacampos.blogspot.com/

Tempo de hipocrisia


(...) Ainda que os homens arrancassem o azul do céu

E colocassem o vermelho das bombas e da crueldade

Ainda que neste mesmo céu aterrissassem os balões de fogo

E o voo seria livre às balas de canhão

Ainda que os parques e as creches se tornassem campos de concentração

Que as escolas fossem lecionadas por generais, estúpidos e impiedosos ditadores

Que os hospitais aplicassem vacinas letais

Que as armas entupissem as gigantescas chaminés das fábricas

Que a fome fosse vista como dieta, pena, ou símbolo de força e superação

Ainda que sentássemos numa enorme mesa de madeira feita com toda a Amazônia

Ainda que prendêssemos nossos filhos desequilibrados – por medo de eles crescerem pessoalmente

Ainda que eles estivessem certos e soubessem disso

Ainda que cobiçássemos a mulher alheia e que tudo o que dissesse pudesse ser usado contra você

Ainda que existissem mansões e palafitas

Que existissem lutas por terra e diálogos com as mãos

Ainda que soubéssemos da vida, graças a ti

Que o rádio cuspisse notícias espantosas

Que a moda é a pensadora e todos devessem segui-la, em prol de sua própria visão social (...)

Ainda que a massa corpórea fosse mais importante que a massa cerebral

Ainda que a intelectualidade fosse chacota, risadas, piadas, ou mais um desprezo de um ser não existente numa sociedade competitiva

Ainda assim, nada disso passaria de um sonho, logo que os seres humanos são os racionais da cadeia biológica.

“O combustível da intelectualidade são os livros, preenchedores de opiniões na perceptividade da vida. O combustível da ignorância é o vazio no círculo das informações”.


Renan Braz Viveiros, 1D

Um sonho


Tudo começou quando o menino Pedro, de apenas sete anos, estava em um estádio de futebol assistindo ao jogo do Vasco da Gama com seu pai. Apesar de ele ser um menino novo e inocente, ele percebeu que aquilo não era apenas lazer.

Pedro começou a exigir do pai que o levasse para os lugares em que ele poderia jogar futebol. Logo, seu pai ficou muito entusiasmado com o interesse do filho e colocou-o em uma escolinha de futebol para que lá ele pudesse aprender regras e pequenos detalhes de como ser um atleta.

Chegou aos doze anos de idade. A cidade do Rio de Janeiro nunca tinha visto tanto talento em um garoto. Os interesses dos clubes cariocas pelo garoto eram espetaculares, pois ele teve propostas de vários clubes.

O garoto achou em o Vasco seria essencial. Ofereceram boas propostas e foi por aí que Pedro se inspirou. Conseguiu a vaga de titular no meio-campo do time com a camisa número dez.

A divisão de base do Vasco estava partindo para São Paulo. Iria enfrentar o Santos em um jogo que definiria a classificação para a semifinal do Campeonato Brasileiro da categoria infantil.

Pedro foi para sua casa contar essa conquista para seu pai, que achou que deveriam comemorar em uma pizzaria. Ao voltar da pizzaria de carro, o carro dirigido pelo pai dele foi atingido por outro carro na sua lateral direita, onde estava sentado o garoto, que foi buscado pela ambulância e dirigido ao hospital. Depois de vários exames, Pedro não corria mais risco de vida, porém, ele perdeu o movimento da cintura para baixo por fraturas do acidente. Quando a família soube do resultado, todos ficaram revoltados, pois o garoto teria um futuro brilhante pela frente.

Pedro acordou em casa numa manhã de domingo, sem dores e andando normalmente, assim ele caiu na real e percebeu que todo aquele acontecimento fora um sonho que se tornara, por assim dizer, um pesadelo. Uma simples noite sonhadora fez o menino aprender a não apenas sonhar, mas tentar realizar mais os seus sonhos e que todo sonho tem um fim e nem sempre é agradável.

Vinícius Gomes de Souza, 3A

A escolha correta


Mesmo estando no século XXI, com tanta informação, com tanta tecnologia, tanta evolução, as pessoas ainda não têm consciência da importância do voto.

Os dias atuais estão repletos de informação. As pessoas são sempre informadas do quão importante será o seu voto para a mudança do país. Através de jornais, revistas, palestras e eventos, a população pode se conscientizar a respeito das vantagens de um voto correto, só assim pode haver cobranças.

Vender ou negociar um voto é crime absurdo, pois o futuro do país está nas mãos de cada eleitor. Um político que troca benefícios ao cidadão por um voto deve ser afastado da política eternamente, pois o voto é um direito e um dever do povo, e só ele pode decidir por si mesmo.

Votar em um candidato qualquer pode ser um erro irreparável. Ele vai ficar no poder durante quatro anos e não se pode prever o que será feito por ele nesse período de tempo. É importante estudar o passado do candidato para se ter certeza de que a escolha a ser tomada é a mais correta.

As pessoas ainda votam de forma errada porque não conseguem enxergar o tamanho do estrago que um candidato errado pode fazer ao seu país. O correto seria eleger uma boa pessoa que, depois de eleita, seja capaz de cumprir tudo o que foi prometido por ela e, caso não cumpra, seja cobrada pelo povo, pois quem deu poder ao candidato tem plenos poderes para exigir que suas promessas sejam cumpridas corretamente.

Vanessa do Carmo Almeida, 3B

Atenção!


A força do voto tem o poder de mudar um país e a responsabilidade que todos têm para com ele faz a democracia, a liberdade funcionar.

As pessoas não podem aceitar que os políticos as comprem em troca de votos. São safados como esses que estragam o país. O povo tem que estudá-los, ouvir o que eles dizem, pesquisando se eles já roubaram ou não, se estão envolvidos em escândalos, mentindo e se aproveitando da nossa força.

O voto consciente é aquele em que as pessoas não estão se vendendo, se iludindo. É aquele que está sendo direcionado ao político honesto, pois o voto secreto nos foi dado porque o país é democrático e num país democrático é o povo quem manda. Temos força para mudar qualquer injustiça.

Com a mídia, os políticos acharam uma forma mais fácil de nos iludir com promessas falsas, discrepantes. Além de comprar sujeitos de corações simples, pensam que são reis e que mandam em nós, mas é totalmente, o pensamento deles, ao contrário.

Votar nulo não está certo, mas pesquisar e saber em quem votar é o exato. O dever deles é manter o país em boas condições, mas nós temos que ter a sabedoria de colocar no governo pessoas decentes que nos protegerão, e ao país também.

Comprar voto é desonesto, mais que ridículo. A força do voto e o poder que ele tem fazem de nós os responsáveis pelas desigualdades, erros de politicagem e vergonha nacional. Se o político rouba, é a nossa imagem que é estragada porque os estrangeiros dirão que quem não sabe votar somos nós. Por isso é importante estar consciente diante de uma urna, pensando que o futuro do país está em nossas mãos.

Carla Sheyesllen Ribeiro Alves, 3B

Escolha decisiva


Uma das escolhas mais importantes para a população é feita através do voto.

O voto é a participação dos cidadãos no destino da sociedade. Mas muitas vezes as pessoas não votam de forma consciente, nem procuram saber sobre o passado dos políticos em que não votar e é por isso que acabam fazendo a escolha errada.

Votar de forma consciente pode e deve melhorar a vida dos cidadãos, pois desse modo os eleitores fazem valer a sua participação nas eleições.

Hoje ainda é possível ver pessoas que vendem o seu voto, pois os políticos corruptos fazem propostas e promessas àquelas pessoas que não têm muito conhecimento sobre política.

É importante que todos saibam o que estão fazendo, em quem estão votando, para que o poder que lhes foi dado através do voto faça a diferença. Melhorar a situação muitas vezes muito desfavorável de alguns cidadãos só depende do próprio cidadão, que pode mudar sua vida para melhor ou para pior, basta fazer a escolha certa e votar de forma consciente para transformar o país.

A escolha decisiva está nas mãos de quem sabe o que está fazendo e não de quem está votando somente por ser uma obrigação.

Lídia Maria de Oliveira Silva, 3B

O mundo de hoje


Nos dias atuais, a situação em que vivemos está cada vez mais cruel devido a vários aspectos que acontecem em nosso mundo; não podemos afirmar, mas parece que o fim está próximo.

É uma situação constrangedora porque não tem explicação. Parece que está tudo errado. De onde vem tanto terremoto? Para quê tantas mortes lá no Iraque? Enfim, como explicar isso?

Às vezes tento pensar como posso melhorar o mundo, mas não tem jeito, pois de que adianta eu fazer a minha parte se o próximo simplesmente não está nem aí?

Na maioria das vezes as pessoas sentem prazer em serem melhores que as outras. Todo mundo querendo passar por cima de todo mundo e isso gera uma revolta, porque há uns que não aceitam serem chamados de fracos e essa revolta resulta em morte, tragédia e sofrimento.

Não adianta ser melhor do que outro e sim saber respeitar o outro, pois ninguém é igual a ninguém, ainda mais nesse mundo em que vivemos, onde tudo pode acontecer.

Wallace Robert Marques Moreira, 3A

Arte


Wagner Victor de Paula Oliveira, 1A

Arte


Álvaro Rodrigues Mendes, 1B

Arte


Crystian Azi Cardoso, 1B

Arte


Jefferson de Oliveira Silva, 2A

Arte


Crislaine Maria Rosas, 2B

Gincana do HD!

Atenção alunos! Será iniciado nesta semana o processo para a inscrição das turmas na Gincana do HD! Formem suas equipes definindo os nomes, as cores e o professor apoiador!
As fichas de inscrição estarão disponíveis em breve e todo o regulamento será esclarecido em sala de aula pelos professores coordenadores.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Revolução Inglesa


Por Samara Chêirla dos Santos – 3B

A Revolução Inglesa foi um dos grandes marcos da nossa história.

A Inglaterra antes funcionava no sistema feudal. Então a classe dos comerciantes que o rei deveria dar mais apoio para seus negócios, os burgueses, como os comerciantes passaram a ser chamados, fizeram um acordo com o rei, prometendo dar apoio e força para ele e, em troca, o rei deveria dar apoio para o comércio.

Durante muito tempo esse acordo deu certo, mas com o passar dos anos o rei passou a interferir em tudo, atrapalhando os negócios. Naquela época, já existia o parlamento, mas ele era só consultivo. Como ele era formado por muitos burgueses, eles se revoltaram.

O rei formou seu próprio exército e o parlamento também. O exército do parlamento ganhou, pois eles não julgavam pela família ou riqueza, mas sim pela competência da pessoa. Daí em diante, o rei passou a obedecer ao parlamento e o absolutismo monárquico deixou de existir.

A situação do povo não melhorou, no entanto a Guerra Civil inglesa mudou muita coisa. 

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Universidades: datas importantes

12/04 a 10/05 – UFMG – Pedido de isenção da taxa de inscrição do vestibular 2011.
19/05 e 20/05 – UFV – “Mostra de Profissões”
07/05 a 30/05 – UFLA – Inscrição para vestibular 2010/2
01/04 a 19/04 – UFSJ – Inscrição para vestibular 2010/2
28/04 a 30/04 – UFMG – “Mostra de Profissões”
Professora Paula

Verbos irregulares


Por Beatriz Cristina Cassemiro Teodoro – 3A

Os verbos irregulares são aqueles que têm mais de uma forma. Eles se conjugam no infinitivo, no passado e no particípio passado de formas diferentes, mas pode ocorrer da sua conjugação ser igual a do outro tempo verbal. Eles não seguem regra geral na formação do passado e do particípio passado. Aqui estão alguns exemplos dos verbos mais usados:


Infinitivo   Passado   Particípio passado
be   was, were   been
become   became   become
begin    began    begun
break    broke    broken
bring    brought    brought
buy    bought    bought
choose    chose    chosen
come    came    come
cost    cost    cost
cut    cut    cut
do    did    done
draw    drew    drawn
drink    drank    drunk
drive    drove    driven
eat    ate    eaten
fell    felt    felt
fly    flew    flown
get    got    gotten/got
give    gave    given
go    went    gone
grow    grew    grown
have    had    had
know    knew    known
let    let    let
lose    lost    lost
make    made    made
say    said    said
see    saw    seen
tell    told    told
understand    understood    understood
wear    wore    worn
write    wrote    written

terça-feira, 6 de abril de 2010

Universidades: datas importantes

12/04 a 10/05 – UFMG – Pedido de isenção da taxa de inscrição do vestibular 2011.
19/05 e 20/05 – UFV – “Mostra de Profissões”
07/05 a 30/05 – UFLA – Inscrição para vestibular 2010/2
01/04 a 19/04 – UFSJ – Inscrição para vestibular 2010/2
28/04 a 30/04 – UFMG – “Mostra de Profissões”

Visita de Daniel Coutinho

Caros alunos, ontem tivemos a visita de Daniel Coutinho, participante barbacenense do quadro Soletrando, exibido no programa Caldeirão do Huck, da Rede Globo. Confiram as fotos:
2010 - Visita de Daniel Coutinho

Esqueceram-nos


O Governo de Minas Gerais esquece a importância do Ensino Médio na vida dos estudantes das escolas estaduais.

O primeiro fator é a verba que mandam para as escolas, que refletem que alunos do segundo grau não têm o direito à merenda escolar de qualidade.

O segundo fator é que não há livros atualizados com a nova ortografia ou livros completos neste sentido. Como estudar algo que não existe nos livros?

E o terceiro fator é a retirada de matérias essenciais para qualquer vestibular ou concurso, sem o menor consentimento dos estudantes. Do segundo ano, excluíram a Física; do terceiro ano, retiraram Inglês, Biologia e as Artes. Não há livros de Inglês para o Ensino Médio, sendo que o governo, em parceria com o MEC liberou livros de dessa matéria para alunos do quinto ao nono anos do Ensino Fundamental.

O resultado de tudo isso são as baixas notas dos estudantes em provas do governo, concursos públicos e vestibulares, o que mostra que o Ensino Médio está em decadência e não tem onde se apoiar.

Fomos esquecidos sem por alguma vez sermos lembrados.

Ana Paula Silva Dias, 1C

Ignorância: um muro nas possibilidades


A partir deste texto, pretendemos difundir conhecimentos e ideologias a fim de dar alternativas a problemas criados pela nossa própria ignorância.

Mas, afinal, o que é ignorância? É difícil julgar uma pessoa em si, pois, seu comodismo é fruto de uma cultura limitada, imposta por gerações adeptas a religiosidade, formalidades de classe e o capitalismo moderno, trazendo consigo pouca utilização da capacidade mental.

Pense num mundo em que as pessoas usassem a sua maior capacidade de conhecimento, criando possibilidades e solucionando problemas de sua vida pessoal e social. Todos esses valores impostos são insubstituíveis para a evolução humana, embora tais especulações sejam inacreditáveis a grande parte da sociedade globalizada.

Contudo, é necessário saber impor suas ideias respeitando espaços para que assim os demais respeitem seu espaço. Este convívio exige um vocabulário rico em palavras e gestos. Aprender sobre o mundo, a vida; a cadeia evolutiva do homem e das demais espécies, se ocorreu mesmo o Big Bang – ao contrário do que os jovens pensam (grande parte, diríamos) – é muito construtivo e prazeroso. Sentar-se e ler um livro e refletir sobre o mesmo. O problema é o medo de que outros comentem, julguem e segreguem. Faça disso uma força. Tome como exemplo os grandes gênios da História. Eles possuíam, através de seus estudos, um grau de intelectualidade superior, sendo assim, passaram seus devidos conhecimentos à vida na Terra. Durante suas trajetórias foram julgados de maneiras diferentes, por classes variadas, o que lhes deu impulso e fé para trilhar um brilhante caminho. Eles tiveram esperança, sabedoria e superação.

Após suas mortes, suas teorias se consolidaram, criando ou respondendo perguntas essenciais a nossa existência. Eles sempre deixaram claro que todos nós somos deuses e gênios. O segredo sempre foi se desvincular de coisas involutiva e consumistas. Seus ideais eram potenciais: referindo como exemplo os tempos atuais, venda sua TV e compre um livro.

“Nós somos seres privilegiados, devemos usar nossa capacidade mental à busca de uma sociedade justa, com possibilidades em todos os sentidos”.

Gustavo José Hackum