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sexta-feira, 26 de março de 2010

A relação da cidadania e sociedade


Há pessoas que deveriam se importar mais com a sociedade. Há pessoas que pensam só nelas e acham que não têm a obrigação de ajudar qualquer outra pessoa que precise.

Hoje em dia, há pessoas passando fome nas ruas enquanto outras jogam comida fora e desperdiçam várias coisas. A sociedade deve participar mais dos problemas do local onde vive.

Muitas pessoas não querem saber de nada a não ser de si próprio. A sociedade deveria ajudar quem necessita e não quem não precisa, pois só se pensa em ajudar pessoas que têm condições.

Enquanto algumas pessoas só andam na moda com roupinhas caras, joias caras, sapatos da moda e etc., outras pessoas estão sem roupas para vestir, sapatos para calçar e passando fome.

A sociedade, como sempre, fica sem participar da vida social dos desfavorecidos.

Jéssica Augusta da Silva, 3A

quinta-feira, 25 de março de 2010

Saudade


Talvez, assim, eu me lembre olhando com o olhar perdido as multidões de estudantes. Qualquer tipo de estupidez, inteligência fazia-se mútua naquela barulhada de vozes.

Talvez, assim, eu me esqueça daqueles tempos nos quais eu ria, aproveitando uma época de vida fácil. “Que coração de estudante!”

Assim, talvez, consiga compreender as notas musicais, os filósofos, a imaginação e o sonho. Quem disse que estamos aprendendo?

Assim, os filósofos fariam harmonia, as notas musicais ensinariam os sonhos e a imaginação me traria de volta ao passado vivo de risos, abraços e ilusões.

Talvez eu saiba dar mais valor, pois tudo que ele queria estava lá, eu só não sabia... Passaram muito rápido os meus melhores momentos. Momentos de um estudante.

Carla Sheyesllen Ribeiro Alves, 3B

No jeito “muleke”


“Tá” em cima da hora, o bonde “tá” partindo.
MC Drogba e o mano Robinho
Eu já vou com o time
Jogando uma pelada
Quero ser campeão com a rapazeada
Pode vir a galera que eu “tô” tranquilão
Boné na cabeça e a satisfação.

Então “tá”, vamos aí, que é para não atrasar
Que o futebol já vai começar
“Tá” no jeito de andar, no jeito de viver
Eu sei que vai mudar
É o meu jeito “muleke” de ser
Não dá para disfarçar
Não tem como entender
Eu sei que vai mudar
É o meu jeito “muleke” de ser...

MC Drogba

terça-feira, 23 de março de 2010

A boa escola


A escola é um ambiente o qual é frequentado por jovens de todas as idades, com as principais finalidades de ter conhecimento lógico do que se estuda e de aprender para a vida toda, vivendo etapas ou fases, aperfeiçoando ou não sua personalidade.

A escola de caráter transmite ao aluno o reflexo do que o mundo exige e não cumpre totalmente os desejos do aluno.

A boa escola é, ao mesmo tempo, pais responsáveis que dão atenção, apoio, confiança e ensinam bons filhos. É também uma “empresa”, que propõe regras e exige o melhor, trata todos os funcionários de acordo com a lei, sem desagregação.

A escola aceita o aluno com muito prazer, dizendo “seja bem-vindo”, mas por muitas vezes são alunos exorbitantes, que não reconhecem e nem qualificam a escola.

A escola que se valoriza tem um símbolo que a representa. Exige uniformização e proíbe objetos que atrapalham a convivência escolar.

A boa escola investe suas verbas na infraestrutura e em materiais que beneficiem a aprendizagem.

“Um bom aluno constrói uma boa escola”.

“Somente um bom aluno qualifica a boa escola”.

Juliana de Lima Paula, 1B

sexta-feira, 19 de março de 2010

Colegiado

Oi gente.Quarta feira será feita a eleição do colegiado.
Então alunos vejam os cadidatos e escolham direito,pois essa pessoa que vc escolher irá te representa na escola ok???

quinta-feira, 18 de março de 2010

Passado do verbo To Be


Por Beatriz Cristina Cassemiro Teodoro – 3A

O passado do verbo “Be” é usado para indicar ações que já aconteceram. Usa-se o “was” para I, He, She e It e “were” para You, We e They.

Forma afirmativa: usa-se o verbo depois dos pronomes. Ex: I was Born in Brazil. You were in class.

Forma negativa: acrescenta-se o not depois do verbo. Ex: She was not sleeping. They were not from China.

Forma interrogativa: coloca-se o verbo antes dos pronomes, mais a interrogação. Ex: Were you working? Was she starting to study portuguese?

Forma contraída do passado do verbo “To Be” na forma negativa: wasn’t (was not); weren’t (were not). Ex: I wasn’t working. You weren’t from here.

Aniversário do Tribuna

O Tribuna Estudantil completa hoje dois anos de existência. Agradeço a todos que nos deram e dão apoio. Nada seria possível sem vocês.
Contamos com vocês para mais muitos anos pela frente.
Obrigada!

Feliz aniversário, Tribuna. 
http://www.tribunaestudantil.110mb.com/

A evolução da sociedade


Por Samara Chêirla dos Santos – 3B

O ser humano sempre foi um ser inquieto, curioso e sempre procurou modificar o ambiente em que vive e a forma de pensamento para se adequar às suas necessidades.

Antes, o homem não sabia usar o fogo, plantar ou cultivar a terra. Foi através de um processo que tudo o que temos hoje foi inventado e descoberto. Foram mudanças graduais e significativas que determinaram a sociedade atual.

Através de sua curiosidade, o homem estudou, pesquisou, descobriu itens indispensáveis para o nosso cotidiano, altos conceitos de conhecimento, determinou regras a serem seguidas, ou seja, o homem teve a necessidade de expandir seus horizontes.

A consciência de país moderno, com Constituição, divisão de poderes, por exemplo, reforçou-se mais com a Revolução Francesa que foi um dos marcos da nossa História. Procurar saber do passado é entender como as coisas evoluíram. É entender o processo de evolução da sociedade.

Portanto, é necessário conhecer e analisar o nosso passado para termos opinião crítica sobre a sociedade.

Respeito


Todos os tipos de relacionamento só são duradouros e verdadeiros quando existe o respeito.

A base de tudo é o respeito. Quando ele falta, já não existe amor, já não existe mais nada, porque é através dele que se conquistam as pessoas e a admiração delas, por isso ele é tão importante.

Nas famílias, nos namoros, nas amizades, o respeito deve prevalecer sempre; nunca se deve ultrapassar o limite do outro. Nessas relações, amor e respeito devem caminhar juntos.

É quase impossível encontrar o respeito hoje nas relações humanas. Talvez seja por isso que o nosso planeta esteja cada vez mais destruído. Pessoas que não se respeitam, não respeitam o meio ambiente e não são respeitadas.

Respeitar seus próprios limites e os limites dos outros torna a convivência com pessoas diferentes mais fácil. É respeitando que se é respeitado.

O nosso planeta só vai se tornar um lugar melhor quando todos souberem o que é respeito.

Lídia Maria de Oliveira Silva, 3B

D. Pedro e seu reino


Quando D. Pedro II assumiu seu cargo de imperador, pegou o Brasil num estado de calamidade. O país estava numa completa desordem.

O Segundo Império ainda mantinha o Poder Moderador, mas D. Pedro, diferentemente de seu pai, não o usava constantemente. O Segundo Império não foi tão perfeito, mas foi muito melhor do que o primeiro.

Com a economia do Brasil baseada na produção de café, D. Pedro tinha sempre que interferir e ajudar os cafeicultores quando havia a queda do preço do produto, mas isso por seu próprio interesse, afinal, a economia é que estava em jogo. Além disso, ele ainda tinha que se preocupar com o transporte do café para os portos. Com o desgaste do solo, cada vez mais o café era levado para o interior do Brasil e, com isso, ficava mais difícil da produção se locomover, dificultando o comércio.

Fora isso, outro problema era a pressão que os outros países impunham ao Brasil para que fosse abolida a escravidão, pois já não era aceitável, principalmente pela Inglaterra, que tinha muita influência no mundo.

D. Pedro se vê numa encruzilhada, mas quando, enfim, se decide em favor dos escravos, acaba ganhando muitos inimigos, cafeicultores, que antes eram seus aliados. Estes, começam, meio por vingança pela abolição da escravidão, a se aliarem a partidos republicanos. Conclusão: D. Pedro II começa a cair e perder sua autoridade.

Mariane Renata do Nascimento, 2B

É o Chelsea


Mano, tu já "falou"
Agora vai escutar
Quem “tá” lançando
MC Drogba, junto com os DJs
Que não “tão” tristes
Tem Marcílio, Wallicinho e Smity
“Tô” cantando em homenagem a Deus, “muleke”
DJ Matheus, se liga, vê se conhece o Juninho
Quem inventou, ninguém conhece
Essa é a maneira, eu vou falar
O MC é o Drogba, vem.
É o Chelsea, Chelsea, Chelsea, Chelsea...
Quem conhece não esquece:
É o Chelsea, Chelsea, Chelsea, Chelsea...
A moda em Barbacena é andar de Chelsea
As novinhas ficam malucas e as mais velhas se derretem.

MC Drogba

Repentino paralelo


Sinto que há muito tempo não tenho.
Sinto que ao mesmo vento foi levado.
Tento fazer o contrário da solidão.
Faço de conta que não está no coração.
E quero o mundo.

Saiba: eu fujo do passado para lembrar o tempo futuro.
Subo ao lugar mais alto onde não posso definhar-me.
Mergulho nas águas mais profundas dos relentos íris da esperança
Orgulho-me de ter a confusão como desvelo.
Revelo que a Terra já não é mais a mesma.

Falo... Falo por falar que inepto é o seu significado.
Ralo as costas no tempo da minha infância.
Respiro o ar da desigualdade.
Infame é o meu desabafo paralelo.
Onde não dá mais para sugerir a paz.

Carla Sheyesllen Ribeiro Alves, 3B

sexta-feira, 12 de março de 2010

Time (Angra)


This time I wanna know what life means...
... to live it again
I'm looking forward, feel the light shine in my eyes And now I know, my instincts were not wrong And many things can be done I don't believe now That I'm dreaming alone

Oh, we're searching for the love
that everyone's got, but can't see
Oh, beyond the flesh and blood
there's so much hidden behind
as so much more we've gotta give...

Sanity brings up the sadness
that keeps your illusions locked in a little box Fright comes, you find yourself lonely in a cage of conclusions crowding your mind You sit back bowing your head Every answer - yes Why don't you trust me and shed out your fears, Running over the tears you've contained now cover up your eyes
- Is it good for you?

I will be here when fire burns!

Welcome on board
over here is the ship of your life
So rotten that will cast away
I'll be your sweet lullaby all night
And if you get lost you can hold my hand...

And I'll be here when fire burns
(Inside your heart)
Climb up the hills and mountains,
don't forget what you've learned!

Life makes us feel the time we cannot hold Time makes us live a tale already told Time makes us heal a feeling inside a feeling that lies in our heart that we stole away...

And I'll be here when fire burns
(Inside your heart)
Climb up the hills and mountains,
don't forget what you've learned!

Life makes us feel (life makes us feel)
The time we cannot hold
Time makes us live (time makes us live)
A tale already told
Time makes us heal (time makes us heal)
A feeling inside
a feeling that lies in our heart
that we stole away...

Essa música sintetiza muito bem a sensação de fugacidade e impotência do ser humano diante do tempo que, como a própria música diz "we cannot hold".
Muitas vezes o passar dos tempos nos faz superar certos acontecimentos, no entanto não se pode mudar o que já aconteceu e algumas coisas jamais são esquecidas!
Por isso nunca arrependa-se do que você fez, e sim do que não fez!
Quem vive de passado é museu!, devemos olhar para o presente o futuro e, do que já passou, guardar somente as sensações boas e as melhores lições que pudermos tirar!


Colocado a pedido de Diego Teruo Mendes de Souza, ex-aluno do 3B/2009.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Evento Expresso Cidadania

Por Samara Chêirla dos Santos – 3B

Alguns alunos da E. E. Henrique Diniz tiveram a oportunidade de participar de um grande evento sobre as eleições, o Expresso Cidadania, que realizou-se no dia 5 de março de 2010, no ginásio Célia Mazzoni.

O ator Marcos Frota abriu o evento, falando sobre a importância da participação dos jovens na política e do voto consciente. Depois, os alunos assistiram a palestras e a uma apresentação teatral. Os mesmos foram divididos em dois grupos: alguns puderam fazer o título de eleitor e os outros foram para as oficinas de som, corpo, imagem e palavra. 

Cada oficina teve um monitor realizando atividades relacionadas às eleições, procurando sempre incentivar a criatividade dos alunos. Alguns foram gravados pelo canal de televisão MTV, cantando e lendo textos e músicas inventadas de improviso. Todos se divertiram bastante. 

A intenção do Expresso Cidadania foi justamente falar que o jovem faz a diferença na política, pois o jovem é a esperança do nosso país e que, infelizmente, o povo brasileiro tem memória curta e acaba votando novamente no político corrupto, que só quis se beneficiar com o dinheiro público.

Portanto, essa conscientização sobre o voto deve persistir não só na cabeça dos jovens, mas sim na de cada cidadão brasileiro.

Tribuna Estudantil completa dois anos

Por Lídia Maria de Oliveira Silva – 3B

No dia 18 de março o Tribuna Estudantil completa dois anos. O jornal criado pela professora de Português Paula e pelo professor de História Felipe tem como objetivo incentivar os alunos a escreverem, desenharem, enfim, mostrarem sua criatividade.  


A iniciativa trouxe benefícios como o de resgatar o hábito da leitura, despertar os talentos muitas vezes esquecidos e ajudar os alunos a trabalharem a mente com algo criativo. 

A aluna Thamires do 3º ano B disse que o jornal foi bom porque muitas pessoas que não conseguem se expressar falando, por serem tímidas, podem se expressar escrevendo ou desenhando.

O aluno Jefferson do 2º ano A disse que o jornal é “maneiro”, e que ele expressa suas ideias através de seus desenhos. 

Espero que o jornal continue por muitos anos para que todos os alunos possam participar. Essa foi a melhor ideia que algum professor já teve; agradou os alunos e trouxe destaque para a nossa escola. 

Como deu para perceber, o Tribuna Estudantil só veio acrescentar a nossa escola. Peço a participação de todos, pois é muito bom mostrar algo que você sabe fazer, portanto, mostre!

Parabéns ao Tribuna Estudantil e aos professores Paula e Felipe pela ótima ideia e iniciativa.

Arte


Crystian Azi Cardoso, 1B

Arte


Crislaine Maria Rosas, 2B

Arte


Álvaro Rodrigues Mendes, 1B

Realidade


É duro ver que em pleno século XXI, no qual as pessoas se dizem evoluídas, ainda existam moradores de rua, pessoas jogando lixo no chão, egoísmo e prepotência.

Quando caminho pela rua sempre vejo muita poluição e isso para muitos pode não significar nada, mas, para mim, é triste e me deixa indignada, porque é inacreditável, é ridículo, é simplesmente inaceitável. Não posso fazer nada quando vejo alguém jogando lixo no chão, pois não mando em ninguém, mas posso dizer a você que não faça o mesmo, não destrua o meio em que vive.

Muitas vezes as pessoas estão tão preocupadas com elas mesmas que não olham ao redor nem veem o seu próximo. Não querem enxergar, não tentam mudar e ajudar quem não teve a mesma sorte que elas, porque o mundo está cada vez mais egoísta, todo mundo querendo tudo só para si.

Então lhe pergunto: você quer ser assim? Crescer e se tornar uma pessoa “evoluída” demais ao ponto de só pensar em si e se esquecer de que, ao seu redor, existem pessoas que precisam de você?

Deixo essa pergunta e espero que você pense, reflita e comece desde cedo então a fazer a sua parte de tentar mudar essa triste realidade que infelizmente já tomou conta de muitas pessoas.

Lídia Maria de Oliveira Silva, 3B

Letras, palavras, livros...


São rabiscos de alguém jovem, muito inexperiente, que um dia teve ilusões (tão puras) de que pudesse insistir na carreira de escritora. Mas, agora que eu vi o quão detalhista é, contento-me escrevendo só para mim.

Entretanto, leio o que eu escrevo, porque apesar dos erros, assuntos e ideias estúpidas – no verdadeiro sentido da palavra – ainda não desisti por inteiro das escritas, dos meus futuros textos.

Escrever faz com que a alma fique mais leve, a minha, ao menos. Podemos xingar, criticar, esquecer os problemas e, principalmente, lembrar que o ser humano necessita tanto da escrita que, em tempos primórdios, fazia dela uma arte. É por ela que nos chegaram conhecimentos do passado e ajuda para explicar os nossos terríveis comportamentos.

Carla Sheyesllen Ribeiro Alves, 3B