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quarta-feira, 10 de março de 2010

Expresso Cidadania

Gente o expresso cidadania estava ótimo. Tivemos palestra com Marcos Frota(ator da globo). Tivemos também varias oficinas para os alunos. As oficinas estavam muito divertidas e engraçadas.
Nossa escola foi a única a ter direito de irem 200 alunos e todos gostaram muito.

terça-feira, 9 de março de 2010

Vestibulares 2010 - Resultados

É com muita satisfação que venho anunciar nossos ex-alunos aprovados nos vestibulares 2010.
  • Bruno Gonçalves Tafuri
    • UNIPAC (Fisioterapia)
  • Cláudia dos Reis Paiva
    • UFVJM (Humanidades) - SISU
    • UFSJ (História)
    • UFJF (Arquitetura)
  • Diego Teruo Mendes de Souza
    • UFLA (Engenharia de Controle e Automação) - SISU
    • UFOP (Engenharia de Controle e Automação)
    • UFSJ (Engenharia Mecatrônica)
    • UFJF (Engenharia Robótica e Automação Industrial)
    • UFV (Engenharia Elétrica)
  • Iara Cristina Nascimento
    • UNIPAC (Direito)
  • Mayara Pedrosa da Silva
    • UNIPAC (Direito)
  • Tamires dos Santos de Assis
    • IFET (Tecnologia em Gestão Ambiental)

A nota do ENEM e o sistema de cotas foram muito importantes para os resultados das universidades federais. E as notas bimestrais da escola, para a UNIPAC.

Esse resultado prova para todos que temos ótimos alunos. Que sirva de exemplo para todos os alunos do HD, que, a cada ano que passa, prova seu uma escola melhor. Muito obrigada. Estou muito feliz por vocês!
Parabéns!
Professora Paula

Segundo Império


O Brasil era um país digamos que agricultor; sua cultura, lucros e gastos eram provenientes do café: sua produção, seus problemas e o medo (o café era algo propício a várias falhas; num mês poderia dar lucro, noutro, poderia dar despesas).

Muitas pessoas, chamados produtores, enriqueceram com o plantio de café, tornando-se assim os “barões do café”, mas a produção de café era ao mesmo tempo lucrativa, mas arriscada, pois o cultivo rapidamente esgotava os nutrientes do solo, sendo necessários novos terrenos para o plantio adequado. Um dos principais problemas do café era seu transporte, devido a seu grande crescimento territorial.

Quanto ao governo de nosso país, temos um grande salto. Após a regência, todos os regentes deixam o governo. D. Pedro II então o assume dando o golpe da maioridade (declarado maior de idade aos 15 anos), o que, nos dias atuais, creio seja extremamente impossível. Como D. Pedro II era inovador e gostava das novas tecnologias, inovações industriais, o Brasil tinha sim chance de ser um país industrial de primeira, porém, todas as tecnologias eram importadas e o Brasil continuava agrícola. Com este fato, a influência externa era tamanha, principalmente da Inglaterra.

D. Pedro, para garantir seu poder juntamente com o país na América, fazia intervenções em países vizinhos, mas Solano Lopes, presidente paraguaio decide entrar em guerra com medo de que o Brasil viesse a intervir em seu país. Decide então invadir o Uruguai, cometendo, porém, erros. Argentina, Uruguai e Brasil se unem contra o Paraguai, o que gera uma guerra duradoura, exterminando o Paraguai.

Mas o Brasil continuava com seus problemas. Com pressão internacional, D. Pedro II é praticamente obrigado a acabar com a escravidão. Como não queria inimizades, acaba lentamente com a mesma, usando as seguintes leis: Eusébio de Queirós, Ventre Livre, Sexagenário e Áurea. Isso prolongou seu decadente poder. Fez grandes inovações em seu império, solucionando alguns dos problemas de transporte, com ferrovias, e monetários, com a criação de bancos, contudo, ainda perdeu seu poder, deixando o Brasil com problemas.

Raquel Batista de Oliveira, 2B

segunda-feira, 8 de março de 2010

Vida universitária

A vida na universidade é o completo oposto da vida escolar em muitos pontos.Primeiro, os estudantes não têm sala fixa, a cada matéria diferente eles vão para uma sala diferente.
Outra curiosidade é que os alunos "não são cobrados pelos professores" de tal maneira como são na escola.O aluno tem plena liberdade para sair e entrar na aula o tempo todo, dede que não atrapalhe o que o professor estiver fazendo.
Apesar dessa aparente flexibilidade a Universidade não deve ser encarada simplesmente como um "mamão com açúcar", ela é um mundo de oportuniodades que, no entanto, só será acessível a quem dedicar-se de corpo e alma.
As Universidades, sobretudo as públicas brasileiras, são grandes responsáveisa pela disseminação do conhecimento desenvolvimento de tecnologias que melhorem a qualidade de vida, portanto em torno delas há muitas chances para ingressar em uma carreira de sucesso.
Além disso o curso superior já é escolhido com o intuito de dedicar-se às matéria que o estudante mais gosta e/ou tem habilidade, contudo o nível de exigência de cada disciplina é muito maior.
Portanto dedique-se aos estudos e conheça o mundo universitário, garanto que você jamais se arrependerá. Por fim cocluo que a Universidade não é a única opção de futuro, mas uma das mais excitantes!

Colocado a pedido de Diego Teruo Mendes de Souza, ex-aluno do 3B/2009.

Time (Angra)

 This time I wanna know what life means...
... to live it again
I'm looking forward, feel the light shine in my eyes And now I know, my instincts were not wrong And many things can be done I don't believe now That I'm dreaming alone
Oh, we're searching for the love
that everyone's got, but can't see
Oh, beyond the flesh and blood
there's so much hidden behind
as so much more we've gotta give...
Sanity brings up the sadness
that keeps your illusions locked in a little box Fright comes, you find yourself lonely in a cage of conclusions crowding your mind You sit back bowing your head Every answer - yes Why don't you trust me and shed out your fears, Running over the tears you've contained now cover up your eyes
- Is it good for you?
I will be here when fire burns!
Welcome on board
over here is the ship of your life
So rotten that will cast away
I'll be your sweet lullaby all night
And if you get lost you can hold my hand...
And I'll be here when fire burns
(Inside your heart)
Climb up the hills and mountains,
don't forget what you've learned!
Life makes us feel the time we cannot hold Time makes us live a tale already told Time makes us heal a feeling inside a feeling that lies in our heart that we stole away...
And I'll be here when fire burns
(Inside your heart)
Climb up the hills and mountains,
don't forget what you've learned!
Life makes us feel (life makes us feel)
The time we cannot hold
Time makes us live (time makes us live)
A tale already told
Time makes us heal (time makes us heal)
A feeling inside
a feeling that lies in our heart
that we stole away...

Essa música sintetiza muito bem a sensação de fugacidade e impotência do ser humano diante do tempo que, como a própria música diz "we cannot hold".

Muitas vezes o passar dos tempos nos faz superar certos acontecimentos, no entanto não se pode mudar o que já aconteceu e algumas coisas jamais são esquecidas!

Por isso nunca arrependa-se do que você fez, e sim do que não fez!

Quem vive de passado é museu!, devemos olhar para o presente e o futuro e, do que já passou, guardar somente as sensações boas e as melhores lições que pudermos tirar!

Diego Teruo Mendes de Souza, 3B/2009

Vida universitária

 A vida na universidade é o completo oposto da vida escolar em muitos pontos.Primeiro, os estudantes não têm sala fixa, a cada matéria diferente eles vão para uma sala diferente.

Outra curiosidade é que os alunos "não são cobrados pelos professores" de tal maneira como são na escola.O aluno tem plena liberdade para sair e entrar na aula o tempo todo, dede que não atrapalhe o que o professor estiver fazendo.

Apesar dessa aparente flexibilidade a Universidade não deve ser encarada simplesmente como um "mamão com açúcar", ela é um mundo de oportuniodades que, no entanto, só será acessível a quem dedicar-se de corpo e alma.

As Universidades, sobretudo as públicas brasileiras, são grandes responsáveisa pela disseminação do conhecimento desenvolvimento de tecnologias que melhorem a qualidade de vida, portanto em torno delas há muitas chances para ingressar em uma carreira de sucesso.

Além disso o curso superior já é escolhido com o intuito de dedicar-se às matéria que o estudante mais gosta e/ou tem habilidade, contudo o nível de exigência de cada disciplina é muito maior.

Portanto dedique-se aos estudos e conheça o mundo universitário, garanto que você jamais se arrependerá.Por fim cocluo que a Universidade não é a única opção de futuro, mas uma das mais excitantes!

Diego Teruo Mendes de Souza, 3B/2009

Oficinas de Vídeo - Expresso Cidadania









O Canal do Expresso Cidadania no YouTube pode ser acessado aqui.

Para acessar o MySpace do Expresso Cidadania, clique aqui.

Vestibulares 2010 - Resultado

É com muita satisfação que venho anunciar nossos ex-alunos aprovados nos vestibulares 2010.

Bruno Gonçalves Tafuri
UNIPAC (Fisioterapia)

Cláudia dos Reis Paiva
UFVJM (Humanidades) - SISU
UFSJ (História)
UFJF (Arquitetura)

Diego Teruo Mendes de Souza
UFLA (Engenharia de Controle e Automação) - SISU
UFOP (Engenharia de Controle e Automação)
UFSJ (Engenharia Mecatrônica)
UFJF (Engenharia Robótica e Automação Industrial)
UFV (Engenharia Elétrica)

Iara Cristina Nascimento
UNIPAC (Direito)

Mayara Pedrosa da Silva
UNIPAC (Direito)

Tamires dos Santos de Assis
IFET (Tecnologia em Gestão Ambiental)

A nota do ENEM e o sistema de cotas foram muito importantes para os resultados das universidades federais. E as notas bimestrais da escola, para a UNIPAC.
Esse resultado prova para todos que temos ótimos alunos.

Que sirva de exemplo para todos os alunos do HD, que, a cada ano que passa, prova seu uma escola melhor.

Muito obrigada. Estou muito feliz por vocês!
Parabéns!

domingo, 7 de março de 2010

The Temple of Shadows

O "Temple of Shadows" é um álbum lançado em 2004 de uma banda de "Heavy metal" chamada Angra que, apesar de ter todas as suas músicas em inglês, é uma banda na qual todos os músicos são brasileiros.

O álbum é conceito, isto é, conta uma história e conta com várias participações especiais, inclusive a de Milton Nascimento. A história tratada no álbum é a de um cruzado conhecido como Shadow Haunter(Caçador das sombras) que durante a sua jornada começa a questionar os valores pelos quais luta.

Cada música do álbum conta um episódio diferente da história desse cruzado envolvendo muitos questionamentos sobre fé, salvação e razões pelas quais vale a pena lutar.

É interessante citar que o Shadow Haunter acaba se apixonando por uma mulher inimiga e forma uma família com ela e posteriormente essa família é morta pelos cruzados e, depois de uma profunda reflexão, ela começa a pregar a dignidade humana como forma de salvação, independentemente da religião, no entanto ele acaba sendo assassinado, sem certeza de que se converteu a tempo.

É uma história muito interessante e reflexiva, todas as músicas do álbum possuem ótimo instrumental e nenhuma deles pode ser entendida literalmente, sem conhece-se a mensagem do álbum.

Recomendo a audição do disco a todos os que gostam desse estilo de roque, e aos que não gostam também, e fazer uma reflexão sobre mensagem que ele passa, podem aprender mais coisas do que imaginam.

Diego Teruo Mendes de Souza, 3B/2009

Parusia

Amor, é tudo isso que eu posso dizer. Quando se tem amor tudo se torna grande. O seu amor, o meu amor, o nosso amor. Já pensei muitas vezes sobre isso. Você disse que iria voltar, ainda continuo à sua espera. Você não disse quando voltaria, apenas disse que voltaria. Ansioso continua a esperar por Você, espero que retorne logo. Nunca esquecerei daquelas noites em claro que passei ao teu lado, onde o frio tomava conta do meu corpo, mas o teu calor veio a me aquecer. O passado se foi, assim também como a solidão. Lágrimas de tristeza secaram, restaram apenas lágrimas de alegria. Alegria de sentir Você aqui ao meu lado. Dentro de mim, dentro do meu coração. Quando será que Você vai voltar? Espero que não demore muito, pois este mundo também precisa de Você.

A única vez que Você veio, mostrou à todo mundo o seu amor. Você foi o único que provou todo seu amor por mim, pagando com a própria vida. Obrigado por mudar minha vida. Obrigado por estar comigo todos os dias. Obrigado por me fazer sentir feliz. Você é quem mais amo neste mundo, mesmo sendo um mundo de caos. Você sempre transforma o caos em esperança. Nos momentos onde chorei, Você estava presente. Nos momentos de solidão, Você estava presente. Nos momentos de alegria, Você estava presente. Perdoe-me se algum dia eu machuquei Você, rasguei seu coração. Se algum dia fiz Você chorar. Talvez eu não estivesse em mim. Mas mesmo assim sei que me amaste. Exaltar-te-ei sempre, pois tu és a minha única esperança. Quando caí em teus braços Você sorriu.

Quando fiz algo de errado, vi meu coração na lama. E logo após vi Você limpando a lama dele. Sei que estás aqui agora ao meu lado lendo o que estou escrevendo. Mais uma vez me entrego aos teus braços, pois tu podes curar. Mas o meu amor, o meu amor, sempre será grande por Ti. Pois sei que seu amor por mim é maior ainda. Parusia, sempre que ouvir esta palavra lembrarei de Ti. Lembrarei que Você disse que voltaria. Mas mesmo que ainda não volte sinto Tua presença. Um calor intenso que não me deixa entristecer. Ansioso espero por sua Volta. Mas aqui está o meu muito obrigado. Obrigado por tudo. Pelas vezes que me fez sorrir. Pelas vezes que me fez cantar. Pelas vezes que me fez derramar lágrimas de amor. Pelas vezes que me mostrastes o caminho certo. Por todas as vezes que me fez dormir junto a Ti. Por todas as vezes que me acalmastes. Aqui está o meu muito obrigado. Peço a Você que sempre lembre, da eterna gratidão que aqui ficou. Você esfria minha cabeça e esquenta meu coração. Parusia, sempre lembrarei de Ti.

Vinícius José Resende de Souza, 3A/2009

sábado, 6 de março de 2010

Expresso Cidadania

Gostaria de parabenizar todos os alunos pela brilhante participação no Expresso Cidadania. É com ações como esta que poderemos elevar o nome de nossa escola.
Seguem as fotos que tiramos no evento:

quinta-feira, 4 de março de 2010

Verb To Be


Por Beatriz Cristina Cassemiro Teodoro – 3A

The translation of the verb “to be” in the simple present is “ser ou estar”. Its flexed forms in English are “am, is and are”.

In the affirmative form, we use the verb after pronouns: I, you, he, she, it, we, you and they. Ex: I am from Brazil. He is my brother.

In the negative form, we add “not” after the verb. Ex: I’m not so good. They aren’t friendly.

In the interrogative form, you use the verb before the pronoun plus question mark. Ex: Are you ok? Is he your brother?

Don’t forget that the pronoun “it” is used for animals and objects. Ex: It’s your book.

And the pronoun “they” is used for a plural of animals, objects, men, women, etc. Ex: They are my parents. They are your cats. They are his books.

O cigarro: uma riqueza que mata


O tabagismo está presente em nossa sociedade atual, mas ele teve início nas civilizações antigas do ocidente e da Ásia.

Muitos povos já utilizavam as folhas do fumo em rituais religiosos ou tribais.

Com a Revolução Industrial, o fumo passou a ser produzido em forma de charutos e cigarros e teve sua venda feita para várias partes do mundo.

O cigarro é uma riqueza, pois sua produção gera milhões de empregos, faz com que muitos governos arrecadem milionários impostos. No Brasil, a fábrica de cigarros Souza Cruz tem importante papel na economia brasileira. Essa mesma indústria, há alguns anos, propôs ao governo o compromisso de pagar a nossa dívida externa, o que, porém, foi recusado.

O cigarro tem em sua formulação várias substâncias tóxicas que levam o usuário a ter dependência química e psicológica. Entre essas substâncias está a nicotina, que é muito potente e que causa inúmeras alterações no corpo: diminuição da capacidade de respirar, destruição de neurônios, aumento da pressão arterial, etc.

Todos os governos gastam muito com a recuperação e o tratamento de pacientes com câncer. Ao mesmo tempo, esses mesmos governos não fazem uma boa campanha contra o cigarro. Talvez isso se explique porque, ao mesmo tempo em que se gasta com saúde pública, arrecada-se muito dinheiro com os impostos. Cabe, então, a cada pessoa evitar o primeiro contato com o cigarro.

Ana Carolyne Silva Carvalho, 2B

Jéssica e Neném


Sai da frente. Vem que vem.
Sai da frente. Vem que vem.
Esse casal lindo é a Jéssica e o Neném.

Vou mandando um papo reto, moleque, eu vou cantar.
Uma data, mano, eles vão comemorar.
Não é aniversário, Páscoa ou Natal.
Está chegando uma data especial.
Já faz um tempo, eu não deixo para depois.
Os dois anos juntos que completam os dois.
Vou mandando um papo reto, esse casal é sensacional.
Ô, “tá ligado” que não tem igual.
Vou dizendo e cantando: ela é da escola.
Fecha com bonde “Rola não Rola”.
O Neném é maneiro e está sempre por cima.
Se precisar, é só chegar na oficina.
Se seu carro está estragado, eu vou te falar,
É só o Neném, parceiro, procurar.
A Jéssica gatinha, eu vou te dizer,
Se “tá” contigo, procura fazer
Por onde, meu amigo, ela mereça.
Pense direito e não se esqueça:
Seja consciente, não pense em traição.
Que amor não é ilusão.
Vou ficando por aqui e vou me apresentar:
Humildemente, MC Drogba. Valeu.

MC Drogba

Um dia


Um dia eu ainda irei ouvir você dizer: eu te amo.

Um dia talvez você me ligue, apareça e se arrependa. Talvez um dia você me procure e pense em mim. E veja que está jogando fora um amor verdadeiro.

Quem sabe um dia eu passe por você e os seus olhos brilhem. Talvez você perceba que todas as estrelas do céu brilham a cada lágrima que os meus olhos derramam.

Um dia você pode acordar e enxergar tudo isso. Espero que esse dia não demore. E o meu amor por você se apague, pois aí você dirá “te amo” e eu não ouvirei. Talvez me ligue e eu não te atenda; apareça e eu não te veja; se arrependa e eu não te entenda. E então você irá me procurar e só achará meus sorrisos.

Talvez você pense em mim e jogarei fora seu amor, assim como você jogou o meu. Você passará por mim e me verá sorrindo, coisa que quando te amara nunca fiz; você derramará lágrimas e olhará as estrelas e nelas estarão escritas as devidas palavras: “não te amo mais”.

Um dia, se isso acontecer, não me chame de ingrata por não te amar, pois eu te amei, te quis e te esperei. Você não veio, então eu só aprendi a me defender dos sofrimentos do amor. Espere, pois assim como eu te esqueci, você irá me esquecer... um dia!

Jéssica Augusta da Silva, 3A

O fogo perpetuará os grandes leviatãs não fanáticos


Há formas mais fáceis de entender os corações negros dos seres humanos, pois todos têm um lado escuro, egoísta e chocante, cada um com sua forma de pensar. Cada um com seu coração roxo, manchado de sangue e ligado em grandes, pequenos tubos para a seiva passar.

A sombra fria, de machado à mão, não sente medo de nós; o fanatismo gera isso: há sempre alguém querendo outra parte do outro. As cabeças, nesses momentos de procura e obsessão, rolam juntas ao corpo, mais metálico do que carnoso. A nossa carne desintegra-se, pessoas, o nosso cérebro regride. Há muito estamos burros ou congelados; talvez, esperamos que coloquem pilha no controle remoto... mas quem as colocará?

O câncer é um tipo de revolta e erro que as células fazem contra o próprio organismo (onde elas vivem). Aí, a explicação dos corações negros, porque se juntarmos todo o ecossistema para o planeta continuar nos mantendo (numa viagem longa: se mantendo), tudo que é vivo ajuda num certo equilíbrio e deixa que a vida prospere. Seria mais fácil aceitar esta realidade: somos o câncer. O câncer que sabe que mata e será morto, mas, continua destruindo tudo. Um câncer vingativo, fanático, egoísta, obsessivo, nervoso, transtornado...

Querem achar uma missão? Todos não dizem que não é por acaso que viemos ao mundo? A nossa missão está longe de ser de paz. Além da destruição que causamos, pode ser que alguém veja os próprios atos, a própria inteligência e aceite que falhou, alguém que não perdoe o fanatismo, seja mais justo e... feliz.

Carla Sheyesllen Ribeiro Alves, 3B

quarta-feira, 3 de março de 2010

Sem diretor de novo...

Por Carla Sheyesllen Ribeiro Alves – 3B

A diretora Patrícia de Almeida Liguori deixará o cargo em março por questões pessoais. Não entrou em detalhes por que deixará o cargo, mas nós já sabemos mais ou menos o porquê.

Por que será que o Henrique Diniz ficou sem diretor de novo? A antiga diretora nos deixou com as mãos abanando, pois tanto fez que acabou colocando o colégio muito mais que mal tratado. Conseguimos tirá-la do cargo e o Colegiado teve que escolher um diretor; a Patrícia entrou, no entanto já está saindo.

Os alunos no começo não queriam que ela entrasse para a direção porque, convenhamos, ela é uma ótima professora de Matemática. E agora que ela estava ajudando a escola a melhorar, os alunos e professores não estão muito satisfeitos com a sua saída. Alguns disseram que ela não deveria sair de modo algum, ignorando os motivos ditos por ela.

O Colegiado entrou em ação de novo escolhendo outro diretor, mas dependemos de ordens superiores lá fora para aprová-lo. Com isso, talvez, em um curto período, o Henrique Diniz ficará sem diretor presente.

Esperamos que o novo escolhido ajude a escola, assim como a Patrícia, tenha fé e força para superar os buracos que a antiga diretora fez. Sabemos que será difícil, mas com a colaboração de todos os alunos, respeitando as regras e levando no peito o emblema do Henrique Diniz qualquer trabalho ficará fácil e, por mais tortuoso, tentando melhorar tudo o que estiver ao alcance, a batalha será vencida. Com isso, nossa escola retirará um pouco da má-fama e se mostrará a toda Barbacena um ótimo colégio.

Além da escola inteira necessitar de reformas, não precisaremos disso em primeiro lugar. Precisaremos dos bons professores que temos, e também dos alunos, a vontade de melhorar a escola para não deixarmos mais a nossa escola cair em mãos erradas, afundando-se de novo, principalmente em dívidas.

É melhor que sejamos onipresentes e conservadores com um bem que é somente nosso e que poderá fazer falta no futuro.

Em breve, a escola estará em transição, mas não faltarão os nossos agradecimentos à Patrícia por ter começado a mudança e uma imensa “boa sorte” para alguém que quer mudar a escola também.

Obrigada, “Tia Paty”, e parabéns!

Boa sorte, Maicon.

Mãos à obra, todos nós!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

É quando choramos


E quando choramos de ódio de sermos nós mesmos? E quando choramos de amor – sempre destrutivo e bom? E quando choramos de solidão; espaço vazio que é difícil de ser preenchido?

Varremos com o olhar vago as vastidões tridimensionais procurando algum sentido na vida. Esperamos, desperdiçando o nosso tempo na Terra com coisas que enrolam a maior sabedoria do homem. A sabedoria que corrompe e o faz fugir na maioria das vezes. É o grande saber dos seres vivos mais completos. Esses até fogem, mas sabem que o fim é inevitável.

O raciocínio é duro e não nos perdoa. A inteligência exemplifica a teia alimentar. Eis a questão familiar, a dura verdade: sabemos que a morte virá e a existência aqui acabará. Mas por qual propósito nascemos? Nascer, comer... Procriar?

E quando choramos por sofrimento? O sofrimento mostra que não existe... Vem o desespero aterrador que mata aos poucos os ligamentos da nossa mente e nos obriga a incitar a morte mais rápido.

É quando choramos de solidão! Ninguém nos ouve, nos sente, nos vê. É se sentir sozinho no mundo para vivermos igual a certos animais que os cientistas falam: “animais que nem sabem se existem”. Sentir-se um completo idiota enrolando o final...

Para quê destruímos, então, se queremos viver? Outros também têm as mesmas perguntas e vontades de enrolar a vida.

É quando choramos por mais que solidão. Choramos no vazio da mente incerta e revoltada. Melhor vivermos sem muitas perguntas, sem muitas convivências. A ambição cresce e vem tudo nas nossas costas para desistirmos. E desistimos lá no fundo. Contudo, há algo para que continuar pulsando. Por que tudo isso? Você irá conseguir. Você irá conseguir...

E quando choramos por desistirmos? Nascemos e outros nem tomam conhecimento de nós. Não somos nada, talvez, experiência de alguém mais inconformado do que nós.

E quando choramos... É quando choramos com Deus.

Carla Sheyesllen Ribeiro Alves, 3B

A economia do Brasil


Por Samara Chêirla dos Santos – 3B

Os militares, na época da ditadura militar, investiram em grandes obras no país e isso acarretou muitas dívidas e o descontrole da economia.

O governo Sarney foi um fracasso, pois ele tentou em vão melhorar a economia. Foram lançados os planos Cruzado, Bresser e Cruzado Novo, congelaram-se os preços e tentou-se reajustar os salários. Tudo isso não adiantou nada e a inflação aumentou.

Os governos Collor e Itamar Franco não resolveram o problema da economia, mas o ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, teve uma grande ideia e lançou o Plano Real. Com esse feito, ele ganhou grande apoio e candidatou-se à presidência em 1994.

Fernando Henrique assumiu com uma situação favorável. Para manter tudo em ordem, ele cortou gastos, vendeu algumas empresas, como a Vale do Rio Doce, e também cortou um pouco da verba destinada à educação e saúde. FHC se esqueceu de que só estabilidade econômica não basta; é preciso também investir nos direitos básicos do povo. Ele se candidatou novamente em 1998 e foi eleito outra vez, só que a situação já não era a mesma e a crise aumentou.

Hoje, a economia está controlada e o Brasil está se saindo bem em meio à crise.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Vende-se TV Panasonic

Vende-se TV Panasonic. 14 polegadas. PAL-M. Acompanha controle remoto universal. R$100,00.
Interessados, procurarem a professora Paula no 1º turno.